Não deixe; meu amigo, que esta luta
Em busca da sincera liberdade,
Vencendo, em mansidão, a força bruta,
Se perca, sem ter rumo, na saudade...
Eu sinto que virá um novo dia
Refeito destas dores do passado.
Perfeito, pois intenso em alegria,
Num canto mais liberto, sem pecado...
Depois de certo medo, já prossigo,
Na guerra contra o mal que existe em mim.
Preciso de teu braço, meu amigo,
Pois ele me assegura até o fim.
E iremos, novos tempos, mais sensíveis,
Alcançar tantas bênçãos impossíveis...
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