10/10/11
O barco se livrando da tormenta
A noite tranqüiliza o marinheiro
E tanto quanto pude verdadeiro
A sorte noutra face não aguenta
Sanando o que deveras incrementa
A luta noutro tom mais corriqueiro
Restando no caminho este luzeiro
Ou mesmo uma verdade virulenta.
Refaço cada engano e me proponho
A crer na fantasia neste sonho
Audaciosamente desnudado,
Porém minha alma expressa em pequenez
O quanto mais quisera e sei não crês
Porquanto deste encanto eu já me evado.
2
Não tenho a menor chance, mas não canso
Da luta que se fez em tom atroz
O dia se resume logo após
O tanto que quisera e não alcanço.
Meu dia se transforma e mesmo manso
A rústica presença traz os nós
E deles desfraldando o mais veloz
Cenário que pudera e sempre avanço.
Relego ao meu passado a desventura
Que possa e na verdade me amargura
Gerando a mesma face, hipocrisia.
O tanto que se trama em libertário
Momento reunindo em tal cenário
A fonte que transmite esta energia.
3
Não tendo qualquer erro sigo aquém
Do todo em que pudera adivinhar
Sabendo desta essência num luar
Que sempre sem defesas vejo e vem,
Ocasionando a queda sou ninguém
E bebo cada gole devagar
Aonde mal pudera divagar
A sorte se transborda num desdém.
Acolho os meus anseios e termino
Qual fora simplesmente este menino
Jogado contra as pedras deste cais.
O sonho que deveras sempre afago,
A solidão transforma num lumbago
E os dias são mordazes e venais.
PARA TANTOS, PRINCIPALMENTE MARCOS GABRIEL, MARCOS DIMITRI E MARCOS VINÍCIUS. MINHA ESPERANÇA. RITA PACIÊNCIA PELA LUTA.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
CÉTICO
Meus versos são satânicos e cínicos,
Nas orgásmicas líricas promessas,
Meus olhos por ofício, sei, são clínicos.
Partilho teus cenários novas peças...
Das uvas feitas vinho passos mímicos,
Tremulam meus penhores sei que engessas,
Mimetizo fantasmas que sei tímicos,
Nos cântaros que pântanos, regressas.
Variólico cético sou pálido,
Métrico cadencio meu poema,
Metódico fiquei tal qual esquálido,
Etílico sabor, nova jurema,
Impávido, pavio sou inválido,
Nesses absurdos versos, sem ter tema...
Nas orgásmicas líricas promessas,
Meus olhos por ofício, sei, são clínicos.
Partilho teus cenários novas peças...
Das uvas feitas vinho passos mímicos,
Tremulam meus penhores sei que engessas,
Mimetizo fantasmas que sei tímicos,
Nos cântaros que pântanos, regressas.
Variólico cético sou pálido,
Métrico cadencio meu poema,
Metódico fiquei tal qual esquálido,
Etílico sabor, nova jurema,
Impávido, pavio sou inválido,
Nesses absurdos versos, sem ter tema...
SINCERA
Sim, nada mais sincero que teu não,
Aprendi que viver sem ter promessa,
É como conviver sem dor ou pressa,
Na falta de sentido e de razão...
Deixei as minhas sílabas em vão,
Passei por essa via tão expressa,
Desconhecendo ritmo que se meça
Na dança que começa no salão...
No sal da festa, fresta dessa porta,
A moça estreita a teta, nem me importa,
Queria ter a boca dessa noite;
Deixando minha marca num pernoite;
Mas corta lábio sábio, faz açoite;
De quem nunca queria ver tão morta...
Aprendi que viver sem ter promessa,
É como conviver sem dor ou pressa,
Na falta de sentido e de razão...
Deixei as minhas sílabas em vão,
Passei por essa via tão expressa,
Desconhecendo ritmo que se meça
Na dança que começa no salão...
No sal da festa, fresta dessa porta,
A moça estreita a teta, nem me importa,
Queria ter a boca dessa noite;
Deixando minha marca num pernoite;
Mas corta lábio sábio, faz açoite;
De quem nunca queria ver tão morta...
PROCURO TUA VINDA
Vencido pela noite e seu cansaço,
Procuro por sinais de tua vinda;
Teu cheiro ronda a casa. Se deslinda
Em cada canto a marca de teu laço...
Quem me dera dormir no teu regaço,
Sentindo teu perfume que me brinda
Com última esperança; ser ainda
Capaz de conquistar o teu abraço...
Mas, quando a noite some,eu tão sozinho,
Percebo que jamais voltas ao ninho...
Onde fomos felizes de verdade;
Mas bem sei, que querias liberdade,
Voaste, nunca mais, solta; a saudade
Será só minha, livre passarinho...
Procuro por sinais de tua vinda;
Teu cheiro ronda a casa. Se deslinda
Em cada canto a marca de teu laço...
Quem me dera dormir no teu regaço,
Sentindo teu perfume que me brinda
Com última esperança; ser ainda
Capaz de conquistar o teu abraço...
Mas, quando a noite some,eu tão sozinho,
Percebo que jamais voltas ao ninho...
Onde fomos felizes de verdade;
Mas bem sei, que querias liberdade,
Voaste, nunca mais, solta; a saudade
Será só minha, livre passarinho...
O TEU OLHAR
A noite que me trouxe teu olhar,
Já partiu sem sequer dizer adeus,
Saudade fez adeus dos olhos meus,
Nunca mais poderei saber do mar...
Tua distância,amiga,fez chorar;
Quem sempre quis fugir de escuros breus,
Quem não acreditava, olhos ateus;
Pudesse um dia; cego, procurar,
Pelas vielas; luzes mais audazes,
Quem sempre deparou-se com mordazes
Pesadelos, buscando pela paz;
E agora, quando achava-se capaz,
Teus olhos, de partida, isso me traz
Meus medos, e meus braços incapazes...
Já partiu sem sequer dizer adeus,
Saudade fez adeus dos olhos meus,
Nunca mais poderei saber do mar...
Tua distância,amiga,fez chorar;
Quem sempre quis fugir de escuros breus,
Quem não acreditava, olhos ateus;
Pudesse um dia; cego, procurar,
Pelas vielas; luzes mais audazes,
Quem sempre deparou-se com mordazes
Pesadelos, buscando pela paz;
E agora, quando achava-se capaz,
Teus olhos, de partida, isso me traz
Meus medos, e meus braços incapazes...
SAUDADE DUETO COM KATHLEEN LESSA
Saudade, doce lembrança,
Que dói, remói mas não mata...
Da partida fica a data,
No olhar resta a esperança.
Kathleen Mel
Saudade traz calafrio,
No coração de quem ama...
Mesmo no calor, faz frio,
Mas o coração se inflama...
Marcos
Que dói, remói mas não mata...
Da partida fica a data,
No olhar resta a esperança.
Kathleen Mel
Saudade traz calafrio,
No coração de quem ama...
Mesmo no calor, faz frio,
Mas o coração se inflama...
Marcos
RIO GRANDE DO SUL
Gauchinha bem prendada,
Bem prendada a gauchinha;
Vem cá mulher mais amada,
Vem pra cá ó prenda minha...
Bem prendada a gauchinha;
Vem cá mulher mais amada,
Vem pra cá ó prenda minha...
SANTA CATARINA
Barriga verde com fé,
Catarina faz estrago;
Vou de a gosto vou a pé,
Quero nadar nesse lago...
Catarina faz estrago;
Vou de a gosto vou a pé,
Quero nadar nesse lago...
SÃO PAULO
A paulista tem seu charme,
Elegante pra chuchu;
Não gosta de muito alarme,
Mesmo se for pra Daslu...
Elegante pra chuchu;
Não gosta de muito alarme,
Mesmo se for pra Daslu...
RIO DE JANEIRO
Carioca moreninha,
Lá n’asfalto ou na favela;
Quem dera; tu fosses minha,
E eu fosse todinho dela!
Lá n’asfalto ou na favela;
Quem dera; tu fosses minha,
E eu fosse todinho dela!
ESPIRITO SANTO
Capixaba de Vitória,
É moça bem envolvente.
Eu te guardo de memória,
Saudade matando a gente...
É moça bem envolvente.
Eu te guardo de memória,
Saudade matando a gente...
MINAS GERAIS
Mineira troce decerto,
Muito ouro e muito brilho.
Olhando assim, bem de perto,
Em você perco meu trilho...
Muito ouro e muito brilho.
Olhando assim, bem de perto,
Em você perco meu trilho...
Brasília
Em Brasília três poderes,
Três amores para amar.
Tanto quero teus quereres,
Teu querer quero encontrar...
Três amores para amar.
Tanto quero teus quereres,
Teu querer quero encontrar...
MATO GROSSO DO SUL
Mato Grosso lá do Sul,
Faz a gente suspirar.
Nesse teu olhar azul,
Eu bem aprendi amar...
Faz a gente suspirar.
Nesse teu olhar azul,
Eu bem aprendi amar...
Mato Grosso
Mato Grosso, Cuiabá,
Terra quente sim senhor...
Tanta moça tem por lá,
E também tem meu amor...
Terra quente sim senhor...
Tanta moça tem por lá,
E também tem meu amor...
BAHIA
Baiana, quebro o coqueiro,
Eu dou nó no pingo dágua;
Sem você, o mundo inteiro,
Vive cheinho de mágoa...
Eu dou nó no pingo dágua;
Sem você, o mundo inteiro,
Vive cheinho de mágoa...
SERGIPE
Sergipana foi donzela,
Meu amor foi a pimenta;
Meu coração é só dela,
Faz calor, a gente esquenta...
Meu amor foi a pimenta;
Meu coração é só dela,
Faz calor, a gente esquenta...
Roraima
Roraima tem Boa Vista,
Não desisto de você.
Por mais que você resista,
A de amor, depois o bê...
Não desisto de você.
Por mais que você resista,
A de amor, depois o bê...
Rondônia
Em Rondônia, me perdi,
Mas também eu me encontrei;
Nessa lourinha que vi,
Aprendi tudo que eu sei...
Mas também eu me encontrei;
Nessa lourinha que vi,
Aprendi tudo que eu sei...
ACRE
No Acre tem Rio Branco,
Tem seringal que fascina;
Subindo nesse tamanco,
Como é boa essa menina...
Tem seringal que fascina;
Subindo nesse tamanco,
Como é boa essa menina...
Alagoas
Maceió, nas Alagoas,
É terra que sinto falta;
Dessas mocinhas tão boas,
Uma baixa e outra mais alta...
É terra que sinto falta;
Dessas mocinhas tão boas,
Uma baixa e outra mais alta...
Pernambuco
Em Pernambuco, Recife;
A sorte grande, tirei.
Quem me dera ter cacife,
E, da morena, ser rei...
A sorte grande, tirei.
Quem me dera ter cacife,
E, da morena, ser rei...
Paraíba
Paraíba mulher macho,
Mas bonita como quê,
Tudo que procuro eu acho,
Nesse mapa que é você...
Mas bonita como quê,
Tudo que procuro eu acho,
Nesse mapa que é você...
RIO GRANDE DO NORTE
Rio Grande lá do Norte,
É a terra de Natal,
Menina que me deu sorte,
Sem você fico até mal
É a terra de Natal,
Menina que me deu sorte,
Sem você fico até mal
Maranhão
Maranhão foi minha sina,
Quando procurei amar;
Minha bela nordestina,
Tem o cheiro do luar...
Quando procurei amar;
Minha bela nordestina,
Tem o cheiro do luar...
Amapá
Em Macapá no Amapá,
Tem mulher só de primeira;
Moça bela dá de pá,
Tão perfumada que cheira...
Tem mulher só de primeira;
Moça bela dá de pá,
Tão perfumada que cheira...
Pará
No Pará tem castanheira,
Tem menina bem bonita;
Quero ter a vida inteira,
Aquela do laço de fita...
Tem menina bem bonita;
Quero ter a vida inteira,
Aquela do laço de fita...
Amazonas
Amazonas tem mulher,
Índia morena e mulata;
Seja lá o que Deus quiser,
Eu quero entrar nessa mata...
Índia morena e mulata;
Seja lá o que Deus quiser,
Eu quero entrar nessa mata...
GOIÁS
Em Goiás tem a goiana,
Moça prendada e de fé;
Tem santa e também sacana,
Não pode ver bicho em pé...
Moça prendada e de fé;
Tem santa e também sacana,
Não pode ver bicho em pé...
O vento bem que podia
Vi a curva de Maria,
Restinga de Marambaia,
O vento bem que podia,
Levantar aquela saia...
Restinga de Marambaia,
O vento bem que podia,
Levantar aquela saia...
Nesse copo de cachaça
Espantas minha saudade,
Nesse copo de cachaça.
Amor fiel de verdade,
Me diga aonde se acha!
Nesse copo de cachaça.
Amor fiel de verdade,
Me diga aonde se acha!
Minha vida leva tempo
Minha vida leva tempo,
O tempo me leva a vida,
Tempo que tem contratempo,
Tenho o tempo da partida...
O tempo me leva a vida,
Tempo que tem contratempo,
Tenho o tempo da partida...
Bela lua
Bela lua, princesa de cristal,
Nos teus braços, tenho o delirante
Sonho de me saber um ser gigante,
Lua, que se fez nova, maioral,
Quando cobres as trevas dess’astral,
Tu és tão envolvente e radiante,
Quedo-me tão silente só, diante
De teu belo luar, descomunal...
Lua, tua distância tão amiga,
Não me permite, nunca mais, consiga;
Na eternidade louca de teu brilho,
Quem me dera saber onde teu filho,
Esse cometa errante que, sem trilho,
Vagueia numa busca tão antiga...
Nos teus braços, tenho o delirante
Sonho de me saber um ser gigante,
Lua, que se fez nova, maioral,
Quando cobres as trevas dess’astral,
Tu és tão envolvente e radiante,
Quedo-me tão silente só, diante
De teu belo luar, descomunal...
Lua, tua distância tão amiga,
Não me permite, nunca mais, consiga;
Na eternidade louca de teu brilho,
Quem me dera saber onde teu filho,
Esse cometa errante que, sem trilho,
Vagueia numa busca tão antiga...
AMAR DEMAIS
Descansando nos braços da morena,
Eu me lembro da loura que deixei.
Mulata, eu gostaria de ser rei,
Beijando essa boquinha tão pequena...
Amor, quando é demais, logo envenena.
A campina que passo e que passei,
Muitas vezes sem rumo, desviei;
A saudade, de longe inda m’acena...
Quero tanto perguntas sem resposta,
No fundo, todo mundo sempre aposta,
Num amor que era pouco e se acabou...
Mas não quero saber se estou ou vou,
Nem sequer me interessa o que passou...
Eu quero, tão somente, a quem se gosta...
Eu me lembro da loura que deixei.
Mulata, eu gostaria de ser rei,
Beijando essa boquinha tão pequena...
Amor, quando é demais, logo envenena.
A campina que passo e que passei,
Muitas vezes sem rumo, desviei;
A saudade, de longe inda m’acena...
Quero tanto perguntas sem resposta,
No fundo, todo mundo sempre aposta,
Num amor que era pouco e se acabou...
Mas não quero saber se estou ou vou,
Nem sequer me interessa o que passou...
Eu quero, tão somente, a quem se gosta...
O QUANTO VALE O AMOR
A roupa espalhada pelo chão,
Me dá, simplesmente, essa certeza;
De quem me prometeu a realeza,
Devora o vagabundo coração...
Teus passos insensíveis no porão,
As marcas desmentindo uma princesa;
As manchas sanguinárias sobre a mesa,
Demonstram-me verdades da lição
Aprendida na noite que vieste...
Que por mais que se pense no cipreste,
Que por maior que seja seu tamanho,
E por menor que seja, tão tacanho,
O mais rasteiro mato, que eu apanho,
O amor só vale o quanto que se investe...
Me dá, simplesmente, essa certeza;
De quem me prometeu a realeza,
Devora o vagabundo coração...
Teus passos insensíveis no porão,
As marcas desmentindo uma princesa;
As manchas sanguinárias sobre a mesa,
Demonstram-me verdades da lição
Aprendida na noite que vieste...
Que por mais que se pense no cipreste,
Que por maior que seja seu tamanho,
E por menor que seja, tão tacanho,
O mais rasteiro mato, que eu apanho,
O amor só vale o quanto que se investe...
EM PLENO AMANHECER
Bêbado de saudades de você,
Nas madrugadas, fugas e senzala,
Buscando esse perfume pela sala,
O perfume que trouxe, sem querer,
A lembrança do tempo de viver,
Onde estava mil vezes numa gala
Me sentia feliz, minha alma embala,
Mas agora procuro em vão, cadê?
Aprendi com você, felicidade,
É possível viver na claridade.
Foi meu melhor tempo nessa vida,
Mas, bem cedo senti que, despedida,
É palavra cruel, mesmo sentida,
Em pleno amanhecer da mocidade..
Nas madrugadas, fugas e senzala,
Buscando esse perfume pela sala,
O perfume que trouxe, sem querer,
A lembrança do tempo de viver,
Onde estava mil vezes numa gala
Me sentia feliz, minha alma embala,
Mas agora procuro em vão, cadê?
Aprendi com você, felicidade,
É possível viver na claridade.
Foi meu melhor tempo nessa vida,
Mas, bem cedo senti que, despedida,
É palavra cruel, mesmo sentida,
Em pleno amanhecer da mocidade..
DOS DESEJOS MAIS LOUCOS
Não que me seja assim, muito crível,
Mas quem me dera tento com teu laço;
Vivendo desse amor onde embaraço;
O sabor da vitória é impossível...
E chega de tentar subir um nível,
Quando nada farei sem ter cansaço...
O mundo que pensei sem teu abraço,
De tão triste, seria incompatível...
Quero a lembrança límpida e gentil,
De todos os carinhos, sou sutil.
Mergulho nos teus seios, boca aberta;
Esperando, talvez, por esse alerta;
Que nunca mais virá, festa repleta,
Dos desejos mais loucos, meu ardil...
Mas quem me dera tento com teu laço;
Vivendo desse amor onde embaraço;
O sabor da vitória é impossível...
E chega de tentar subir um nível,
Quando nada farei sem ter cansaço...
O mundo que pensei sem teu abraço,
De tão triste, seria incompatível...
Quero a lembrança límpida e gentil,
De todos os carinhos, sou sutil.
Mergulho nos teus seios, boca aberta;
Esperando, talvez, por esse alerta;
Que nunca mais virá, festa repleta,
Dos desejos mais loucos, meu ardil...
O CANTO QUE TE FIZ
As loas que cantei para você,
Não foram, simplesmente, as que eu queria.
A noite transformada num quase dia,
Remetendo a alegria, ao meu sofrer...
Nunca foste verdades nem por que,
Mas a quis como nunca mais teria,
Esse calado peito sem Maria,
No mais completo verbo do querer...
Minha palavra tenta ser mais pura,
A vida não consegue mais brandura.
