Pois todos os meus medos
Não são por desamor
Assim como se por
O olhar em tais segredos
Vencendo os desenredos
Matando o dissabor
Sabendo sempre a cor
Do sonho em tais enredos,
Restando vivo em mim
O amor que não tem fim,
Somente eternidade;
Expresso em fantasia
O quanto te queria
Na voz quando alto eu brade.
MARCOS LOURES
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