quinta-feira, 5 de abril de 2012

O sol que quando doura se avermelha

O sol que quando doura se avermelha
Tornando toda a terra iluminada,
Acende novamente uma centelha
Que abrasa e que transtorna a minha amada.
Bronzeia suas pernas e seu rosto,
Dourando essa mulher sensacional.
Beleza neste corpo semi-exposto
Formando uma escultura sem igual...
Do corpo desta deusa, usufruir,
Não quero mais viver, dela, distante,
É tanto o meu desejo de pedir
Que seja minha amiga, minha amante...
E sonho aqui, deitado nesta areia,
Querendo estar consigo, uma sereia...

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