Seu endereço serve de morada,
Para quem já tentou, não deu em nada;
Para quem pensou nova mão pousada
Nas costas da mulher, quadro e moldura...
Não foram, simplesmente, as que eu queria.
A noite transformada num quase dia,
Remetendo a alegria, ao meu sofrer...
Nunca foste verdades nem por que,
Mas a quis como nunca mais teria,
Esse calado peito sem Maria,
No mais completo verbo do querer...
Minha palavra tenta ser mais pura,
A vida não consegue mais brandura.
Seu endereço serve de morada,
Para quem já tentou, não deu em nada;
Para quem pensou nova mão pousada
Nas costas da mulher, quadro e moldura...
Atravesso meu perdão
Encerrando essa sessão,
De versos bem mal rimados.
Atravesso meu perdão,
Com suor dos desgraçados...
De versos bem mal rimados.
Atravesso meu perdão,
Com suor dos desgraçados...
Fiz um verso bem moderno
Fiz um verso bem moderno,
O molde esqueci depois,
Parecendo com meu terno,
Tira cem coloca dois...
O molde esqueci depois,
Parecendo com meu terno,
Tira cem coloca dois...
Na reza que tanto reza
Na reza que tanto reza,
Não fala mais em Senhor,
Coração quando se preza,
Dispara forte n’amor...
Não fala mais em Senhor,
Coração quando se preza,
Dispara forte n’amor...
Deu coceira no meu pé
Deu coceira no meu pé,
Achei que estava doente,
Não foi nada, foi chulé,
De seu amor, era crente...
Achei que estava doente,
Não foi nada, foi chulé,
De seu amor, era crente...
Vento
Vento traz a tempestade,
Raio, relampo e trovão,
Meu amor, que crueldade,
Maltrata meu coração...
Raio, relampo e trovão,
Meu amor, que crueldade,
Maltrata meu coração...
Vivo fazendo bobagem
Nas dentes dessa engrenagem,
Os meus dentes eu perdi,
Vivo fazendo bobagem,
Só por isso, estou aqui...
Os meus dentes eu perdi,
Vivo fazendo bobagem,
Só por isso, estou aqui...
AZAR-GADA
Vim de terra diferente,
As moças não têm segredo;
Quando o povo tá doente,
O doutor foge de medo...
As moças não têm segredo;
Quando o povo tá doente,
O doutor foge de medo...
Trovas
Trovas são como recados,
Em quatro versos sentidos,
Olhando bem para os lados,
Meu amor, não dê ouvidos...
Em quatro versos sentidos,
Olhando bem para os lados,
Meu amor, não dê ouvidos...
Não tem rainha nem rei...
Eu recebi a resposta
Pra carta que lhe mandei,
Eu já perdi essa aposta,
Não tem rainha nem rei...
Pra carta que lhe mandei,
Eu já perdi essa aposta,
Não tem rainha nem rei...
Passarinho que voou...
Bola que bateu na trave,
Depois entrou gritei gol,
Do coração não sei chave,
Passarinho que voou...
Depois entrou gritei gol,
Do coração não sei chave,
Passarinho que voou...
Na beira daquele lago
Na beira daquele lago,
Tem um canto diferente
Cigarro quando não trago,
Estraga a vida da gente...
Tem um canto diferente
Cigarro quando não trago,
Estraga a vida da gente...
EU SEM VOCÊ
Ritinha tem um buquê
De rosas e margaridas,
Meu amor, eu sem você,
Só conheço as despedidas...
De rosas e margaridas,
Meu amor, eu sem você,
Só conheço as despedidas...
Meu amor eu não sabia...
Quis fazer uma trovinha,
Com a cara da Maria;
Difícil fazer covinha,
Meu amor eu não sabia...
Com a cara da Maria;
Difícil fazer covinha,
Meu amor eu não sabia...
Nas asas do seu amor
Beija flor que cria ninho,
Nas asas do seu amor;
Beijando amor vou sozinho,
No fundo nem beijo a flor...
Nas asas do seu amor;
Beijando amor vou sozinho,
No fundo nem beijo a flor...
Minha vida fez enganos
Minha vida fez enganos,
Enganei, ela, também.
A vida trouxe seus planos,
Coração tamanho trem...
Enganei, ela, também.
A vida trouxe seus planos,
Coração tamanho trem...
Eta amor
Vi carranca no Nordeste,
Em Minas eu vi também;
Eta amor cabra da peste,
Chorando por outro alguém...
Em Minas eu vi também;
Eta amor cabra da peste,
Chorando por outro alguém...
Quero o gosto da Maria
Quero o gosto da Maria,
Na boca que Deus me deu;
Meia noite meio dia,
Quem gosta dela sou eu!
Na boca que Deus me deu;
Meia noite meio dia,
Quem gosta dela sou eu!
SEM VOCÊ
Vi nascendo meu amor,
Nos braços do bem querer;
Não me deixe, por favor,
Sem você posso morrer...
Nos braços do bem querer;
Não me deixe, por favor,
Sem você posso morrer...
Nas ondas do rio mar
Nas ondas do rio mar,
Na cachoeira do santo;
Maria, quero casar;
Saudade traz o seu manto.
Na cachoeira do santo;
Maria, quero casar;
Saudade traz o seu manto.
NOS BASTIDORES DA VIDA
Cantas nos bastidores dessa vida,
A voz cansada estraga toda a festa.
Muito do que já fomos, pela fresta;
Da janela se perde mais vencida...
Não quebro meu pendão nem vem parida,
A morte que queimava essa floresta;
Tentei fazer sertões, mas nada resta,
Procuro por senões, cadê guarida?
Nas folhas do caderno teu sinal,
As horas que sangramos no jornal;
Serviram de estocada dessa faca.
Não consigo voar, tudo me estaca,
Caminhando serei, sangue e cloaca.
Não quero ser rei, lúbrico sal...
A voz cansada estraga toda a festa.
Muito do que já fomos, pela fresta;
Da janela se perde mais vencida...
Não quebro meu pendão nem vem parida,
A morte que queimava essa floresta;
Tentei fazer sertões, mas nada resta,
Procuro por senões, cadê guarida?
Nas folhas do caderno teu sinal,
As horas que sangramos no jornal;
Serviram de estocada dessa faca.
Não consigo voar, tudo me estaca,
Caminhando serei, sangue e cloaca.
Não quero ser rei, lúbrico sal...
CANSADO DA LIDA
Pernas estão cansadas dessa lida;
Estrada que percorro não dá mais,
Quisera estar vazio, mas demais,
Não temo nem chegada nem partida...
Vasculho nas gavetas Margarida,
Encontro simplesmente esses boçais
Escritos que fizeste nos jornais,
Dizendo que querias despedida...
No meu cabelo sinto tuas presas,
E no pescoço, tento ser mordaz,
Passando pelos olhos, sinto, tesas.
Servindo coca cola se és capaz,
Mexendo nas entranhas correnteza,
Aperta suavemente essa tenaz...
Estrada que percorro não dá mais,
Quisera estar vazio, mas demais,
Não temo nem chegada nem partida...
Vasculho nas gavetas Margarida,
Encontro simplesmente esses boçais
Escritos que fizeste nos jornais,
Dizendo que querias despedida...
No meu cabelo sinto tuas presas,
E no pescoço, tento ser mordaz,
Passando pelos olhos, sinto, tesas.
Servindo coca cola se és capaz,
Mexendo nas entranhas correnteza,
Aperta suavemente essa tenaz...
JOGOS
Quero momento, sentimento e esmo;
Na mesma forma, fornalha e fogo;
No jogo em riste, lanças e dardos...
Meus fardos são falsos e falidos...
Tento intento novo e revisto,
Me desvio e cio, vicio e previsto,
Visto quê, jamais poderei errei e suo...
Sou o que soa, absurdo e vôo, tenaz...
Audaz atroz atriz atrás de tantas quantas
Fossem as possíveis peças...
Me peças nada adia adora, a hora agora...
Me deixo ser seixo, a gueixa se esvai...
Vãos da porta, morta a solidão, dão créditos...
Méritos e atritos, detritos sou mito, minto...
Tinto meu sangue, mangue, zona e ozônio,
Axônio e Estônia, estranho como um trino,
Lá trino e latino, um átimo um último, hino...
Meus olhos, teus óleos, girassol, giramundo...
Vagabundo, sou seu sal, seu céu, véu e ventania...
Visto meus tafetás meus confetes e tapetes...
Visto que fosse um começo de brisa,
A vida me avisa, vista a lua;
Deixe-a nua,
A rua
Lá...
Na mesma forma, fornalha e fogo;
No jogo em riste, lanças e dardos...
Meus fardos são falsos e falidos...
Tento intento novo e revisto,
Me desvio e cio, vicio e previsto,
Visto quê, jamais poderei errei e suo...
Sou o que soa, absurdo e vôo, tenaz...
Audaz atroz atriz atrás de tantas quantas
Fossem as possíveis peças...
Me peças nada adia adora, a hora agora...
Me deixo ser seixo, a gueixa se esvai...
Vãos da porta, morta a solidão, dão créditos...
Méritos e atritos, detritos sou mito, minto...
Tinto meu sangue, mangue, zona e ozônio,
Axônio e Estônia, estranho como um trino,
Lá trino e latino, um átimo um último, hino...
Meus olhos, teus óleos, girassol, giramundo...
Vagabundo, sou seu sal, seu céu, véu e ventania...
Visto meus tafetás meus confetes e tapetes...
Visto que fosse um começo de brisa,
A vida me avisa, vista a lua;
Deixe-a nua,
A rua
Lá...
Salmo 8
Puseste Tua glória nos Teus céus,
Tua força, ordenaste nos infantes,
Para calar inimigos, bem antes,
Lua e estrelas preparas, lindo véu.
Homem, simples mortal, mas o visitas;
E sempre se recorda do rebento.
Quase tal qual um anjo, solto ao vento,
Nos fizeste, dando-nos as pepitas,
Ovelhas, bois, campestres animais;
Aves do céu, os peixes desse mar,
Sobre todas as coisas, dominar...
Por isso; meus irmãos, a Deus, louvais...
Tua força, ordenaste nos infantes,
Para calar inimigos, bem antes,
Lua e estrelas preparas, lindo véu.
Homem, simples mortal, mas o visitas;
E sempre se recorda do rebento.
Quase tal qual um anjo, solto ao vento,
Nos fizeste, dando-nos as pepitas,
Ovelhas, bois, campestres animais;
Aves do céu, os peixes desse mar,
Sobre todas as coisas, dominar...
Por isso; meus irmãos, a Deus, louvais...
Tua beleza
Tua beleza, caminhando livre
Na sala, flutuando a cada passo;
Qual fosse garça, graças no cansaço;
Que, por ser sonhador, eu tanto tive...
As minhas noites, tudo, enfim, revive,
Na delícia sutil; sem embaraço,
Vou seguindo-te manso, traço a traço;
Desenhas, mal percebes, um declive.
O murmúrio da brisa, da sacada
Pressinto teu suave, éter, respiro.
No momento seguinte, me retiro;
Procuro então, sentir-te, em vão, deliro.
O teu andar sereno, esvai-se em nada;
És fátua, visão na madrugada...
Na sala, flutuando a cada passo;
Qual fosse garça, graças no cansaço;
Que, por ser sonhador, eu tanto tive...
As minhas noites, tudo, enfim, revive,
Na delícia sutil; sem embaraço,
Vou seguindo-te manso, traço a traço;
Desenhas, mal percebes, um declive.
O murmúrio da brisa, da sacada
Pressinto teu suave, éter, respiro.
No momento seguinte, me retiro;
Procuro então, sentir-te, em vão, deliro.
O teu andar sereno, esvai-se em nada;
És fátua, visão na madrugada...
Salmo 7
Confio em ti, Senhor! Do que persegue
Me livre, não permita que minh’alma
Seja despedaçada sem que a calma
Da liberdade, seja enfim, entregue...
Mas se perversidade ,em minhas mãos,
Tomar lugar, permita que m’alcance
O inimigo e reduza, num só lance,
Toda glória e respeito dos irmãos!
Pois tenha fim malícia dos impuros,
O meu Senhor, escudo, me proteja
Daquele que, somente, me deseja
O mal, tuas espadas sobr’os duros,
Quem não se converter, já tem armado,
Espada, arco, mortais, bem afiadas...
Na cova que cavaste, verás, marcadas,
As vidas que escolheram, o lado errado...
Su’obra cairá sobr’a cabeça,
Retos de coração serão os salvos;
Entretanto dos ímpios, Farás alvos,
Louvemos Meu Senhor, que eu O mereça...
Me livre, não permita que minh’alma
Seja despedaçada sem que a calma
Da liberdade, seja enfim, entregue...
Mas se perversidade ,em minhas mãos,
Tomar lugar, permita que m’alcance
O inimigo e reduza, num só lance,
Toda glória e respeito dos irmãos!
Pois tenha fim malícia dos impuros,
O meu Senhor, escudo, me proteja
Daquele que, somente, me deseja
O mal, tuas espadas sobr’os duros,
Quem não se converter, já tem armado,
Espada, arco, mortais, bem afiadas...
Na cova que cavaste, verás, marcadas,
As vidas que escolheram, o lado errado...
Su’obra cairá sobr’a cabeça,
Retos de coração serão os salvos;
Entretanto dos ímpios, Farás alvos,
Louvemos Meu Senhor, que eu O mereça...
Me restam poucas lembranças
Me restam poucas lembranças,
Memória é coisa que trai;
Brincavam duas crianças,
Saudade, no vento, vai...
Memória é coisa que trai;
Brincavam duas crianças,
Saudade, no vento, vai...
Bate sino da matriz
Bate sino da matriz,
Anuncia o casamento.
Noivo seguindo feliz,
Noiva n’arrependimento...
Anuncia o casamento.
Noivo seguindo feliz,
Noiva n’arrependimento...
Recebi o teu recado
Recebi o teu recado,
Te respondo nos meus versos;
Amor é jogo marcado,
Então procuro os ingressos...
Te respondo nos meus versos;
Amor é jogo marcado,
Então procuro os ingressos...
Menina pensa direito
Menina pensa direito,
Não me faça covardia.
Amor que bate no peito,
Tanto bate e desafia
Não me faça covardia.
Amor que bate no peito,
Tanto bate e desafia
É a flor do meu cerrado...
Andréa tem, com certeza,
Um olhar amendoado;
Quando mira, traz beleza,
É a flor do meu cerrado...
Um olhar amendoado;
Quando mira, traz beleza,
É a flor do meu cerrado...
Nos teus braços me perdi...
Recebi tanta coragem,
Desde o dia que nasci;
Amor foi minha bobagem,
Nos teus braços me perdi...
Desde o dia que nasci;
Amor foi minha bobagem,
Nos teus braços me perdi...
Amor, pra ser verdadeiro
Castanha do castanheiro,
E do pinheiro, o pinhão...
Amor, pra ser verdadeiro,
Não precisa de perdão...
E do pinheiro, o pinhão...
Amor, pra ser verdadeiro,
Não precisa de perdão...
SIMPLESMENTE FOI EMBORA
Um dia, simplesmente, foi embora,
Deixando tão somente teu retrato;
Lágrima denuncia: faltou tato,
Até minha viola, tudo chora...
Quem me dera poder estar agora,
Ao lado de quem fora meu regato,
De quem me foi servida, fino prato;
Apenas solidão, triste, vigora...
Como és bela, Lili, minha sonata;
Abrindo a madrugada, a serenata,
Traduz o que senti, restou sequer
Um retrato, maltrato de mulher,
Esquecido, jogado; um bem me quer,
Guardado na moldura, toda em prata...
Deixando tão somente teu retrato;
Lágrima denuncia: faltou tato,
Até minha viola, tudo chora...
Quem me dera poder estar agora,
Ao lado de quem fora meu regato,
De quem me foi servida, fino prato;
Apenas solidão, triste, vigora...
Como és bela, Lili, minha sonata;
Abrindo a madrugada, a serenata,
Traduz o que senti, restou sequer
Um retrato, maltrato de mulher,
Esquecido, jogado; um bem me quer,
Guardado na moldura, toda em prata...
Meu barco
Meu barco, navegante sem destino,
Errando pelos vários oceanos...
Piratas dos amores meus enganos,
Vagando nos meus sonhos de menino.
Recebo teus chamados, bato o sino,
Desmancho minha vida sem ter planos,
Meus dias são resgates dos meus anos,
Nas mãos de minha morte, desatino...
Revendo toda sorte de naufrágios,
Eu tenho me cobrado, tantos ágios.
Venero tuas rédeas, sou corcel;
Procuro meu futuro no teu céu,
A boca azeda medra sem ter mel,
Meu caminho vai pleno d’apanágios...
Errando pelos vários oceanos...
Piratas dos amores meus enganos,
Vagando nos meus sonhos de menino.
Recebo teus chamados, bato o sino,
Desmancho minha vida sem ter planos,
Meus dias são resgates dos meus anos,
Nas mãos de minha morte, desatino...
Revendo toda sorte de naufrágios,
Eu tenho me cobrado, tantos ágios.
Venero tuas rédeas, sou corcel;
Procuro meu futuro no teu céu,
A boca azeda medra sem ter mel,
Meu caminho vai pleno d’apanágios...
CIO DA TERRA
Trazendo a mão cansada do plantio,
Buscando na cachaça, seu consolo,
Muitas vezes achando que foi tolo,
Como é difícil; terra tem seu cio...
O chão pesado, pernas no vazio,
Compressora essa vida, traz seu rolo,
No final sobrará, velório e bolo.
De tudo que restou, nem mais um pio...
Lavrando a terra, chuvas trazem festa;
Semente brota, cobrem toda fresta
Do solo mais gentil, por vezes, fera...
Nas mãos cansadas, tanta vida gera,
Dos seus olhos distantes, a cratera
Dessa desesperança é o que, enfim, resta...
Buscando na cachaça, seu consolo,
Muitas vezes achando que foi tolo,
Como é difícil; terra tem seu cio...
O chão pesado, pernas no vazio,
Compressora essa vida, traz seu rolo,
No final sobrará, velório e bolo.
De tudo que restou, nem mais um pio...
Lavrando a terra, chuvas trazem festa;
Semente brota, cobrem toda fresta
Do solo mais gentil, por vezes, fera...
Nas mãos cansadas, tanta vida gera,
Dos seus olhos distantes, a cratera
Dessa desesperança é o que, enfim, resta...
No que fui
No que fui, valentia foi piada,
Tive sorrisos, faço minhas contas.
Foram precisos, minhas iras tontas;
Nada passou de nada, simples nada...
Agora invento minha madrugada,
Estrelas adormecem, suas pontas
Nunca mais chegariam; nem apontas
Mais seus olhos;certeiras tais flechadas...
Mandarim sem mistérios, por sinal,
Minha fúria contida, carnaval...
Eu masco minha vida, faço planos...
Mas bem mais sutilmente, passam anos.
Tramas e desenredos são enganos.
Nada mais levarei, resta o final...
Tive sorrisos, faço minhas contas.
Foram precisos, minhas iras tontas;
Nada passou de nada, simples nada...
Agora invento minha madrugada,
Estrelas adormecem, suas pontas
Nunca mais chegariam; nem apontas
Mais seus olhos;certeiras tais flechadas...
Mandarim sem mistérios, por sinal,
Minha fúria contida, carnaval...
Eu masco minha vida, faço planos...
Mas bem mais sutilmente, passam anos.
Tramas e desenredos são enganos.
Nada mais levarei, resta o final...
VAI IDADE
Tenho tantas vertigens; dói joelho,
Pernas andam cansadas e pesadas.
Meus olhos estão bem vermelhos,
A vida vai passando, temporadas...
Minhas mãos doloridas, cada artelho
Trazendo seus sinais, cartas marcadas;
As rugas companheiras deste espelho,
Demonstram intempéries das jornadas...
Tudo envelhece, sinto, o tempo corta;
A cada dia, sigo devagar.
Essa distância, tanta vida morta,
Procuro convencer-me, procurar
O diabo que está atrás da porta;
Mas nada encontrarei, serei meu par...
Pernas andam cansadas e pesadas.
Meus olhos estão bem vermelhos,
A vida vai passando, temporadas...
Minhas mãos doloridas, cada artelho
Trazendo seus sinais, cartas marcadas;
As rugas companheiras deste espelho,
Demonstram intempéries das jornadas...
Tudo envelhece, sinto, o tempo corta;
A cada dia, sigo devagar.
Essa distância, tanta vida morta,
Procuro convencer-me, procurar
O diabo que está atrás da porta;
Mas nada encontrarei, serei meu par...
Planeta Azul
A primeira vez nua, em nosso espaço;
Que tão distante, longe sem embaço,
Te desnudaste inteira, Terra amiga,
Cantávamos felizes, u’a cantiga...
Eras muito mais bela; nenhum traço
Desenhara-te linda assim; Picasso,
Nem Da Vinci, nenhum deles; me diga
Quem pudera pensar que a Terra antiga,
De beleza gentil e inesperada,
Fosse roubar teus olhos, minha amada;
Pois tão sedenta andava só de luz;
Assim, mal percebendo o triste blues,
Num momento de glória, apaixonada,
A Terra, qual teus olhos, tão azuis...
Que tão distante, longe sem embaço,
Te desnudaste inteira, Terra amiga,
Cantávamos felizes, u’a cantiga...
Eras muito mais bela; nenhum traço
Desenhara-te linda assim; Picasso,
Nem Da Vinci, nenhum deles; me diga
Quem pudera pensar que a Terra antiga,
De beleza gentil e inesperada,
Fosse roubar teus olhos, minha amada;
Pois tão sedenta andava só de luz;
Assim, mal percebendo o triste blues,
Num momento de glória, apaixonada,
A Terra, qual teus olhos, tão azuis...
A paz
Meu caminho seguindo pela vida,
Transcorrendo gentil e tão risonho;
E mal contendo, luzes em meu sonho...
Recebendo o calor na despedida.
Em todos teus respiros, ó querida;
Muitas vezes deparo, tão medonho
Quanto cruel, deixando-me tristonho...
Por tantas vezes, foste já vencida...
Morrer por ti, me sinto até capaz;
Quanta delícia, amiga, o vento traz...
Nas tuas mãos, tão alvas quanto belas,
Quisera Deus, poder tê-las singelas,
Na ternura do cais, saveiros, velas...
Companheira possível, és a PAZ...
Transcorrendo gentil e tão risonho;
E mal contendo, luzes em meu sonho...
Recebendo o calor na despedida.
Em todos teus respiros, ó querida;
Muitas vezes deparo, tão medonho
Quanto cruel, deixando-me tristonho...
Por tantas vezes, foste já vencida...
Morrer por ti, me sinto até capaz;
Quanta delícia, amiga, o vento traz...
Nas tuas mãos, tão alvas quanto belas,
Quisera Deus, poder tê-las singelas,
Na ternura do cais, saveiros, velas...
Companheira possível, és a PAZ...
Gauche na vida
Quando meu nascimento aconteceu,
Houve silêncios, vagos murmurinhos;
Jogado ao canto, lerdos passarinhos,
Fingiam nem cantar, entristeceu...
Em tal momento obscuro, tanto breu,
Coloriu minhas ruas, meus caminhos;
E negra solidão, somos vizinhos...
Nascido esse moleque, mundo ateu...
A morte preparou a despedida,
Enfim não resistiu, foi vencida...
Ludibriei a sorte mais safada.
De tudo me restou, bem pouco ou nada.
A voz desafinou, descompassada...
Como a profetizar: gauche na vida!
Em Homenagem a Carlos, outro gauche na vida...
Houve silêncios, vagos murmurinhos;
Jogado ao canto, lerdos passarinhos,
Fingiam nem cantar, entristeceu...
Em tal momento obscuro, tanto breu,
Coloriu minhas ruas, meus caminhos;
E negra solidão, somos vizinhos...
Nascido esse moleque, mundo ateu...
A morte preparou a despedida,
Enfim não resistiu, foi vencida...
Ludibriei a sorte mais safada.
De tudo me restou, bem pouco ou nada.
A voz desafinou, descompassada...
Como a profetizar: gauche na vida!
Em Homenagem a Carlos, outro gauche na vida...
COMOVIDO
Confusão decidida num segundo.
E vamos recordar o que foi fado.
Não deixes, na parede, esse recado.
Senão eu não prossigo nesse mundo...
Profusão do que tanto sei profundo,
Na maresia quero ser salgado.
Valentia e maré trazem pescado,
Mundo redondo, mundo tão rotundo...
Marionete, sinto, sou movido;
Na sensação, dever que foi cumprido...
Minha emoção, cadência sem poema.
E se fosse sertão, seria emblema;
Mas nada mais será, a vida rema.
Conhaque me deixando, comovido...
E vamos recordar o que foi fado.
Não deixes, na parede, esse recado.
Senão eu não prossigo nesse mundo...
Profusão do que tanto sei profundo,
Na maresia quero ser salgado.
Valentia e maré trazem pescado,
Mundo redondo, mundo tão rotundo...
Marionete, sinto, sou movido;
Na sensação, dever que foi cumprido...
Minha emoção, cadência sem poema.
E se fosse sertão, seria emblema;
Mas nada mais será, a vida rema.
Conhaque me deixando, comovido...
Nada mais
Batucando meu samba sem compasso,
Vou vivendo sem passo e sem poema;
O que demais que a vida nunca teima.
É, da morte, sentir medo e cagaço...
Sinto-me, tantas vezes, um palhaço;
Perdido vagabundo sem ter lema;
Não quero clara, quero ponto, um trema.
Na fonte fiz, farei; mas nunca faço...
Na sordidez leal que tu me tinhas,
Amor que era bem pouco, parcas linhas.
Vestido tirolês: comenta leite...
Não quero nem inglês, talvez azeite;
Nem estou procurando quem aceite,
Fazer de todo canto, essas vizinhas...
Vou vivendo sem passo e sem poema;
O que demais que a vida nunca teima.
É, da morte, sentir medo e cagaço...
Sinto-me, tantas vezes, um palhaço;
Perdido vagabundo sem ter lema;
Não quero clara, quero ponto, um trema.
Na fonte fiz, farei; mas nunca faço...
Na sordidez leal que tu me tinhas,
Amor que era bem pouco, parcas linhas.
Vestido tirolês: comenta leite...
Não quero nem inglês, talvez azeite;
Nem estou procurando quem aceite,
Fazer de todo canto, essas vizinhas...
Teus seios, doces seios, tão macios...
Teus seios, doces seios, tão macios...
Quem dera poder neles me perder;
Eu saberia então o que é viver!
Quisera conhecer teus vários rios...
Nas coxas que deflagram mais vadios,
Orgasmos são procuras, quero ter;
Delicioso campo do prazer.
Quem dera misturar os nossos cios!
Penetrando com calma, devagar,
Essa estrada tão bela lembra o mar;
N’umidade gentil; teu belo sexo.
Venceria, feliz, o meu complexo,
Viveria contigo: seu anexo...
Explodindo os dois juntos num gozar!
Quem dera poder neles me perder;
Eu saberia então o que é viver!
Quisera conhecer teus vários rios...
Nas coxas que deflagram mais vadios,
Orgasmos são procuras, quero ter;
Delicioso campo do prazer.
Quem dera misturar os nossos cios!
Penetrando com calma, devagar,
Essa estrada tão bela lembra o mar;
N’umidade gentil; teu belo sexo.
Venceria, feliz, o meu complexo,
Viveria contigo: seu anexo...
Explodindo os dois juntos num gozar!
Navegante perdido
O meu tempero é tua boca amarga;
Meus dentes, tentativas de mordida.
Não quero mais sangrar a despedida,
Nem quero sentir tudo qu’alma embarga...
Minha carta, postada, tudo alarga;
Só meu desejo, nunca mais traz vida,
Minha vida, fecunda e bem curtida;
Não suporta, nos ombros, essa carga...
Disseste-me verdades incompletas,
Navegante perdido, tão sem metas.
Meu rumo, sem ter prumo nem ter rima.
Faz de tudo, machuca a auto-estima,
Finges doçura, falsa não és lima.
Estradas curvas, mesmo nessas retas...
Meus dentes, tentativas de mordida.
Não quero mais sangrar a despedida,
Nem quero sentir tudo qu’alma embarga...
Minha carta, postada, tudo alarga;
Só meu desejo, nunca mais traz vida,
Minha vida, fecunda e bem curtida;
Não suporta, nos ombros, essa carga...
Disseste-me verdades incompletas,
Navegante perdido, tão sem metas.
Meu rumo, sem ter prumo nem ter rima.
Faz de tudo, machuca a auto-estima,
Finges doçura, falsa não és lima.
Estradas curvas, mesmo nessas retas...
Meu livro deixei aberto
Meu livro deixei aberto,
Na página que procuro;
Quando meu amor tá perto,
Fico cego, tudo escuro...
Na página que procuro;
Quando meu amor tá perto,
Fico cego, tudo escuro...
Vaso ruim tá quebrado
Vaso ruim tá quebrado,
Procurei então colar;
Meu amor desesperado,
Não pode mais esperar...
Procurei então colar;
Meu amor desesperado,
Não pode mais esperar...
Bebi água cristalina
Bebi água cristalina,
Na fonte desse riacho;
Amor por essa menina,
Como dói esse diacho...
Na fonte desse riacho;
Amor por essa menina,
Como dói esse diacho...
Bate bumbo na bandinha
Bate bumbo na bandinha,
Na bandinha bate manso.
Vem amor, vem de bandinha;
Sua banda assim, alcanço...
Na bandinha bate manso.
Vem amor, vem de bandinha;
Sua banda assim, alcanço...
Dois bicudos não se beijam
Dois bicudos não se beijam,
Mas se mordem sim senhor;
Das mordidas não se queixam,
Inda mais se for d’amor...
Mas se mordem sim senhor;
Das mordidas não se queixam,
Inda mais se for d’amor...
Como dói a madrugada...
Saca-rolha o porco tem,
E também tem a tomada.
Meu amor, vou sem ninguém,
Como dói a madrugada...
E também tem a tomada.
Meu amor, vou sem ninguém,
Como dói a madrugada...
Meu colchão feito de palha.
Minha cama foi montada,
Meu colchão feito de palha.
Quando vem a madrugada,
Só saudades m’atrapalha...
Meu colchão feito de palha.
Quando vem a madrugada,
Só saudades m’atrapalha...
MINHA MAGRICELA
Resta minha magricela,
Nela ponho minha fé;
É melhor andar com ela,
Do que ir embora, a pé...
Nela ponho minha fé;
É melhor andar com ela,
Do que ir embora, a pé...
Peixe traz uma minhoca
Peixe traz uma minhoca,
Nessa boca quem pescou.
Amor batido e paçoca,
Tanto bate que quebrou...
Nessa boca quem pescou.
Amor batido e paçoca,
Tanto bate que quebrou...
TEMPEROS DO AMOR
Cheiro verde e cebolinha,
São temperos sim senhor;
Amor e Mariazinha,
Juntando já nasce flor...
São temperos sim senhor;
Amor e Mariazinha,
Juntando já nasce flor...
Meu amor não me maltrate...
Rosa brota da roseira,
Tomateiro dá tomate;
Manga vem de uma mangueira,
Meu amor não me maltrate...
Tomateiro dá tomate;
Manga vem de uma mangueira,
Meu amor não me maltrate...
Amor e paz
Na noite servi um copo,
No dia fiz a batida;
O que vier eu já topo,
Amor e paz nessa vida...
No dia fiz a batida;
O que vier eu já topo,
Amor e paz nessa vida...
Da vida, tirando sarro...
No fumo trago fumaça,
Na fumaça meu cigarro;
Na boca trago a cachaça,
Da vida, tirando sarro...
Na fumaça meu cigarro;
Na boca trago a cachaça,
Da vida, tirando sarro...
São remendos da saudade
São remendos da saudade,
As coisas que quero crer;
Procurei felicidade,
O que encontrei? Só você!
As coisas que quero crer;
Procurei felicidade,
O que encontrei? Só você!
Vaso trincado não cola
Vaso trincado não cola,
E se cola não remenda.
Amor por mais que m’acenda,
Ela nunca me deu bola...
E se cola não remenda.
Amor por mais que m’acenda,
Ela nunca me deu bola...
Boca do sapo colei
Boca do sapo colei,
Esparadrapo da avó.
Meu amor eu amarrei,
Me deu pena, me deu dó...
Esparadrapo da avó.
Meu amor eu amarrei,
Me deu pena, me deu dó...
Sangra peito de mansinho
Sangra peito de mansinho,
Cupido foi quem flechou;
Passarinho faz seu ninho,
Meu ninho desalinhou
Cupido foi quem flechou;
Passarinho faz seu ninho,
Meu ninho desalinhou
Arranhou o meu amor
Minha perna machucada,
Arranhou o meu amor;
Amor de carta marcada
Traz essa marca da dor...
Arranhou o meu amor;
Amor de carta marcada
Traz essa marca da dor...
NEM PEÇA NEM PEDAÇO
Não mais serei nem peça nem pedaço,
Não quero ter completa decisão,
Sobre se fazer, quero a indecisão,
Basta das tais saudades, meu abraço...
Quero terminar tanto quanto passo,
Em meio a quedas, sofro sim e chão,
Menina nunca quero teu perdão,
A vida sigo, preso no teu laço...
Eu quero revelia, meu revés,
Não quero ver a vida no viés,
Pedaços dos abraços traz o tchau.
Essa balburdia cheira carnaval,
Minha senzala feita no varal,
As marcas das correntes nos meus pés...
Não quero ter completa decisão,
Sobre se fazer, quero a indecisão,
Basta das tais saudades, meu abraço...
Quero terminar tanto quanto passo,
Em meio a quedas, sofro sim e chão,
Menina nunca quero teu perdão,
A vida sigo, preso no teu laço...
Eu quero revelia, meu revés,
Não quero ver a vida no viés,
Pedaços dos abraços traz o tchau.
Essa balburdia cheira carnaval,
Minha senzala feita no varal,
As marcas das correntes nos meus pés...
No verde desses olhos
No verde desses olhos, trazes mata,
Na lembrança feliz da juventude,
Quisera ter a mesma, magnitude,
Do amor que vai correndo qual cascata...
Verde cor d’esperança que maltrata,
Que traz de novo o brilho e atitude,
Verde que me dá vida e mais saúde
Os teus olhos tão verdes, vida e nata...
Não precisava amar, quase mais nada,
A não ser tua lua esverdeada,
No teu canto feliz, os verdes campos...
Brilhando nessa noite, pirilampos,
Não quero me prender nego meus grampos,
Só quero sentir verde na morada...
Na lembrança feliz da juventude,
Quisera ter a mesma, magnitude,
Do amor que vai correndo qual cascata...
Verde cor d’esperança que maltrata,
Que traz de novo o brilho e atitude,
Verde que me dá vida e mais saúde
Os teus olhos tão verdes, vida e nata...
Não precisava amar, quase mais nada,
A não ser tua lua esverdeada,
No teu canto feliz, os verdes campos...
Brilhando nessa noite, pirilampos,
Não quero me prender nego meus grampos,
Só quero sentir verde na morada...
OJOS AZULES.
OJOS AZULES.
Despertarse temprano, como de costumbre desde hace mucho tiempo, su única creación, desde la época más pueriles de la vida se había visto obligado a trabajar, primero con sus tíos en la granja, y luego con el mismo empleador que había sido su padre, quien murió a principios de los primeros pasos , recuerdos olvidados en algún cajón, llevaba mucho tiempo cerrada.
Miró el cuerpo tendido en la cama, cuerpo bien proporcionado, la guapa morena que había conocido y pronto cayó en el amor, el matrimonio de 10 años, cuatro hijos y pequeñas alegrías.
Se dio cuenta y la alarma del reloj, de cinco horas, como siempre, incluso en vacaciones no pudo levantarse más tarde, el esclavo de la rutina cruel ...
En ese momento pensó que la noche anterior, la noche, extraño, lleno de fantasmas y pesadillas, que últimamente se había convertido en tumulto habitual, casi a diario de gente gritando y corriendo, cosa extraña ...
Silencioso como un niño ", incapaz de hacer daño a una mosca", comentó el segundo tío, tío, que era su padre, un acto de amor sin cargos, el verdadero amor.
La tía no tanto, no como ese niño blando corriendo por la casa, no tenía más que los tres que dieron su vida y todavía tenía que aguantar a esta plaga.
Niño aún más que, incluso si ese fue el primer gran amor de su vida, pero la hermana más hermosa ...
La plaga de los niños, cada día más parecido a su padre, tan diferente de su esposo, el hermano del hijo de puta ...
Esos ojos azules estaban atormentando la vida de su hermano desde hace muchos años ese chico suelto por la casa.
Se trata de una prueba divina de prueba, y la provocación, como pudo soportarlo?
Y la vida siguió de patios y de la escuela, era difícil de jugar, sólo la tía no estaba en casa, la perra fue terrible.
La prohibición de todas, y el bloqueo del niño en la casa como una vigilancia de libélula. Tia muy extraño, de vez en cuando miraba sus ojos en ella, descansado y desprevenidos.
¿Cuándo quince años, noches solitarias en las relaciones sexuales que explotan, quemando todo en el calor en el invierno, el despertar de una fiebre, la fiebre desenfrenada y desesperada ...
Y el placer culpable, el pecado, de acuerdo con la tía y el sacerdote ...
Un día se olvidó la puerta abierta, y, sorprendentemente, miró hacia otro lado cuando vio una sombra que pasa junto a la casa, extraña sombra, que supuso que la tía, pero no podía garantizar.
A los diecisiete años se reunió Marta, morena cuerpo maravilloso, perfecto, los muslos duros y dientes blancos y brillantes.
El tío estaba encantado, trabajador sobrino, muy morena, pareja perfecta.
Los muertos tía, es cada vez más atrapado en la habitación, el médico habló de la menopausia, el tío de acuerdo, y soportando pacientemente la crisis fue más frecuente en las mujeres, bueno, pero muy temperamental, "problemas de los nervios ..."
El niño llegó por primera vez en el otoño, el matrimonio del vientre rápidamente Marta embarazadas grande, una gran cantidad de estrías, Martha era diferente y los dientes empezaron a caer poco a poco hasta que no más.
Embarazo hermosa chica modificar y trajo un chico diferente, enfermo, débil pecho, extraño muchacho que apenas lloraba y lloraba era débil, casi un maullido de gato.
Dos años más tarde, el segundo niño, fuerte, robusto, como el que posee los mismos ojos azules, que no degenere en sus hojas ...
Después de las dos niñas, gemelas, hermosa y tímida, Marta reeditado, pero con los ojos azules, los mismos ojos de su abuelo y su padre.
En ese momento ya se había trasladado a la ciudad y trabajaba como albañil, tuvo cierto éxito y siempre tuvo puestos de trabajo, y Martha consiguió un trabajo como limpiadora en la pequeña escuela cerca de casa.
Vida sencilla de la gente sencilla en la ciudad sencilla, pero los sueños se lo dejó preocupado, sueños repetidos y cada vez más extraño.
Ese día, el tiempo, los sueños parecen tan reales como si se tratara sidos verdad.
Lo extraño es que cuenta desde hace algún tiempo, cuando miraba en sueños era más viejo, arrugado, como si hubieran pasado muchos años, y había una sombra de la cara de una mujer y lleno de humo, un detalle cuenta, una cosa llamada la atención era una mujer llevaba un anillo en su mano derecha, algo así como un anillo, un anillo, pero ... Plata con un diseño extraño, como la que se ve en una foto en Egipto, con la cara de una mujer ...
Esa mañana, a ver a Martha acostado, con los muslos fuertes y gruesos expuestos residuo de un pasado glorioso, que muestran que donde no había marcas de la flacidez y se extienden, no había sido una mujer deseable India, el pensamiento en la vida pasada y gracias a Dios por lo que la vida le había dado; una buena esposa y compañera.
Pensaba que el sueño era Martha, pero la reparación y vi que Marta fue mayor, lleno de cuerpo que el sueño de una mujer.
Cuando se disponía a tomar el café fue interrumpido por un grito proveniente de la puerta.
Un niño gritó el general, jadeando y llamándolo por su nombre.
Al abrir la puerta, se dio cuenta de que ella había arañado y el fondo, no recordaba, pero el trabajo era demasiado duro y podría haber hecho daño sin darse cuenta, pasó de vez en cuando. Sorprendente al principio, pero ahora estaba acostumbrado.
El muchacho le dijo a su procedencia.
Su tía había muerto, muerto amaneció, y parece que es que su tío había matado a la anciana. Ella estaba amoratada, lisiados, de verdad.
Y salió corriendo para ver lo que había sucedido.
Al llegar a casa de su tío Dante se encontró con un espectáculo, la puerta rota, saquearon toda la casa con la sangre por todo el lugar.
En el cuarto, el cuerpo de su tía, de cortes, lleno de moretones, los ojos muy abiertos, saltando fuera de la órbita, una escena terrible.
El tío, que fue detenido, esposado, gritando con desesperación, que niega todo, pero las marcas en el rostro traicionó la lucha que había tenido una gran pelea.
- No me! No era yo! -Gritó el tío.
Habló de un ladrón o confundidos acerca de algo así como que había entrado en la casa, y atacó a la mujer, la defensa de que habría sido alcanzado por el hombre, encapuchado no ver a la izquierda nada, excepto sus ojos, extraños ojos azules. ..
Un detalle pasó inadvertido por todos, incluyendo a nuestro héroe, en la esquina, arrojando un anillo, con la esfinge tallada ...
Desde esa noche, nunca; algo extraño, tenía esas pesadillas ...
Despertarse temprano, como de costumbre desde hace mucho tiempo, su única creación, desde la época más pueriles de la vida se había visto obligado a trabajar, primero con sus tíos en la granja, y luego con el mismo empleador que había sido su padre, quien murió a principios de los primeros pasos , recuerdos olvidados en algún cajón, llevaba mucho tiempo cerrada.
Miró el cuerpo tendido en la cama, cuerpo bien proporcionado, la guapa morena que había conocido y pronto cayó en el amor, el matrimonio de 10 años, cuatro hijos y pequeñas alegrías.
Se dio cuenta y la alarma del reloj, de cinco horas, como siempre, incluso en vacaciones no pudo levantarse más tarde, el esclavo de la rutina cruel ...
En ese momento pensó que la noche anterior, la noche, extraño, lleno de fantasmas y pesadillas, que últimamente se había convertido en tumulto habitual, casi a diario de gente gritando y corriendo, cosa extraña ...
Silencioso como un niño ", incapaz de hacer daño a una mosca", comentó el segundo tío, tío, que era su padre, un acto de amor sin cargos, el verdadero amor.
La tía no tanto, no como ese niño blando corriendo por la casa, no tenía más que los tres que dieron su vida y todavía tenía que aguantar a esta plaga.
Niño aún más que, incluso si ese fue el primer gran amor de su vida, pero la hermana más hermosa ...
La plaga de los niños, cada día más parecido a su padre, tan diferente de su esposo, el hermano del hijo de puta ...
Esos ojos azules estaban atormentando la vida de su hermano desde hace muchos años ese chico suelto por la casa.
Se trata de una prueba divina de prueba, y la provocación, como pudo soportarlo?
Y la vida siguió de patios y de la escuela, era difícil de jugar, sólo la tía no estaba en casa, la perra fue terrible.
La prohibición de todas, y el bloqueo del niño en la casa como una vigilancia de libélula. Tia muy extraño, de vez en cuando miraba sus ojos en ella, descansado y desprevenidos.
¿Cuándo quince años, noches solitarias en las relaciones sexuales que explotan, quemando todo en el calor en el invierno, el despertar de una fiebre, la fiebre desenfrenada y desesperada ...
Y el placer culpable, el pecado, de acuerdo con la tía y el sacerdote ...
Un día se olvidó la puerta abierta, y, sorprendentemente, miró hacia otro lado cuando vio una sombra que pasa junto a la casa, extraña sombra, que supuso que la tía, pero no podía garantizar.
A los diecisiete años se reunió Marta, morena cuerpo maravilloso, perfecto, los muslos duros y dientes blancos y brillantes.
El tío estaba encantado, trabajador sobrino, muy morena, pareja perfecta.
Los muertos tía, es cada vez más atrapado en la habitación, el médico habló de la menopausia, el tío de acuerdo, y soportando pacientemente la crisis fue más frecuente en las mujeres, bueno, pero muy temperamental, "problemas de los nervios ..."
El niño llegó por primera vez en el otoño, el matrimonio del vientre rápidamente Marta embarazadas grande, una gran cantidad de estrías, Martha era diferente y los dientes empezaron a caer poco a poco hasta que no más.
Embarazo hermosa chica modificar y trajo un chico diferente, enfermo, débil pecho, extraño muchacho que apenas lloraba y lloraba era débil, casi un maullido de gato.
Dos años más tarde, el segundo niño, fuerte, robusto, como el que posee los mismos ojos azules, que no degenere en sus hojas ...
Después de las dos niñas, gemelas, hermosa y tímida, Marta reeditado, pero con los ojos azules, los mismos ojos de su abuelo y su padre.
En ese momento ya se había trasladado a la ciudad y trabajaba como albañil, tuvo cierto éxito y siempre tuvo puestos de trabajo, y Martha consiguió un trabajo como limpiadora en la pequeña escuela cerca de casa.
Vida sencilla de la gente sencilla en la ciudad sencilla, pero los sueños se lo dejó preocupado, sueños repetidos y cada vez más extraño.
Ese día, el tiempo, los sueños parecen tan reales como si se tratara sidos verdad.
Lo extraño es que cuenta desde hace algún tiempo, cuando miraba en sueños era más viejo, arrugado, como si hubieran pasado muchos años, y había una sombra de la cara de una mujer y lleno de humo, un detalle cuenta, una cosa llamada la atención era una mujer llevaba un anillo en su mano derecha, algo así como un anillo, un anillo, pero ... Plata con un diseño extraño, como la que se ve en una foto en Egipto, con la cara de una mujer ...
Esa mañana, a ver a Martha acostado, con los muslos fuertes y gruesos expuestos residuo de un pasado glorioso, que muestran que donde no había marcas de la flacidez y se extienden, no había sido una mujer deseable India, el pensamiento en la vida pasada y gracias a Dios por lo que la vida le había dado; una buena esposa y compañera.
Pensaba que el sueño era Martha, pero la reparación y vi que Marta fue mayor, lleno de cuerpo que el sueño de una mujer.
Cuando se disponía a tomar el café fue interrumpido por un grito proveniente de la puerta.
Un niño gritó el general, jadeando y llamándolo por su nombre.
Al abrir la puerta, se dio cuenta de que ella había arañado y el fondo, no recordaba, pero el trabajo era demasiado duro y podría haber hecho daño sin darse cuenta, pasó de vez en cuando. Sorprendente al principio, pero ahora estaba acostumbrado.
El muchacho le dijo a su procedencia.
Su tía había muerto, muerto amaneció, y parece que es que su tío había matado a la anciana. Ella estaba amoratada, lisiados, de verdad.
Y salió corriendo para ver lo que había sucedido.
Al llegar a casa de su tío Dante se encontró con un espectáculo, la puerta rota, saquearon toda la casa con la sangre por todo el lugar.
En el cuarto, el cuerpo de su tía, de cortes, lleno de moretones, los ojos muy abiertos, saltando fuera de la órbita, una escena terrible.
El tío, que fue detenido, esposado, gritando con desesperación, que niega todo, pero las marcas en el rostro traicionó la lucha que había tenido una gran pelea.
- No me! No era yo! -Gritó el tío.
Habló de un ladrón o confundidos acerca de algo así como que había entrado en la casa, y atacó a la mujer, la defensa de que habría sido alcanzado por el hombre, encapuchado no ver a la izquierda nada, excepto sus ojos, extraños ojos azules. ..
Un detalle pasó inadvertido por todos, incluyendo a nuestro héroe, en la esquina, arrojando un anillo, con la esfinge tallada ...
Desde esa noche, nunca; algo extraño, tenía esas pesadillas ...
Un voyageur de commerce
John Polino, comme un garçon, était l'un des plus grands conquérants de Santa Martha, un vrai gentleman, propriétaire de la plus bleue Caparaó yeux.
Votre ami, José Reis, son frère bien-aimé de Rita, avait un cabinet de sec et humide et froid dans cette terre bien-aimée.
John, propriétaire de ses dix-sept ans, a décidé de travailler avec Joseph, un œil sur Rita, fille encore, mais possède une douceur et une sérénité vraiment accrocheur.
Bientôt donc ils mis au travail, John a reçu une invitation irrésistible; l'un des plus grands détaillants alimentaires dans la région, basé à Itapemirim, a décidé de l'appeler à l'audition comme vendeur ambulant.
John n'a pas bronché, la possibilité d'un gain plus élevé et une vie d'aventure qui a attiré l'avance était trop tentante pour notre héros.
Le plaisir de ce métier était le même, la variété des lieux et des personnes qui elles vivent. Toutes ces choses captivé John, qui a commencé une histoire d'aventure inégalée ...
Lors d'un voyage, John irait Guaçu, ce qui n'aurait pas de problèmes puisque la ville avait jusqu'à une infrastructure raisonnable.
L'Hôtel Royal dans le centre de la ville avait plusieurs lits disponibles pour les voyageurs et les touristes toujours décontractée.
Il s'avère que, dans ces jours, il y aurait une exposition de bétail dans la ville et l'hôtel a été totalement complète.
Rien de plus à John, utilisé pour traverser la route.
Il s'avère que, il se préparait à aller sur la route, voyageant de là à Saint-Jacques et Saint-Laurent où ils trouvent, tour facile ou le lecteur à sa bien-aimée Marthe Santa, le temps de voir son Rita, la pluie tombait.
Pluie mentent pas; tempête, et en colère.
Il pleuvait comme certains le disent, les cruches, et même un couteau a commencé à tomber sur le dos des innocents.
Vous cherchez ici, il ya la recherche, voici le dernier espoir: il ya une pension côté les pros de la ville haute, utilisé par les couples qui cherchent un endroit sans témoins de la nuit d'amour qui était à venir.
Même là, il n'y avait pas de lits. Mais, désolé pour John Polino, Toniquinho, le gestionnaire de la pension a une suggestion:
Il y avait un monsieur d'âge avancé, sans famille et sans amis, a vécu dans la durée de vie propriétaire de la maison d'embarquement quatrième, grassement payés à leur pension d'ex-militaires.
La nuit avançait et l'ombre de la pluie d'apprivoiser ...
John a accepté l'invitation à partager un lit avec cet homme, inoffensif et l'asthme.
Tard dans la nuit, tard dans la nuit, voici, soudain, vous donner un bon départ à pleurer et à demander de l'aide de John:
-Mon fils, donnez-moi une femme, pour l'amour de Dieu, je te donnerai tout ce que j'ai, mais obtenez-moi une femme bientôt ...
Par pitié John, répondit, non monsieur façon, pas pour tout l'argent de ce monde!
-Pourquoi, mon fils, dis-moi pourquoi?
-Tout d'abord, deux heures du matin et je ne sors pas moins une femme regardant l'aube, a la sainte patience!
-Deuxièmement, il pleut beaucoup et je n'ai même pas apporté des parapluies et je ne tombe malade, et encore moins attraper une pneumonie et troisièmement, mon seigneur, ce que vous tenez n'est pas la vôtre n'a pas, c'est ma !
Votre ami, José Reis, son frère bien-aimé de Rita, avait un cabinet de sec et humide et froid dans cette terre bien-aimée.
John, propriétaire de ses dix-sept ans, a décidé de travailler avec Joseph, un œil sur Rita, fille encore, mais possède une douceur et une sérénité vraiment accrocheur.
Bientôt donc ils mis au travail, John a reçu une invitation irrésistible; l'un des plus grands détaillants alimentaires dans la région, basé à Itapemirim, a décidé de l'appeler à l'audition comme vendeur ambulant.
John n'a pas bronché, la possibilité d'un gain plus élevé et une vie d'aventure qui a attiré l'avance était trop tentante pour notre héros.
Le plaisir de ce métier était le même, la variété des lieux et des personnes qui elles vivent. Toutes ces choses captivé John, qui a commencé une histoire d'aventure inégalée ...
Lors d'un voyage, John irait Guaçu, ce qui n'aurait pas de problèmes puisque la ville avait jusqu'à une infrastructure raisonnable.
L'Hôtel Royal dans le centre de la ville avait plusieurs lits disponibles pour les voyageurs et les touristes toujours décontractée.
Il s'avère que, dans ces jours, il y aurait une exposition de bétail dans la ville et l'hôtel a été totalement complète.
Rien de plus à John, utilisé pour traverser la route.
Il s'avère que, il se préparait à aller sur la route, voyageant de là à Saint-Jacques et Saint-Laurent où ils trouvent, tour facile ou le lecteur à sa bien-aimée Marthe Santa, le temps de voir son Rita, la pluie tombait.
Pluie mentent pas; tempête, et en colère.
Il pleuvait comme certains le disent, les cruches, et même un couteau a commencé à tomber sur le dos des innocents.
Vous cherchez ici, il ya la recherche, voici le dernier espoir: il ya une pension côté les pros de la ville haute, utilisé par les couples qui cherchent un endroit sans témoins de la nuit d'amour qui était à venir.
Même là, il n'y avait pas de lits. Mais, désolé pour John Polino, Toniquinho, le gestionnaire de la pension a une suggestion:
Il y avait un monsieur d'âge avancé, sans famille et sans amis, a vécu dans la durée de vie propriétaire de la maison d'embarquement quatrième, grassement payés à leur pension d'ex-militaires.
La nuit avançait et l'ombre de la pluie d'apprivoiser ...
John a accepté l'invitation à partager un lit avec cet homme, inoffensif et l'asthme.
Tard dans la nuit, tard dans la nuit, voici, soudain, vous donner un bon départ à pleurer et à demander de l'aide de John:
-Mon fils, donnez-moi une femme, pour l'amour de Dieu, je te donnerai tout ce que j'ai, mais obtenez-moi une femme bientôt ...
Par pitié John, répondit, non monsieur façon, pas pour tout l'argent de ce monde!
-Pourquoi, mon fils, dis-moi pourquoi?
-Tout d'abord, deux heures du matin et je ne sors pas moins une femme regardant l'aube, a la sainte patience!
-Deuxièmement, il pleut beaucoup et je n'ai même pas apporté des parapluies et je ne tombe malade, et encore moins attraper une pneumonie et troisièmement, mon seigneur, ce que vous tenez n'est pas la vôtre n'a pas, c'est ma !
A traveling salesman
John Polino, as a boy, was one of the greatest conquerors of Santa Martha, a true gentleman, owner of the bluest eyes Caparaó.
Your friend, Jose Reis, his beloved brother of Rita, had a cabinet of dry and wet and cold in that beloved land.
John, owner of his seventeen years, decided to work with Joseph, an eye on Rita, girl yet, but owns a gentleness and serenity really catchy.
Soon so they set to work, John received an invitation irresistible; one of the largest food retailers in the region, based in Itapemirim, decided to call him to audition as a traveling salesman.
John did not blink, the possibility of a higher gain and a life of adventure that drew ahead were too tempting for our hero.
The fun of this profession was the same, the variety of places and people they live with. All these things captivated John, who began an unparalleled adventure story ...
On one trip, John would go Guaçu, which would not have problems since the city had until a reasonable infrastructure.
The Royal Hotel in the center of the city had several beds available to travelers and tourists always casual.
It turns out that, in those days, there would be a livestock show in the city and the hotel was totally full.
Nothing much to John, used to weathering the road.
Turns out, he was preparing to go on the road, traveling from there to St. James and St. Lawrence when they find, easy ride or drive to his beloved Santa Martha, the time to see her Rita, the rain fell.
Rain not lie; storm, and angry.
It was raining as some say, the pitchers, and even knife began to fall on the backs of the unsuspecting.
Looking here, looking there, here comes the last hope: a pension there pros side of High Town, used by couples seeking a place with no witnesses to the night of love that was coming.
Even there, there were no beds. But, sorry for John Polino, Toniquinho, the manager of the pension has a suggestion:
There was a gentleman of advanced age, without family and without friends, lived in the boarding house owner fourth lifetime, paid handsomely to their pensions of ex-military.
The night progressed and the rain shadow of taming ...
John accepted the invitation to share a bed with that man, harmless and asthma.
Late at night, late into the night, behold, suddenly, you give a start to cry and ask for help from John:
-My son, get me a woman, for God's sake, I'll give everything I have, but get me a woman soon ...
By John ruthless, replied, no way sir, not for all the money of this world!
-Why, my son, tell me why?
-First, two o'clock in the morning and I'm not going out at dawn looking woman, has the holy patience!
-Secondly, it's raining a lot and I do not even brought umbrellas and I do not get sick, much less catch pneumonia and thirdly, my lord, what you're holding is not yours does not, IS MY !
Your friend, Jose Reis, his beloved brother of Rita, had a cabinet of dry and wet and cold in that beloved land.
John, owner of his seventeen years, decided to work with Joseph, an eye on Rita, girl yet, but owns a gentleness and serenity really catchy.
Soon so they set to work, John received an invitation irresistible; one of the largest food retailers in the region, based in Itapemirim, decided to call him to audition as a traveling salesman.
John did not blink, the possibility of a higher gain and a life of adventure that drew ahead were too tempting for our hero.
The fun of this profession was the same, the variety of places and people they live with. All these things captivated John, who began an unparalleled adventure story ...
On one trip, John would go Guaçu, which would not have problems since the city had until a reasonable infrastructure.
The Royal Hotel in the center of the city had several beds available to travelers and tourists always casual.
It turns out that, in those days, there would be a livestock show in the city and the hotel was totally full.
Nothing much to John, used to weathering the road.
Turns out, he was preparing to go on the road, traveling from there to St. James and St. Lawrence when they find, easy ride or drive to his beloved Santa Martha, the time to see her Rita, the rain fell.
Rain not lie; storm, and angry.
It was raining as some say, the pitchers, and even knife began to fall on the backs of the unsuspecting.
Looking here, looking there, here comes the last hope: a pension there pros side of High Town, used by couples seeking a place with no witnesses to the night of love that was coming.
Even there, there were no beds. But, sorry for John Polino, Toniquinho, the manager of the pension has a suggestion:
There was a gentleman of advanced age, without family and without friends, lived in the boarding house owner fourth lifetime, paid handsomely to their pensions of ex-military.
The night progressed and the rain shadow of taming ...
John accepted the invitation to share a bed with that man, harmless and asthma.
Late at night, late into the night, behold, suddenly, you give a start to cry and ask for help from John:
-My son, get me a woman, for God's sake, I'll give everything I have, but get me a woman soon ...
By John ruthless, replied, no way sir, not for all the money of this world!
-Why, my son, tell me why?
-First, two o'clock in the morning and I'm not going out at dawn looking woman, has the holy patience!
-Secondly, it's raining a lot and I do not even brought umbrellas and I do not get sick, much less catch pneumonia and thirdly, my lord, what you're holding is not yours does not, IS MY !
Un viajante de comercio
Un viajante de comercio
John Polino, como un niño, fue uno de los mayores conquistadores de Santa Marta, un verdadero caballero, dueño de la más azul Caparaó ojos.
Su amigo, José Reis, su querido hermano de Rita, había un gabinete de seco y húmedo y frío en esa tierra querida.
Juan, dueño de sus diecisiete años, decidió trabajar con José, un ojo en Rita, niña todavía, pero posee una dulzura y serenidad muy pegajoso.
Pronto, así que se pusieron a trabajar, John recibió una invitación irresistible, uno de los mayores distribuidores de alimentos en la región, con sede en Itapemirim, decidió llamar a la audición como un viajante de comercio.
Juan no se inmutó, la posibilidad de una mayor ganancia y una vida de aventura que hizo antes eran demasiado tentadores para nuestro héroe.
Lo divertido de esta profesión era el mismo, la variedad de lugares y personas que conviven. Todas estas cosas cautivado John, quien comenzó una historia de aventuras sin igual ...
En un viaje, John iría Guaçu, que no habría problemas, ya que la ciudad tenía hasta una infraestructura razonable.
El Hotel Royal en el centro de la ciudad tenía varias camas disponibles para los viajeros y turistas siempre casual.
Resulta que, en aquellos días, habría una exposición de ganado en la ciudad y el hotel estaba totalmente lleno.
No hay mucho que John, que se utiliza a la intemperie de la carretera.
Resulta que, cuando se disponía a salir de gira, viajando desde allí a Santiago y San Lorenzo cuando se dan cuenta, paseo fácil o la unidad a su querida Santa Marta, el tiempo para ver a su Rita, la lluvia caía.
La lluvia no mentira, la tormenta, y con rabia.
Estaba lloviendo, como dicen algunos, los lanzadores, e incluso un cuchillo comenzó a caer sobre las espaldas de los incautos.
Buscando aquí, buscando allí, aquí viene la última esperanza: una pensión hay pros lado de la ciudad de Alta, utilizado por las parejas que buscan un lugar sin testigos de la noche de amor que se avecinaba.
Incluso allí, no había camas. Pero, lo siento por John Polino, Toniquinho, el gerente de la pensión tiene una sugerencia:
Había un señor de avanzada edad, sin familia y sin amigos, vivía en la casa de toda la vida cuarto propietario de embarque, pagar generosamente a sus pensiones de los ex militares.
La noche avanzaba y la sombra de la lluvia de domar ...
John aceptó la invitación a compartir la cama con el hombre, inofensivo y el asma.
Tarde en la noche, hasta altas horas de la noche, he aquí que, de repente, darle un nuevo comienzo a llorar y pedir ayuda a Juan:
-Hijo mío, a una mujer, por amor de Dios, voy a dar todo lo que tengo, pero me una mujer muy pronto ...
Por la despiadada John, respondió, no señor manera, no todo el dinero de este mundo!
¿Por qué, hijo mío, dime por qué?
-En primer lugar, las dos de la mañana y yo no voy a salir a una mujer en busca del amanecer, tiene la santa paciencia!
-En segundo lugar, está lloviendo mucho y ni siquiera me trajo paraguas y yo no se enferman, y mucho menos coger una pulmonía y en tercer lugar, mi señor, lo que está sosteniendo que no es tuyo no lo hace, es mi !
John Polino, como un niño, fue uno de los mayores conquistadores de Santa Marta, un verdadero caballero, dueño de la más azul Caparaó ojos.
Su amigo, José Reis, su querido hermano de Rita, había un gabinete de seco y húmedo y frío en esa tierra querida.
Juan, dueño de sus diecisiete años, decidió trabajar con José, un ojo en Rita, niña todavía, pero posee una dulzura y serenidad muy pegajoso.
Pronto, así que se pusieron a trabajar, John recibió una invitación irresistible, uno de los mayores distribuidores de alimentos en la región, con sede en Itapemirim, decidió llamar a la audición como un viajante de comercio.
Juan no se inmutó, la posibilidad de una mayor ganancia y una vida de aventura que hizo antes eran demasiado tentadores para nuestro héroe.
Lo divertido de esta profesión era el mismo, la variedad de lugares y personas que conviven. Todas estas cosas cautivado John, quien comenzó una historia de aventuras sin igual ...
En un viaje, John iría Guaçu, que no habría problemas, ya que la ciudad tenía hasta una infraestructura razonable.
El Hotel Royal en el centro de la ciudad tenía varias camas disponibles para los viajeros y turistas siempre casual.
Resulta que, en aquellos días, habría una exposición de ganado en la ciudad y el hotel estaba totalmente lleno.
No hay mucho que John, que se utiliza a la intemperie de la carretera.
Resulta que, cuando se disponía a salir de gira, viajando desde allí a Santiago y San Lorenzo cuando se dan cuenta, paseo fácil o la unidad a su querida Santa Marta, el tiempo para ver a su Rita, la lluvia caía.
La lluvia no mentira, la tormenta, y con rabia.
Estaba lloviendo, como dicen algunos, los lanzadores, e incluso un cuchillo comenzó a caer sobre las espaldas de los incautos.
Buscando aquí, buscando allí, aquí viene la última esperanza: una pensión hay pros lado de la ciudad de Alta, utilizado por las parejas que buscan un lugar sin testigos de la noche de amor que se avecinaba.
Incluso allí, no había camas. Pero, lo siento por John Polino, Toniquinho, el gerente de la pensión tiene una sugerencia:
Había un señor de avanzada edad, sin familia y sin amigos, vivía en la casa de toda la vida cuarto propietario de embarque, pagar generosamente a sus pensiones de los ex militares.
La noche avanzaba y la sombra de la lluvia de domar ...
John aceptó la invitación a compartir la cama con el hombre, inofensivo y el asma.
Tarde en la noche, hasta altas horas de la noche, he aquí que, de repente, darle un nuevo comienzo a llorar y pedir ayuda a Juan:
-Hijo mío, a una mujer, por amor de Dios, voy a dar todo lo que tengo, pero me una mujer muy pronto ...
Por la despiadada John, respondió, no señor manera, no todo el dinero de este mundo!
¿Por qué, hijo mío, dime por qué?
-En primer lugar, las dos de la mañana y yo no voy a salir a una mujer en busca del amanecer, tiene la santa paciencia!
-En segundo lugar, está lloviendo mucho y ni siquiera me trajo paraguas y yo no se enferman, y mucho menos coger una pulmonía y en tercer lugar, mi señor, lo que está sosteniendo que no es tuyo no lo hace, es mi !
Un commesso viaggiatore
Un commesso viaggiatore
Giovanni Polino, da ragazzo, era uno dei più grandi conquistatori di Santa Marta, un vero gentiluomo, titolare del più blu Caparaó occhi.
Il tuo amico, José Reis, il suo amato fratello di Rita, ha avuto un gabinetto di asciutto e bagnato e freddo in quella amata terra.
Giovanni, proprietario dei suoi diciassette anni, ha deciso di lavorare con Giuseppe, un occhio su Rita, ragazza ancora, ma possiede una dolcezza e serenità davvero accattivante.
Presto in modo da mettersi al lavoro, John ha ricevuto un invito irresistibile, uno dei più grandi rivenditori alimentare nella regione, con sede a Itapemirim, ha deciso di chiamarlo per un'audizione come un commesso viaggiatore.
Giovanni non ha battuto ciglio, la possibilità di un guadagno più elevato e una vita di avventura che ha davanti erano troppo invitanti per il nostro eroe.
Il divertimento di questa professione era la stessa, la varietà di luoghi e persone con cui vivono. Tutte queste cose affascinato John, che ha iniziato una storia di un'avventura senza precedenti ...
Da un viaggio, Giovanni sarebbe andato Guaçu, che non avrebbe problemi in quanto la città aveva fino ad una infrastruttura ragionevole.
Il Royal Hotel nel centro della città era più letti a disposizione dei viaggiatori e turisti sempre casual.
Si scopre che, in quei giorni, ci sarebbe stato uno spettacolo di bestiame in città e l'albergo era completamente pieno.
Non c'è molto da John, utilizzata agli agenti atmosferici la strada.
Risulta, si stava preparando ad andare sulla strada, viaggiando da lì a San Giacomo e San Lorenzo quando trovano, percorso facile o raggiungere la sua amata di Santa Marta, il momento di vedere la sua Rita, la pioggia cadeva.
Pioggia non mentire; tempesta, e arrabbiato.
Pioveva come dicono alcuni, le brocche, e anche coltelli ha cominciato a cadere sulle spalle dei ignari.
Guardando qui, cerca là, ecco che arriva l'ultima speranza: una pensione vi lato pro di Città Alta, utilizzato da coppie in cerca di un luogo senza testimoni la notte d'amore che stava arrivando.
Anche lì, non c'erano posti letto. Ma, mi dispiace per Giovanni Polino, Toniquinho, il gestore della pensione ha un suggerimento:
C'era un signore di età avanzata, senza famiglia e senza amici, ha vissuto nel corso della vita imbarco proprietario quarta casa, pagato profumatamente per le loro pensioni di ex-militari.
La notte avanzava e l'ombra pioggia di domare ...
Giovanni accettò l'invito a condividere il letto con quell'uomo, innocuo e l'asma.
A tarda notte, fino a tarda notte, ecco, improvvisamente, vi darà un inizio a piangere e chiedere aiuto a Giovanni:
-Figlio mio, farmi una donna, per amor di Dio, darò tutto quello che ho, ma farmi una donna presto ...
Con spietata Giovanni, rispose, nossignore modo, non per tutto l'oro di questo mondo!
-Perché, figlio mio, dimmi perché?
-In primo luogo, alle due del mattino e io non vado a guardare l'alba donna, ha la santa pazienza!
-In secondo luogo, piove molto e non ho neanche portato ombrelloni e non mi ammalo, e tanto meno prendere la polmonite e in terzo luogo, signor mio, che cosa hai in mano non è tuo non è il mio !
Giovanni Polino, da ragazzo, era uno dei più grandi conquistatori di Santa Marta, un vero gentiluomo, titolare del più blu Caparaó occhi.
Il tuo amico, José Reis, il suo amato fratello di Rita, ha avuto un gabinetto di asciutto e bagnato e freddo in quella amata terra.
Giovanni, proprietario dei suoi diciassette anni, ha deciso di lavorare con Giuseppe, un occhio su Rita, ragazza ancora, ma possiede una dolcezza e serenità davvero accattivante.
Presto in modo da mettersi al lavoro, John ha ricevuto un invito irresistibile, uno dei più grandi rivenditori alimentare nella regione, con sede a Itapemirim, ha deciso di chiamarlo per un'audizione come un commesso viaggiatore.
Giovanni non ha battuto ciglio, la possibilità di un guadagno più elevato e una vita di avventura che ha davanti erano troppo invitanti per il nostro eroe.
Il divertimento di questa professione era la stessa, la varietà di luoghi e persone con cui vivono. Tutte queste cose affascinato John, che ha iniziato una storia di un'avventura senza precedenti ...
Da un viaggio, Giovanni sarebbe andato Guaçu, che non avrebbe problemi in quanto la città aveva fino ad una infrastruttura ragionevole.
Il Royal Hotel nel centro della città era più letti a disposizione dei viaggiatori e turisti sempre casual.
Si scopre che, in quei giorni, ci sarebbe stato uno spettacolo di bestiame in città e l'albergo era completamente pieno.
Non c'è molto da John, utilizzata agli agenti atmosferici la strada.
Risulta, si stava preparando ad andare sulla strada, viaggiando da lì a San Giacomo e San Lorenzo quando trovano, percorso facile o raggiungere la sua amata di Santa Marta, il momento di vedere la sua Rita, la pioggia cadeva.
Pioggia non mentire; tempesta, e arrabbiato.
Pioveva come dicono alcuni, le brocche, e anche coltelli ha cominciato a cadere sulle spalle dei ignari.
Guardando qui, cerca là, ecco che arriva l'ultima speranza: una pensione vi lato pro di Città Alta, utilizzato da coppie in cerca di un luogo senza testimoni la notte d'amore che stava arrivando.
Anche lì, non c'erano posti letto. Ma, mi dispiace per Giovanni Polino, Toniquinho, il gestore della pensione ha un suggerimento:
C'era un signore di età avanzata, senza famiglia e senza amici, ha vissuto nel corso della vita imbarco proprietario quarta casa, pagato profumatamente per le loro pensioni di ex-militari.
La notte avanzava e l'ombra pioggia di domare ...
Giovanni accettò l'invito a condividere il letto con quell'uomo, innocuo e l'asma.
A tarda notte, fino a tarda notte, ecco, improvvisamente, vi darà un inizio a piangere e chiedere aiuto a Giovanni:
-Figlio mio, farmi una donna, per amor di Dio, darò tutto quello che ho, ma farmi una donna presto ...
Con spietata Giovanni, rispose, nossignore modo, non per tutto l'oro di questo mondo!
-Perché, figlio mio, dimmi perché?
-In primo luogo, alle due del mattino e io non vado a guardare l'alba donna, ha la santa pazienza!
-In secondo luogo, piove molto e non ho neanche portato ombrelloni e non mi ammalo, e tanto meno prendere la polmonite e in terzo luogo, signor mio, che cosa hai in mano non è tuo non è il mio !
TE TER INTEIRA
Se quando me trouxeste essa roseira,
Houvesse me trazido uma só rosa,
Terias me deixado todo prosa,
Mas preferi assim, te ter inteira...
Nas horas que passei, hora certeira,
Eu percebi o quanto que és dengosa,
Mas mesmo assim, te tenho, és amorosa,
Vivendo por viver, vida besteira...
Sabendo que não posso te encontrar
Nas rosas que plantei só por plantar,
Procuro pela rosa em meu jardim,
Te quero tão somente para mim,
Te tendo p´ra viver tão bela assim,
Na roseira que quero jardinar...
Houvesse me trazido uma só rosa,
Terias me deixado todo prosa,
Mas preferi assim, te ter inteira...
Nas horas que passei, hora certeira,
Eu percebi o quanto que és dengosa,
Mas mesmo assim, te tenho, és amorosa,
Vivendo por viver, vida besteira...
Sabendo que não posso te encontrar
Nas rosas que plantei só por plantar,
Procuro pela rosa em meu jardim,
Te quero tão somente para mim,
Te tendo p´ra viver tão bela assim,
Na roseira que quero jardinar...
domingo, 9 de outubro de 2011
09/10/2011
Desejo e cada vez te quero além,
Já não me caberia melhor sorte,
E sem saber do quanto me conforte
A velha fantasia sempre vem,
Deixando no passado o claro bem
E nesta sensação de fundo corte
O mundo desenhando seu aporte
Nos traços tão diversos do desdém.
Restrinjo cada anseio e vejo apenas
O quanto com certeza ora condenas
Quem tanto quis somente a mansidão
Meu mundo se aproxima de tal fato
E neste delirar o que constato
Expressa rudemente a solildao.
2
Entranhas em perfume, cada dia
Aonde o que se fez não mais trouxera
Senão a mesma face da quimera
Em cada nova noite mais sombria,
O tanto quanto possa não viria
Ousar a acreditar na rude fera
Meu prazo terminando noutra espera
Trazendo sem sentido a fantasia.
A poesia apenas recolhendo
O corte cada vez profundo e horrendo
Na falsa investidura que se creia,
A luta não cessando nem um pouco
O verso traduzindo o canto rouco
Distante desta noite em lua cheia.
3
Se a vida corre mansa ou vai depressa
Tampouco se traduz em tom audaz,
A sorte renegasse mesmo a paz
Enquanto a minha história recomeça.
O passo sem sentido nunca apressa,
Mas sei deste momento mais fugaz
E mesmo quando sinto ora capaz
A lenda num fastio não se expressa.
A cândida expressão felicidade
Marcando o que deveras nos agrade
Retorna no caminho mais gentil,
O preço a se pagar ora divisa
E sabe a correnteza e busca a brisa
Que tanto desejei e não se viu.
Desejo e cada vez te quero além,
Já não me caberia melhor sorte,
E sem saber do quanto me conforte
A velha fantasia sempre vem,
Deixando no passado o claro bem
E nesta sensação de fundo corte
O mundo desenhando seu aporte
Nos traços tão diversos do desdém.
Restrinjo cada anseio e vejo apenas
O quanto com certeza ora condenas
Quem tanto quis somente a mansidão
Meu mundo se aproxima de tal fato
E neste delirar o que constato
Expressa rudemente a solildao.
2
Entranhas em perfume, cada dia
Aonde o que se fez não mais trouxera
Senão a mesma face da quimera
Em cada nova noite mais sombria,
O tanto quanto possa não viria
Ousar a acreditar na rude fera
Meu prazo terminando noutra espera
Trazendo sem sentido a fantasia.
A poesia apenas recolhendo
O corte cada vez profundo e horrendo
Na falsa investidura que se creia,
A luta não cessando nem um pouco
O verso traduzindo o canto rouco
Distante desta noite em lua cheia.
3
Se a vida corre mansa ou vai depressa
Tampouco se traduz em tom audaz,
A sorte renegasse mesmo a paz
Enquanto a minha história recomeça.
O passo sem sentido nunca apressa,
Mas sei deste momento mais fugaz
E mesmo quando sinto ora capaz
A lenda num fastio não se expressa.
A cândida expressão felicidade
Marcando o que deveras nos agrade
Retorna no caminho mais gentil,
O preço a se pagar ora divisa
E sabe a correnteza e busca a brisa
Que tanto desejei e não se viu.
Nas catedrais dos sonhos
Nas catedrais dos sonhos, bate o sino,
Convocando fiéis para velório,
De quem tempos vividos, foi notório,
Agora já descansa, vai menino...
Teimavas, rebelado contra todos,
Vivendo seus enganos, com coragem;
Lá fora, a brisa sopra doce aragem,
Comemorando, livre; teus engodos...
Quem sonhava liberto, libertou...
Não queria, talvez, tal liberdade;
Mas sonhou com total honestidade,
Até que com leveza, já voou...
Meus olhos não choraram nem marejo,
Esse tempo, aliado da saudade;
Trará enfim, p’ra mim, veracidade,
Saber que conseguiste teu desejo...
Profanando cenários mais sagrados,
Sem confetes, nos flertes sem razão;
Por quantas vezes, disse sim seu não;
Receba em paz, teus olhos tão cansados...
No que fui, sou teu rio, quero mar;
Em todo meu martírio, foste guerra.
Nos meus vales, fugindo dessa serra;
Quem me dera poder só t’alcançar!
Deveria ter asas, passarinho,
Quem sabe assim teus anjos buscaria,
Em tuas mendicâncias pelo dia,
A noite poderia ser teu ninho...
Convocando fiéis para velório,
De quem tempos vividos, foi notório,
Agora já descansa, vai menino...
Teimavas, rebelado contra todos,
Vivendo seus enganos, com coragem;
Lá fora, a brisa sopra doce aragem,
Comemorando, livre; teus engodos...
Quem sonhava liberto, libertou...
Não queria, talvez, tal liberdade;
Mas sonhou com total honestidade,
Até que com leveza, já voou...
Meus olhos não choraram nem marejo,
Esse tempo, aliado da saudade;
Trará enfim, p’ra mim, veracidade,
Saber que conseguiste teu desejo...
Profanando cenários mais sagrados,
Sem confetes, nos flertes sem razão;
Por quantas vezes, disse sim seu não;
Receba em paz, teus olhos tão cansados...
No que fui, sou teu rio, quero mar;
Em todo meu martírio, foste guerra.
Nos meus vales, fugindo dessa serra;
Quem me dera poder só t’alcançar!
Deveria ter asas, passarinho,
Quem sabe assim teus anjos buscaria,
Em tuas mendicâncias pelo dia,
A noite poderia ser teu ninho...
Salmo 6
Meu Pai, não me castigues com furor,
Tenha misericórdia, pois, de mim.
Me cure, já que fraco, sou assim;
Minha alma está sofrendo; Meu Senhor...
Salva-me ,pois, benigno és, caro Pai...
E quem te louvará, sem t’as lembranças,
Molho todo meu leito, choro, avanças...
Meus olhos consumidos, mágoa vai...
Envelheço-me, luto com gentio;
D’iniquidad’ afasta-me, meu Deus.
Pois sei que bem ouvist’ os prantos meus,
Teus ouvidos das súplicas que envio
Sei que estão tão plenos e completos...
Que todos inimigos se envergonhem,
Num momento, contigo, Meu Pai, sonhem,
E que possam trilhar caminhos retos...
Tenha misericórdia, pois, de mim.
Me cure, já que fraco, sou assim;
Minha alma está sofrendo; Meu Senhor...
Salva-me ,pois, benigno és, caro Pai...
E quem te louvará, sem t’as lembranças,
Molho todo meu leito, choro, avanças...
Meus olhos consumidos, mágoa vai...
Envelheço-me, luto com gentio;
D’iniquidad’ afasta-me, meu Deus.
Pois sei que bem ouvist’ os prantos meus,
Teus ouvidos das súplicas que envio
Sei que estão tão plenos e completos...
Que todos inimigos se envergonhem,
Num momento, contigo, Meu Pai, sonhem,
E que possam trilhar caminhos retos...
A Bichana
Num dia quente de janeiro, João Polino, cansado da mesmice santamartense, resolveu dar um passeio no Rio de Janeiro.
Seu irmão mais velho, há muito morava na cidade maravilhosa e estava cansado de convidar nosso herói para passar umas semanas com ele, desfrutando da praia de Copacabana.
João fez os preparativos para a viagem, arrumou a sua mala, sem esquecer-se das lembranças que levaria para o amado irmão.
Uma cachacinha de lei, um pote de doce de leite, outro de doce de figo, umas goiabas, mangas espada, laranjas,etc.
E, como queria agradar a sua cunhada, amante de animais de estimação, criadora de gatos siameses, angorás; resolveu levar um filhote de onça pintada para ela.
Ao ser informado de que não poderia levar um animal vivo no ônibus, muito menos um filhote de onça, João não pestanejou. Pegou o bichinho e colocou num bornal à parte, tampando a boca da bichana com um pano e amarrou as patinhas do pobre animal, imobilizando-o totalmente.
Assim que entrou no coletivo, deixou as malas no guarda volume, no bagageiro e, carregou o bornal consigo...
Desceram por Ibitirama, passando por Celina e quando já estavam perto de Guaçui, aconteceu o imprevisto. A onça, mercê de tanto stress, resolveu, bem como direi para não chocar as senhoras, evacuar...
As fezes da bichana tinham um odor deveras intenso, empesteando todo o ônibus.
João Polino, fez que não era consigo e, simulando um sono profundo, fechou os olhos e ficou quieto,
Mas, a situação estava ficando insustentável; um passageiro olhando para a cara do outro, desconfiado, como se quisesse reclamar mas sem saber a quem.
Assim que passaram por Guaçui, começou a chover; chuva torrencial.
Daquelas que não permitem janelas abertas, sob o risco de empapuçar quem ousasse abri-las.
Janelas fechadas, o cheiro se intensificando a cada minuto, os olhares desconfiados e João Polino dormindo...
Num certo momento, o motorista não suportando mais tal catinga, disparou, tentando ser educado...
-Quem tiver com a bichana fedendo, por favor, saia do ônibus!
A Dona Zica, esposa do seu Jacinto, coitada, pensando que era com ela que o motorista falava, desceu envergonhada...
Seu irmão mais velho, há muito morava na cidade maravilhosa e estava cansado de convidar nosso herói para passar umas semanas com ele, desfrutando da praia de Copacabana.
João fez os preparativos para a viagem, arrumou a sua mala, sem esquecer-se das lembranças que levaria para o amado irmão.
Uma cachacinha de lei, um pote de doce de leite, outro de doce de figo, umas goiabas, mangas espada, laranjas,etc.
E, como queria agradar a sua cunhada, amante de animais de estimação, criadora de gatos siameses, angorás; resolveu levar um filhote de onça pintada para ela.
Ao ser informado de que não poderia levar um animal vivo no ônibus, muito menos um filhote de onça, João não pestanejou. Pegou o bichinho e colocou num bornal à parte, tampando a boca da bichana com um pano e amarrou as patinhas do pobre animal, imobilizando-o totalmente.
Assim que entrou no coletivo, deixou as malas no guarda volume, no bagageiro e, carregou o bornal consigo...
Desceram por Ibitirama, passando por Celina e quando já estavam perto de Guaçui, aconteceu o imprevisto. A onça, mercê de tanto stress, resolveu, bem como direi para não chocar as senhoras, evacuar...
As fezes da bichana tinham um odor deveras intenso, empesteando todo o ônibus.
João Polino, fez que não era consigo e, simulando um sono profundo, fechou os olhos e ficou quieto,
Mas, a situação estava ficando insustentável; um passageiro olhando para a cara do outro, desconfiado, como se quisesse reclamar mas sem saber a quem.
Assim que passaram por Guaçui, começou a chover; chuva torrencial.
Daquelas que não permitem janelas abertas, sob o risco de empapuçar quem ousasse abri-las.
Janelas fechadas, o cheiro se intensificando a cada minuto, os olhares desconfiados e João Polino dormindo...
Num certo momento, o motorista não suportando mais tal catinga, disparou, tentando ser educado...
-Quem tiver com a bichana fedendo, por favor, saia do ônibus!
A Dona Zica, esposa do seu Jacinto, coitada, pensando que era com ela que o motorista falava, desceu envergonhada...
QUANTA MELODIA
Quanta melancolia a noite traz,
A saudade desfruta do meu peito.
Penso mesmo, terei esse direito?
Pois, sem você, serei do que capaz?
Tantas flores no campo, quero mais,
Quero o gosto sincero e tão perfeito,
Deixa a vida seguir desse meu jeito,
Nunca quero deixar isso pr’a trás...
Um gole de conhaque, me traz lua,
A boca dessa noite, os teus lábios.
Queria não conter desejos sábios,
Amores já perdi, mas foram vários.
Minha’alma restará, ficando nua,
Minha alma que, perdida, foi tão sua...
A saudade desfruta do meu peito.
Penso mesmo, terei esse direito?
Pois, sem você, serei do que capaz?
Tantas flores no campo, quero mais,
Quero o gosto sincero e tão perfeito,
Deixa a vida seguir desse meu jeito,
Nunca quero deixar isso pr’a trás...
Um gole de conhaque, me traz lua,
A boca dessa noite, os teus lábios.
Queria não conter desejos sábios,
Amores já perdi, mas foram vários.
Minha’alma restará, ficando nua,
Minha alma que, perdida, foi tão sua...
BUSCA A PAZ
Variando meu lema, busco a paz.
Não a paz simplesmente tão cordata,
Aquela que recende numa mata,
Aquela que só brisa mansa traz...
Essa paz que procuro, é bem capaz,
De morrer pesadelo em serenata;
Traz consigo essa fúria de cascata,
É meio Deus arcanjo e Satanás...
Minha paz construída em tuas ancas,
No requebro voraz, vem das carrancas,
Protetoras do Velho São Francisco.
Tem o temperamento mais arisco,
Não temendo sequer o próprio risco,
Traz o vermelho audaz, nas pombas brancas...
Não a paz simplesmente tão cordata,
Aquela que recende numa mata,
Aquela que só brisa mansa traz...
Essa paz que procuro, é bem capaz,
De morrer pesadelo em serenata;
Traz consigo essa fúria de cascata,
É meio Deus arcanjo e Satanás...
Minha paz construída em tuas ancas,
No requebro voraz, vem das carrancas,
Protetoras do Velho São Francisco.
Tem o temperamento mais arisco,
Não temendo sequer o próprio risco,
Traz o vermelho audaz, nas pombas brancas...
TIMONEIRO
Quem sabia dos mares, timoneiro,
Se perdeu; tantas foram calmarias,
Sem vento pelas noites, pelos dias,
No mar, silenciado por inteiro...
Não pudera vencer o verdadeiro
Amor que nunca traga ventanias,
Que nunca queimará loucas orgias.
Nas ante-salas, morno e pasmaceiro...
Amor é na verdade, tempestade;
Vagando sem ter medo, nem que tarde,
Consumir-se feroz, nessas procelas.
E não teme castigos e nem celas,
Sabe dores cruéis até singelas,
Amor sem ter tempestas, falsidade...
Se perdeu; tantas foram calmarias,
Sem vento pelas noites, pelos dias,
No mar, silenciado por inteiro...
Não pudera vencer o verdadeiro
Amor que nunca traga ventanias,
Que nunca queimará loucas orgias.
Nas ante-salas, morno e pasmaceiro...
Amor é na verdade, tempestade;
Vagando sem ter medo, nem que tarde,
Consumir-se feroz, nessas procelas.
E não teme castigos e nem celas,
Sabe dores cruéis até singelas,
Amor sem ter tempestas, falsidade...
Minha lágrima, estima e sentimento
Minha lágrima, estima e sentimento; na palidez do não, nem talvez, digo sempre,praieiro coração...
Nas pedras do cais, o caos, o vem e não vais, o jamais, o quem dera. Vida, esfera, roda de bar em bar, girando gitana em busca da cigarra que transforme toda forma em matriz, peço bis, sou feliz mas não queria...
Meio dia, melodia, meu dia é diária avaria. Quebro o tempo, contratempo, conta-gotas, vão envoltas minhas voltas pelo mundo...
Contra-sensos, são imensos, sou imerso, vou diverso de verso em verso...
Mas quero o acero, quero a aragem, a coragem não se fia. Fiador da dor que não pré-curo nem procuro, sobre o muro que escurece e divide.
Dívidas e débitos, bytes e bikes, sou flâmula. Inflama a alma, a lama e a trama, trâmites e trinos, seus hinos e meus tinos, desatino...
No quebrar da onda, mareio e timoneiro, sou Marte, vou Plutão...
Nunca sim, quem sinaliza a brisa entoa, minha canoa não voa, afunda...
Minha funda melancolia, colites e cólicas, eólicas sensações...
Sou vago, e vadio, meu cio é todo seu.
Quero bocas e delírios, teus cílios e teus seios. Teu mar, sou pororoca.
A toca onde entocas teus desejos, meu anseio. Sou vermelho, formalizo, te aliso e não consigo. Mas, prossigo, do teu pêssego, fiz perigo e âmago, meu gosto nesse agosto é teu rosto contra o meu...
Nas pedras do cais, o caos, o vem e não vais, o jamais, o quem dera. Vida, esfera, roda de bar em bar, girando gitana em busca da cigarra que transforme toda forma em matriz, peço bis, sou feliz mas não queria...
Meio dia, melodia, meu dia é diária avaria. Quebro o tempo, contratempo, conta-gotas, vão envoltas minhas voltas pelo mundo...
Contra-sensos, são imensos, sou imerso, vou diverso de verso em verso...
Mas quero o acero, quero a aragem, a coragem não se fia. Fiador da dor que não pré-curo nem procuro, sobre o muro que escurece e divide.
Dívidas e débitos, bytes e bikes, sou flâmula. Inflama a alma, a lama e a trama, trâmites e trinos, seus hinos e meus tinos, desatino...
No quebrar da onda, mareio e timoneiro, sou Marte, vou Plutão...
Nunca sim, quem sinaliza a brisa entoa, minha canoa não voa, afunda...
Minha funda melancolia, colites e cólicas, eólicas sensações...
Sou vago, e vadio, meu cio é todo seu.
Quero bocas e delírios, teus cílios e teus seios. Teu mar, sou pororoca.
A toca onde entocas teus desejos, meu anseio. Sou vermelho, formalizo, te aliso e não consigo. Mas, prossigo, do teu pêssego, fiz perigo e âmago, meu gosto nesse agosto é teu rosto contra o meu...
Salmo 5
Dê, às minhas palavras, Meu Senhor,
Ouvidos; atendendo à meditação...
Atendei o que clama o coração,
Eu orarei, portanto, ouça meu clamor!
A minha voz,Senhor, pela manhã,
Ouvirás, n’oração que te farei,
És meu Pai, desse Reino, és meu Rei;
Por hoje e para sempre, n’amanhã...
A iniqüidade nunca satisfaz,
Mal não habitará, jamais em Ti;
Odeias a maldade, pois não vi,
Nem sequer sombra dela, em quem t’apraz...
Mentirosos destróis, os fraudulentos;
Aborrecerás, tenho isto por certo;
Mas, Teu Lar estará sim, sempr’ aberto,
Tua benignidade, solta aos ventos...
Guia-me na justiça, meu caminho
Endireita, diante de mim, Pai,
Inimigos, maldades, é o que sai,
Suas sujas entranhas, mar daninho...
Nessas pobres gargantas, um sepulcro;
Que caiam por seus próprios, maus conselhos;
Nas suas transgressões, cruéis espelhos,
Lance-os fora, jogue-os no fulcro...
Mas, que s’alegrem todos que confiam
Em Ti, pois a defesa lá terão,
Os que teu nom’amam, no Pai serão
Abençoados, como eles queriam...
Aos justos, todas bênçãos se darão,
Terás grande defesa, neste escudo;
Protegendo assim, e contra tudo,
Somente por tocar o coração...
Ouvidos; atendendo à meditação...
Atendei o que clama o coração,
Eu orarei, portanto, ouça meu clamor!
A minha voz,Senhor, pela manhã,
Ouvirás, n’oração que te farei,
És meu Pai, desse Reino, és meu Rei;
Por hoje e para sempre, n’amanhã...
A iniqüidade nunca satisfaz,
Mal não habitará, jamais em Ti;
Odeias a maldade, pois não vi,
Nem sequer sombra dela, em quem t’apraz...
Mentirosos destróis, os fraudulentos;
Aborrecerás, tenho isto por certo;
Mas, Teu Lar estará sim, sempr’ aberto,
Tua benignidade, solta aos ventos...
Guia-me na justiça, meu caminho
Endireita, diante de mim, Pai,
Inimigos, maldades, é o que sai,
Suas sujas entranhas, mar daninho...
Nessas pobres gargantas, um sepulcro;
Que caiam por seus próprios, maus conselhos;
Nas suas transgressões, cruéis espelhos,
Lance-os fora, jogue-os no fulcro...
Mas, que s’alegrem todos que confiam
Em Ti, pois a defesa lá terão,
Os que teu nom’amam, no Pai serão
Abençoados, como eles queriam...
Aos justos, todas bênçãos se darão,
Terás grande defesa, neste escudo;
Protegendo assim, e contra tudo,
Somente por tocar o coração...
Salmo 4
Durmo em paz, eu me deito em segurança,
Pois tenho o meu Senhor, com alegria;
O vinho e trigo, tudo dobraria ,
N’amor do Pai, que é nossa temperança...
Mas, porque converteis a minha glória,
Na infâmia mais cruel; mentiras buscas,
Amando a vaidade que t’ofuscas;
Até quando; responda-me, essa história?
Pois, na angústia me deste tal largueza,
Tenha misericórdia, então, de mim;
Ouça minha oração, fiel, enfim;
Piedosos, separas, com clareza...
Atentai, não pequeis;Ah! Isso não,
Falai sobre t’a cama e calai;
O Bem nos mostrará somente o Pai.
Pois povoas, d’alegria o coração...
Pois tenho o meu Senhor, com alegria;
O vinho e trigo, tudo dobraria ,
N’amor do Pai, que é nossa temperança...
Mas, porque converteis a minha glória,
Na infâmia mais cruel; mentiras buscas,
Amando a vaidade que t’ofuscas;
Até quando; responda-me, essa história?
Pois, na angústia me deste tal largueza,
Tenha misericórdia, então, de mim;
Ouça minha oração, fiel, enfim;
Piedosos, separas, com clareza...
Atentai, não pequeis;Ah! Isso não,
Falai sobre t’a cama e calai;
O Bem nos mostrará somente o Pai.
Pois povoas, d’alegria o coração...
Minha vida
Nunca mais reviver a tua foto,
Nem revirar gavetas, nem passado.
Me perdoe, se tanto andei errado,
Minha vida,um retrato tão remoto...
Nem revirar gavetas, nem passado.
Me perdoe, se tanto andei errado,
Minha vida,um retrato tão remoto...
Encontrar teu retrato
Encontrar teu retrato foi doído
Desespero tomou tudo d’assalto;
Como pude tentar, sou tão incauto
Reviver esse tempo já vivido...
Desespero tomou tudo d’assalto;
Como pude tentar, sou tão incauto
Reviver esse tempo já vivido...
Na procura silente
Na procura silente, quero crer,
Que tal mel, tua boca, só me traz.
Perseguido e tentando ser capaz,
De encontrar outr’amor para viver...
Que tal mel, tua boca, só me traz.
Perseguido e tentando ser capaz,
De encontrar outr’amor para viver...
Quanto tempo passado
Quanto tempo passado, vou sozinho,
Minha cama jamais teve outro alguém;
Procurei sem saber, um novo bem,
Todo mundo passando, eu passarinho...
Minha cama jamais teve outro alguém;
Procurei sem saber, um novo bem,
Todo mundo passando, eu passarinho...
Teu colo
Teu colo, âmbar , beleza sem igual.
Nos desfiles nas nossas loucas noites,
Nossas línguas desciam, qual açoites
Que traziam eterno carnaval...
Nos desfiles nas nossas loucas noites,
Nossas línguas desciam, qual açoites
Que traziam eterno carnaval...
Em teu corpo
Em teu corpo desejos eram vias,
Tuas mãos delicadas mil delícias,
No sofá, nossa cama, das carícias
Que trocamos, fantásticas orgias...
Tuas mãos delicadas mil delícias,
No sofá, nossa cama, das carícias
Que trocamos, fantásticas orgias...
Me recordo
Me recordo das noites que passamos,
Nossas camas, sentidos e visões;
Em um só, transformando os corações.
Hoje eu bem sei o quanto, nos amamos..
Nossas camas, sentidos e visões;
Em um só, transformando os corações.
Hoje eu bem sei o quanto, nos amamos..
Tanto amor que viveu
Não podia sonhar d’outra maneira,
Quem a vida feriu e maltratou;
Tua fotografia me mostrou,
Tanto amor que viveu, a vida inteira...
Quem a vida feriu e maltratou;
Tua fotografia me mostrou,
Tanto amor que viveu, a vida inteira...
OLHAR TRISTE
Tinhas um olhar triste e tão distante,
Como quem procurasse amor, prazer;
Ou quem sabe, somente, reviver,
Tantos sonhos perdidos, e bem antes...
Como quem procurasse amor, prazer;
Ou quem sabe, somente, reviver,
Tantos sonhos perdidos, e bem antes...
FUI INGRATO
Quando enfim encontrei o teu retrato,
Descorado e jogado na gaveta;
Assinado seu nome, com caneta,
Percebi com saudade, fui ingrato...
Descorado e jogado na gaveta;
Assinado seu nome, com caneta,
Percebi com saudade, fui ingrato...
Triste Sina
Tua sina, querido companheiro,
Com certeza, jamais foi invejada.
Começou, desde início, malfadada...
Teus irmãos dominaram mund’inteiro.
Te restando as profundas; foste herdeiro
Do que nunca, ninguém, quis como estrada...
Dos mortos, o teu reino era entrada,
Da grande Proserpina, amor primeiro.
O teu destino triste, desgraçado,
Achavas que seria teu legado.
De Júpiter, Netuno, foste irmão.
Dos mortos, teu reinado, e possessão.
Isso não bastaria a ti, Plutão;
Depois de tanta glória, rebaixado...
Com certeza, jamais foi invejada.
Começou, desde início, malfadada...
Teus irmãos dominaram mund’inteiro.
Te restando as profundas; foste herdeiro
Do que nunca, ninguém, quis como estrada...
Dos mortos, o teu reino era entrada,
Da grande Proserpina, amor primeiro.
O teu destino triste, desgraçado,
Achavas que seria teu legado.
De Júpiter, Netuno, foste irmão.
Dos mortos, teu reinado, e possessão.
Isso não bastaria a ti, Plutão;
Depois de tanta glória, rebaixado...
FOI ENGANO
Telefone tocando, novamente;
Preciso dormir, quero e necessito.
Mas como conseguir com esse grito
Infernal que transtorna minha mente...
Madrugada transcorre normalmente;
Não fora tão somente esse maldito,
Que com seu infernal e cruel rito,
Repetindo a chamada, vil demente;
Não deixa descansar quem trabalhou,
Quem, durante, esse dia, labutou;
Para o sustento e glória da nação!
É, mas não tem mais jeito: a solução
É receber maldita ligação...
Alô! Quem é? Responda! Se enganou...
Preciso dormir, quero e necessito.
Mas como conseguir com esse grito
Infernal que transtorna minha mente...
Madrugada transcorre normalmente;
Não fora tão somente esse maldito,
Que com seu infernal e cruel rito,
Repetindo a chamada, vil demente;
Não deixa descansar quem trabalhou,
Quem, durante, esse dia, labutou;
Para o sustento e glória da nação!
É, mas não tem mais jeito: a solução
É receber maldita ligação...
Alô! Quem é? Responda! Se enganou...
Sentimento mordaz
Sentimento mordaz que me metralha,
Não me deixa, sequer, nem respirar;
Na vadia tortura, procurar,
Por alguém que, feliz, tanto atrapalha...
Teu sorriso transforma-se em mortalha,
Machucando feroz, quem quis um par;
Vagabundo serei, não vou parar,
Me contento em fugir dessa navalha...
Sentimento safado,vive tonto;
Aumentando, cruel, ponto por ponto,
Vazia sensação de ser abjeto...
Não sou nem a metade, simples feto
Que procura crescer; tolo, incorreto,
E nunca estará, para a vida, pronto...
Não me deixa, sequer, nem respirar;
Na vadia tortura, procurar,
Por alguém que, feliz, tanto atrapalha...
Teu sorriso transforma-se em mortalha,
Machucando feroz, quem quis um par;
Vagabundo serei, não vou parar,
Me contento em fugir dessa navalha...
Sentimento safado,vive tonto;
Aumentando, cruel, ponto por ponto,
Vazia sensação de ser abjeto...
Não sou nem a metade, simples feto
Que procura crescer; tolo, incorreto,
E nunca estará, para a vida, pronto...
SAlmíscar
Almíscar: meus desejos, teu perfume;
Penetrando as narinas, me conquista.
E não há, na verdade, quem resista,
Nem quero e nem concebo mais queixume...
A vida sem teus olhos, não tem lume,
Meu caminho se perde. Não desista:
Grito contido, perco-te de vista.
Mas teu olor suave, qual costume,
Denuncia teus passos, minha amada...
Não perderei jamais a tua estrada,
Nem quero mais sentir outro desejo.
Teu perfume causando, nesse ensejo,
A doçura suave de teu beijo,
Presença do Senhor, glorificada...
Penetrando as narinas, me conquista.
E não há, na verdade, quem resista,
Nem quero e nem concebo mais queixume...
A vida sem teus olhos, não tem lume,
Meu caminho se perde. Não desista:
Grito contido, perco-te de vista.
Mas teu olor suave, qual costume,
Denuncia teus passos, minha amada...
Não perderei jamais a tua estrada,
Nem quero mais sentir outro desejo.
Teu perfume causando, nesse ensejo,
A doçura suave de teu beijo,
Presença do Senhor, glorificada...
UMA ANDORINHA NO VERÃO
Nessa minha oração, peço perdão;
A quem, por amor, sigo meu caminho.
Quem me fez contemplar, e sou daninho,
Andorinha sozinha, no verão...
Quem me trouxe, certezas, por paixão,
Me embriaga, bebendo verde vinho.
Fermentando, devora, vagarinho,
Tudo o que restou. Sem solução...
Vindo da noite, gritam pesadelos,
Como viver melhor, não quero tê-los,
Mas, mal fecho essa porta, a força bruta...
Amor, transfigurado, nem me escuta,
Cansado, vou vivendo essa labuta,
A minha vida envolta em tais novelos...
A quem, por amor, sigo meu caminho.
Quem me fez contemplar, e sou daninho,
Andorinha sozinha, no verão...
Quem me trouxe, certezas, por paixão,
Me embriaga, bebendo verde vinho.
Fermentando, devora, vagarinho,
Tudo o que restou. Sem solução...
Vindo da noite, gritam pesadelos,
Como viver melhor, não quero tê-los,
Mas, mal fecho essa porta, a força bruta...
Amor, transfigurado, nem me escuta,
Cansado, vou vivendo essa labuta,
A minha vida envolta em tais novelos...
PROCURANDO POR VOCÊ
Quantas vezes, na noite, me desperto;
Acordando, procuro por você;
Com certeza, sedento de prazer,
Muitas vezes, sofrendo, estou bem certo...
Mas estás, assim, distante mas tão perto,
Aguardando-me, enfim. Sobreviver
Nessa vida improvável, quero crer
Que te tenho comigo, tão dileto...
Eu não sei mais porque tanto m’agarro
Só nessa perspectiva, tudo varro:
Tristezas, agonias, sofrimento...
Quem me dera poder ter teu alento,
Onde esperança teima novo intento;
Em tua brasa acesa, meu cigarro...
Acordando, procuro por você;
Com certeza, sedento de prazer,
Muitas vezes, sofrendo, estou bem certo...
Mas estás, assim, distante mas tão perto,
Aguardando-me, enfim. Sobreviver
Nessa vida improvável, quero crer
Que te tenho comigo, tão dileto...
Eu não sei mais porque tanto m’agarro
Só nessa perspectiva, tudo varro:
Tristezas, agonias, sofrimento...
Quem me dera poder ter teu alento,
Onde esperança teima novo intento;
Em tua brasa acesa, meu cigarro...
Quando ando sozinho
Quando ando sozinho, sem destino,
Procurando saber da liberdade,
Vasculhando por toda essa cidade,
Percebo, pois, o quanto eu sou menino...
Muitas vezes, me julgo qual felino;
Entretanto sou manso, na verdade,
Queria transformar a realidade.
Mas, calado, vivendo, descortino
Tremenda mansidão, que me tortura,
Trazendo tanta angústia, peço cura;
Nada encontro, senão um doce canto.
Quem me dera poder ter tal encanto,
Que se encontra na luta, caos e pranto.
Mas meu Deus, me legou tanta brandura...
Procurando saber da liberdade,
Vasculhando por toda essa cidade,
Percebo, pois, o quanto eu sou menino...
Muitas vezes, me julgo qual felino;
Entretanto sou manso, na verdade,
Queria transformar a realidade.
Mas, calado, vivendo, descortino
Tremenda mansidão, que me tortura,
Trazendo tanta angústia, peço cura;
Nada encontro, senão um doce canto.
Quem me dera poder ter tal encanto,
Que se encontra na luta, caos e pranto.
Mas meu Deus, me legou tanta brandura...
Salmo 3
Os meus adversários nesse mundo,
Aumentam toda dia e todo instante;
E tentam impedir, isso é constante,
Amor por Deus, gigante e tão profundo....
O Senhor me sustenta d’alegria,
O Temor vai distante, pois eu creio;
A salvação que escolho, vem por meio
Da clemência que peço e m’alivia...
Salve-me, Meu Pai, peço tua glória;
Feriste os inimigos nos seus queixos.
Desses ímpios, seus dentes, com mil seixos,
Quebraste e não deixaste nem memória...
Aumentam toda dia e todo instante;
E tentam impedir, isso é constante,
Amor por Deus, gigante e tão profundo....
O Senhor me sustenta d’alegria,
O Temor vai distante, pois eu creio;
A salvação que escolho, vem por meio
Da clemência que peço e m’alivia...
Salve-me, Meu Pai, peço tua glória;
Feriste os inimigos nos seus queixos.
Desses ímpios, seus dentes, com mil seixos,
Quebraste e não deixaste nem memória...
Salmo 2
Os povos imaginam coisas vãs,
Amotinam-se contra o Criador;
Acreditam poder, sem meu Senhor,
Dominar, sem temor, suas manhãs!
O Meu Pai, conhecendo tais gentios,
Sabedor dos desejos mais secretos;
Me dá forças maiores, pois são retos,
Os caminhos que levam; desafios...
Pobres reis que renegam Nosso Deus,
Seus destinos não trazem temperança;
Os seus povos serão maior herança,
E os fins da terra, todos, serão meus...
Pois meu Rei foi ungido, com amor,
Sobre o Monte Sião com alegria;
E como todo aquele que confia,
No nosso bom Senhor, vivo temor!
Amotinam-se contra o Criador;
Acreditam poder, sem meu Senhor,
Dominar, sem temor, suas manhãs!
O Meu Pai, conhecendo tais gentios,
Sabedor dos desejos mais secretos;
Me dá forças maiores, pois são retos,
Os caminhos que levam; desafios...
Pobres reis que renegam Nosso Deus,
Seus destinos não trazem temperança;
Os seus povos serão maior herança,
E os fins da terra, todos, serão meus...
Pois meu Rei foi ungido, com amor,
Sobre o Monte Sião com alegria;
E como todo aquele que confia,
No nosso bom Senhor, vivo temor!
Salmo 1
Uma árvore plantada junto ao rio,
Tem flores, frutos, fortes com certeza.
Agora o coração que vai vazio ,
Não traz, em si, nenhuma realeza...
Os ímpios tanto falam e não procuram
Os caminhos e sendas do Senhor,
Não sabem discernir o que é amor.
Depois, sem ter perdão, jamais se curam..
O vento espalha, sempre, a boa nova,
Os ímpios, no juízo, não prosperam.
Os frutos bons, que tanto bem fizeram,
O rumo da justiça; se renova...
Tem flores, frutos, fortes com certeza.
Agora o coração que vai vazio ,
Não traz, em si, nenhuma realeza...
Os ímpios tanto falam e não procuram
Os caminhos e sendas do Senhor,
Não sabem discernir o que é amor.
Depois, sem ter perdão, jamais se curam..
O vento espalha, sempre, a boa nova,
Os ímpios, no juízo, não prosperam.
Os frutos bons, que tanto bem fizeram,
O rumo da justiça; se renova...
E caminhas?
E caminhas? Flutuas pelos ares,
Teus passos são concertos orquestrados;
Meus olhos na procura, extasiados,
Desejam conhecer os teus altares...
Teus passos são concertos orquestrados;
Meus olhos na procura, extasiados,
Desejam conhecer os teus altares...
Teus pés
Teus pés de tão macios e pequenos,
São obras d’arte feitas com louvor;
Por quem foi o mais mágico escultor,
Que por inspiração, não fez por menos...
São obras d’arte feitas com louvor;
Por quem foi o mais mágico escultor,
Que por inspiração, não fez por menos...
AMADA
Amada, tão risonhos os meus dias;
Desde o momento mágico que tive,
Felicidade igual onde, sei, vive
Os pássaros que encantam, melodias...
Desde o momento mágico que tive,
Felicidade igual onde, sei, vive
Os pássaros que encantam, melodias...
TANTO MEL
Beber de teu sorriso tanto mel,
Saber de tuas noites orvalhadas;
Sonhar contigo minhas madrugadas,
Por ti, agradecer a Deus do Céu...
Saber de tuas noites orvalhadas;
Sonhar contigo minhas madrugadas,
Por ti, agradecer a Deus do Céu...
JÓIAS E COLARES
Em teu pescoço; jóias e colares.
Em teu louvor cantar todos os hinos,
Buscando, nos teus olhos cristalinos,
A força que leva aos teus altares...
Em teu louvor cantar todos os hinos,
Buscando, nos teus olhos cristalinos,
A força que leva aos teus altares...
Nos teus cabelos
Nos teus cabelos trazes maciez,
Que minha mão jamais vai esquecer;
Neles, vou embrenhar-me e conhecer,
O que fora da glória, essa altivez...
Que minha mão jamais vai esquecer;
Neles, vou embrenhar-me e conhecer,
O que fora da glória, essa altivez...
Teus olhos
Teus olhos, são promessas d’esperanças,
Num tempo mais feliz da minha vida.
Seus brilhos iluminam a avenida,
Por onde caminhávamos, crianças...
Num tempo mais feliz da minha vida.
Seus brilhos iluminam a avenida,
Por onde caminhávamos, crianças...
NOS TEUS LÁBIOS
Nos lábios, minha amada, meu desejo;
Um resto de ilusão bate na porta.
Contigo, essa tristeza já vai morta,
No cálice fantástico do beijo...
Um resto de ilusão bate na porta.
Contigo, essa tristeza já vai morta,
No cálice fantástico do beijo...
DOCE FRUTA
Amor, é doce fruta que envenena,
E vicia quem dela for provar;
E bêbado, tropeça no luar,
Agiganta a que fora tão pequena...
E vicia quem dela for provar;
E bêbado, tropeça no luar,
Agiganta a que fora tão pequena...
AMOR-QUIMERA
Amor quimera, mera diversão,
Que maltrata quem sonha liberdade;
Tão faminto, traduz voracidade.
Começa a devorar, sem ter perdão...
Que maltrata quem sonha liberdade;
Tão faminto, traduz voracidade.
Começa a devorar, sem ter perdão...
VERO SENTIMENTO
Sentir a baforada dessa boca,
Que acalenta a dor, vero sentimento;
É conseguir suprir meu pensamento,
Dessa ternura audaz, a voz mais rouca...
Que acalenta a dor, vero sentimento;
É conseguir suprir meu pensamento,
Dessa ternura audaz, a voz mais rouca...
PROCURANDO A PAZ
Num momento feliz, foi tão amigo;
Mas a vida transforma toda gente,
E depois, tão cruel, foi diferente,
A paz, então, jamais vive comigo...
Mas a vida transforma toda gente,
E depois, tão cruel, foi diferente,
A paz, então, jamais vive comigo...
AMANHECER DA VIDA
Amor, minh’alma triste te procura,
No amanhecer da vida foste fera;
Agora que, saudade já impera,
A noite se aproxima, mata escura...
No amanhecer da vida foste fera;
Agora que, saudade já impera,
A noite se aproxima, mata escura...
VALENTIAS
De tantas valentias que menti,
Não peço nem pergunto por que queres,
Se sabe Tiradentes, foi alferes,
Esferas são as feras só por ti...
Não peço nem pergunto por que queres,
Se sabe Tiradentes, foi alferes,
Esferas são as feras só por ti...
PERDÃO EU TE PEÇO
Num momento de glória quis Jesus,
Que o perdão fosse enfim, uma verdade,
Por isso meu amor, por caridade.
Perdão te peço, em nome dessa Cruz...
Que o perdão fosse enfim, uma verdade,
Por isso meu amor, por caridade.
Perdão te peço, em nome dessa Cruz...
VASO SEM FLORES
No beijo de Maria sei Dolores,
Nem quero pressentir tanta mudança;
Quem me dissera lúdica esperança,
Murchou num triste vaso sem ter flores...
Nem quero pressentir tanta mudança;
Quem me dissera lúdica esperança,
Murchou num triste vaso sem ter flores...
AMOR E DESPEDIDA
Tenho mudanças nessa minha vida;
Que não consigo máximo nem tédio,
A vida transbordou esse remédio,
Amor é uma cantiga despedida...
Que não consigo máximo nem tédio,
A vida transbordou esse remédio,
Amor é uma cantiga despedida...
Setembro
Setembro já me trouxe primavera;
As flores que brotaram nessa mata,
Misturam-se no belo da cascata.
Amores de verdade, quem me dera!
As flores que brotaram nessa mata,
Misturam-se no belo da cascata.
Amores de verdade, quem me dera!
Procuro por amor
Na mata tem palmeiras, tem Palmares,
No campo tenho flores impossíveis.
Amores são deveras insensíveis,
Procuro por amor, noutros lugares...
No campo tenho flores impossíveis.
Amores são deveras insensíveis,
Procuro por amor, noutros lugares...
SOU DISTANTE
Num barco se navego, sou distante;
Na vida sem ciúmes tenho medo.
Quem sabe do meu parto, meu degredo,
É quem me permitiu ser inconstante...
Na vida sem ciúmes tenho medo.
Quem sabe do meu parto, meu degredo,
É quem me permitiu ser inconstante...
AMOR SÓ, SEM AMORES
Meu amor se escondendo faz doer,
O que jamais senti por essa luz.
Amor só, sem amores, não seduz,
Nem mesmo me dá forças p’ra viver...
O que jamais senti por essa luz.
Amor só, sem amores, não seduz,
Nem mesmo me dá forças p’ra viver...
MEUS PENSAMENTOS
Guardado por aqueles que não amam;
Aqueles cuja vida foi sem ser,
Quem nunca mais cantou não pode ler,
Verdades sem sentir já me reclamam...
Em plena madrugada vozes chamam,
Perguntam-me sem medo, pois, cadê
Aquela que ensinava-me a viver...
Meus pensamentos, cegos, tudo tramam...
Não quero mais saber das tuas flores;
Bem querer transgredido, traz mil cores
No semblante, reflexos semelhantes,
Aos que bem tarde foram tão constantes,
No mais resplandecente dos instantes,
Guardado num cruel vaso de flores...
Aqueles cuja vida foi sem ser,
Quem nunca mais cantou não pode ler,
Verdades sem sentir já me reclamam...
Em plena madrugada vozes chamam,
Perguntam-me sem medo, pois, cadê
Aquela que ensinava-me a viver...
Meus pensamentos, cegos, tudo tramam...
Não quero mais saber das tuas flores;
Bem querer transgredido, traz mil cores
No semblante, reflexos semelhantes,
Aos que bem tarde foram tão constantes,
No mais resplandecente dos instantes,
Guardado num cruel vaso de flores...
Tanta dor
Tanta dor, sofrimento vai cortando,
A tristeza da vida sem saudade.
Como dói, vai sangrando, que maldade,
Amores e distâncias, me tomando...
Eu quero, num momento, ver cantando,
Quem fora a causa; triste realidade,
E que vai me torturando de verdade...
Amores sem ter vida, me matando...
Não quero ter nem tempo nem horário,
Nem saber se sentirei, por ser contrário,
A mesma solidão que nem disfarço...
Quisera descansar no teu cansaço,
Queria conviver com teu abraço...
Meu canto, solitário, d’um canário...
A tristeza da vida sem saudade.
Como dói, vai sangrando, que maldade,
Amores e distâncias, me tomando...
Eu quero, num momento, ver cantando,
Quem fora a causa; triste realidade,
E que vai me torturando de verdade...
Amores sem ter vida, me matando...
Não quero ter nem tempo nem horário,
Nem saber se sentirei, por ser contrário,
A mesma solidão que nem disfarço...
Quisera descansar no teu cansaço,
Queria conviver com teu abraço...
Meu canto, solitário, d’um canário...
A Flor do Maracujá
Quanta beleza existe nessa flor,
A natureza, capricho divino,
Num momento de raro desatino;
Para poder brindar o seu amor.
Com pincéis de raríssimo valor,
E com toda pureza de menino;
No momento de glória fez um hino.
Mostrando seu poder, Nosso Senhor.
Numa atitude bela qu’inda está
Gravada na lembrança que me dá
A medida mais certa da beleza;
No exato instante, cego de tristeza,
Nosso Senhor, com sangue e realeza,
Essa flor coloriu, maracujá...
A natureza, capricho divino,
Num momento de raro desatino;
Para poder brindar o seu amor.
Com pincéis de raríssimo valor,
E com toda pureza de menino;
No momento de glória fez um hino.
Mostrando seu poder, Nosso Senhor.
Numa atitude bela qu’inda está
Gravada na lembrança que me dá
A medida mais certa da beleza;
No exato instante, cego de tristeza,
Nosso Senhor, com sangue e realeza,
Essa flor coloriu, maracujá...
A Tesoura
Quando vestes tão bela vestimenta,
Esqueces da tesoura, que a cortou.
Num vai e volta tira, experimenta,
Acertando, solene, o que sobrou.
Outras vezes, cabelos ‘té da venta,
Vais cortando, deixando o que sobrou.
Quando, enfim o Brasil tornou-se penta,
Seu trabalho ajudou, ‘té fazer gol...
És, portanto, fiel a quem te trata
Com carinho e com arte verdadeira.
Mas, se quem usa abusa e te maltrata,
Tu completas sem pena tal besteira...
Mas, uma coisa falo, és bem ingrata:
Só por não podar língua fofoqueira...
Esqueces da tesoura, que a cortou.
Num vai e volta tira, experimenta,
Acertando, solene, o que sobrou.
Outras vezes, cabelos ‘té da venta,
Vais cortando, deixando o que sobrou.
Quando, enfim o Brasil tornou-se penta,
Seu trabalho ajudou, ‘té fazer gol...
És, portanto, fiel a quem te trata
Com carinho e com arte verdadeira.
Mas, se quem usa abusa e te maltrata,
Tu completas sem pena tal besteira...
Mas, uma coisa falo, és bem ingrata:
Só por não podar língua fofoqueira...
Vinil
Só, jogado, esquecido nesse canto,
Deixado ao pó, segundo plano atroz...
Quem, outrora, movera tanto encanto,
Relegado deixado sem ter voz...
Noutros dias, causara tanto pranto,
Atando e desatando laços, nós...
Hoje, quem te viu, sabe o desencanto
Que trago ao perceber-te, sem seus dós...
Namoros começaram, terminaram...
Embalavas amor, manso e servil.
Os nossos sentimentos afloraram,
No suave rodar bem mais gentil,
Que tristeza profunda nos qu’amaram,
Ouvindo teus cantares, meu vinil...
Deixado ao pó, segundo plano atroz...
Quem, outrora, movera tanto encanto,
Relegado deixado sem ter voz...
Noutros dias, causara tanto pranto,
Atando e desatando laços, nós...
Hoje, quem te viu, sabe o desencanto
Que trago ao perceber-te, sem seus dós...
Namoros começaram, terminaram...
Embalavas amor, manso e servil.
Os nossos sentimentos afloraram,
No suave rodar bem mais gentil,
Que tristeza profunda nos qu’amaram,
Ouvindo teus cantares, meu vinil...
L '"apertura della stazione GAS
L '"apertura della stazione GAS
Ho un grande amico in Espera Feliz, di nome Carlos Alberto, quasi un fratello.
Proprietario di un temperamento instabile mezzo, ma un animo puro, Carlos Alberto ha realizzato molti episodi memorabili che si sono accumulate nel mio lungo periodo di attesa ... felice
In uno, ricordate che siamo andati a Belo Horizonte, lo porterà alla sua amata moglie dal dottore e io a fare di questi "corsi" di un giorno, se non ricordo male su protesi e ortesi per alimentare la città di credenziali ricevere, tramite il materiale SUS per trattare i loro pazienti ortopedici.
Bene, il viaggio è stato estremamente faticoso e abbiamo dovuto andare avanti e indietro nello stesso giorno come la città non offre altro che l'autista e macchina, e come dovrei essere in servizio di notte Guaçu, Espirito Santo, posteriore era una sorta di urgenza.
Il "corso" è stato molto veloce, ma la sua fine, alle due del pomeriggio, fatto il ritorno di pianificazione più immediate sono state deluse.
A volte di notte, ci siamo fermati per la cena, dal giorno in cui era molto faticoso e l'arrivo Espera Feliz deve essere somministrata dopo 22 ore.
Ho comunicato con Guaçu e ottenuto un collega di darmi coprire le spalle.
Fatto questo, ci siamo fermati a un distributore di benzina a Rio Casca, Minas Gerais, se non erro messo la Terra Bianca. Ero una festa con la destra banda, auto lotteria tra COSIT más Otras.
Gas Station questa steakhouse è un modello buono e associandolo con rabbiosa fame, era invitante.
Quando mi alzo, ho notato un enorme striscione teso da una parte all'altra del Tour con le seguenti parole: ". STAZIONE DI TERRA BIANCA, 25 ANNI AL SERVIZIO DEL POPOLO"
Nel frattempo vedo Carlos Alberto parlare con un vecchio, questi piccoli, grassi e mezzo, con un berretto infallibile.
Mentre mi avvicinavo sentivo il tenore della conversazione: Quando ho chiesto al mio amico cosa stava succedendo, ha risposto tempestivamente alla bella Sig.:
Lo so, non-giovane, penso che stiamo inaugurando il Post.
Al che l'uomo amabile vecchio rispose prontamente:
-Solo se si tratta di un altro, perché questo è qui da anni!
Cala il sipario!
Ho un grande amico in Espera Feliz, di nome Carlos Alberto, quasi un fratello.
Proprietario di un temperamento instabile mezzo, ma un animo puro, Carlos Alberto ha realizzato molti episodi memorabili che si sono accumulate nel mio lungo periodo di attesa ... felice
In uno, ricordate che siamo andati a Belo Horizonte, lo porterà alla sua amata moglie dal dottore e io a fare di questi "corsi" di un giorno, se non ricordo male su protesi e ortesi per alimentare la città di credenziali ricevere, tramite il materiale SUS per trattare i loro pazienti ortopedici.
Bene, il viaggio è stato estremamente faticoso e abbiamo dovuto andare avanti e indietro nello stesso giorno come la città non offre altro che l'autista e macchina, e come dovrei essere in servizio di notte Guaçu, Espirito Santo, posteriore era una sorta di urgenza.
Il "corso" è stato molto veloce, ma la sua fine, alle due del pomeriggio, fatto il ritorno di pianificazione più immediate sono state deluse.
A volte di notte, ci siamo fermati per la cena, dal giorno in cui era molto faticoso e l'arrivo Espera Feliz deve essere somministrata dopo 22 ore.
Ho comunicato con Guaçu e ottenuto un collega di darmi coprire le spalle.
Fatto questo, ci siamo fermati a un distributore di benzina a Rio Casca, Minas Gerais, se non erro messo la Terra Bianca. Ero una festa con la destra banda, auto lotteria tra COSIT más Otras.
Gas Station questa steakhouse è un modello buono e associandolo con rabbiosa fame, era invitante.
Quando mi alzo, ho notato un enorme striscione teso da una parte all'altra del Tour con le seguenti parole: ". STAZIONE DI TERRA BIANCA, 25 ANNI AL SERVIZIO DEL POPOLO"
Nel frattempo vedo Carlos Alberto parlare con un vecchio, questi piccoli, grassi e mezzo, con un berretto infallibile.
Mentre mi avvicinavo sentivo il tenore della conversazione: Quando ho chiesto al mio amico cosa stava succedendo, ha risposto tempestivamente alla bella Sig.:
Lo so, non-giovane, penso che stiamo inaugurando il Post.
Al che l'uomo amabile vecchio rispose prontamente:
-Solo se si tratta di un altro, perché questo è qui da anni!
Cala il sipario!
Le "ouverture de la station GAZ
Le "ouverture de la station GAZ
J'ai un grand ami de Espera Feliz, nommé Carlos Alberto, presque un frère.
Propriétaire d'un tempérament milieu instable, mais une âme pure, Carlos Alberto a réalisé de nombreux épisodes mémorables qui se sont accumulés dans mon longue période d'attente ... heureux
Dans l'une, n'oubliez pas que nous sommes allés à Belo Horizonte, l'emmener à son épouse bien-aimée chez le médecin et je faire de ces «cours» d'un jour, si je me souviens bien sur les prothèses et orthèses, afin de pouvoir la ville des lettres de créance recevoir, via le matériel SUS pour traiter leurs patients orthopédiques.
Eh bien, le voyage a été extrêmement fatiguant et nous avons dû aller et venir dans le même jour que la ville ne fournit pas autre chose que le conducteur et la voiture, et comment je devrais être en service pendant la nuit Guaçu, Espirito Santo, retour était une sorte de toute urgence.
Le «cours» a été très rapide, mais sa fin, à deux heures de l'après-midi, a fait le retour de planification plus immédiats ont été anéantis.
Parfois, la nuit, nous nous sommes arrêtés pour dîner, car la journée a été très fatigant et l'arrivée Espera Feliz doit être administrée après 22 heures.
J'ai communiqué avec Guaçu et a obtenu un collègue de me donner la couverture dans mon dos.
Cela fait, nous nous sommes arrêtés à une station de gaz à Rio Casca, Minas Gerais, si je ne me trompe pas mettre la Terre Blanche. J'ai été une fête avec la voiture de tombola bande de droite, entre otras más COSIT.
Gas Station présent Steakhouse est un bon modèle et l'associer à la faim vorace, a été invité.
Quand je me lève, j'ai remarqué une énorme banderole tendue d'un côté à l'autre de la tournée avec les mots suivants: ". TERRE White Station, 25 ANS AU SERVICE DU PEUPLE"
En attendant, je vois Carlos Alberto de parler à un vieil homme, ces petits, gras et demi, coiffé d'un béret sans faille.
Comme je l'ai approché, je pouvais entendre le ténor de la conversation: Quand j'ai demandé à mon ami ce qui se passait, il a répondu promptement à l'agréable M.:
Je sais pas jeune, je pense que nous sommes en inaugurant le Post.
À cela, le vieillard aimable aussitôt répondu:
-Seulement si c'est un autre, pourquoi cela est ici depuis des lustres!
Le rideau tombe!
J'ai un grand ami de Espera Feliz, nommé Carlos Alberto, presque un frère.
Propriétaire d'un tempérament milieu instable, mais une âme pure, Carlos Alberto a réalisé de nombreux épisodes mémorables qui se sont accumulés dans mon longue période d'attente ... heureux
Dans l'une, n'oubliez pas que nous sommes allés à Belo Horizonte, l'emmener à son épouse bien-aimée chez le médecin et je faire de ces «cours» d'un jour, si je me souviens bien sur les prothèses et orthèses, afin de pouvoir la ville des lettres de créance recevoir, via le matériel SUS pour traiter leurs patients orthopédiques.
Eh bien, le voyage a été extrêmement fatiguant et nous avons dû aller et venir dans le même jour que la ville ne fournit pas autre chose que le conducteur et la voiture, et comment je devrais être en service pendant la nuit Guaçu, Espirito Santo, retour était une sorte de toute urgence.
Le «cours» a été très rapide, mais sa fin, à deux heures de l'après-midi, a fait le retour de planification plus immédiats ont été anéantis.
Parfois, la nuit, nous nous sommes arrêtés pour dîner, car la journée a été très fatigant et l'arrivée Espera Feliz doit être administrée après 22 heures.
J'ai communiqué avec Guaçu et a obtenu un collègue de me donner la couverture dans mon dos.
Cela fait, nous nous sommes arrêtés à une station de gaz à Rio Casca, Minas Gerais, si je ne me trompe pas mettre la Terre Blanche. J'ai été une fête avec la voiture de tombola bande de droite, entre otras más COSIT.
Gas Station présent Steakhouse est un bon modèle et l'associer à la faim vorace, a été invité.
Quand je me lève, j'ai remarqué une énorme banderole tendue d'un côté à l'autre de la tournée avec les mots suivants: ". TERRE White Station, 25 ANS AU SERVICE DU PEUPLE"
En attendant, je vois Carlos Alberto de parler à un vieil homme, ces petits, gras et demi, coiffé d'un béret sans faille.
Comme je l'ai approché, je pouvais entendre le ténor de la conversation: Quand j'ai demandé à mon ami ce qui se passait, il a répondu promptement à l'agréable M.:
Je sais pas jeune, je pense que nous sommes en inaugurant le Post.
À cela, le vieillard aimable aussitôt répondu:
-Seulement si c'est un autre, pourquoi cela est ici depuis des lustres!
Le rideau tombe!
The "OPENING THE GAS STATION
The "OPENING THE GAS STATION
I have a great friend in Espera Feliz, named Carlos Alberto, almost a brother.
Owner of a middle unstable temperament, but a pure soul, Carlos Alberto has accomplished many memorable episodes that have accumulated in my long period of waiting ... happy
In one, remember that we went to Belo Horizonte, take him to his beloved wife to the doctor and I to make of these "courses" of one day, if I remember correctly on prosthetics and orthotics in order to power the city of credentials receive, via the SUS material for treating their orthopedic patients.
Well, the trip was extremely tiring and we had to go back and forth within the same day as the city does not provide anything other than the driver and car, and how I should be on duty at night Guaçu, Espirito Santo, back was kind of urgent.
The "course" was very fast, but its end at two o'clock in the afternoon, made the planning more immediate return were dashed.
Sometime at night, we stopped for dinner, since the day was very tiring and the arrival Espera Feliz should be given after 22 hours.
I communicated with Guaçu and got a colleague to give me cover up my back.
That done, we stopped at a gas station in Rio Casca, Minas Gerais, if I mistake not put the White Earth. I was having a party with the right band, raffle car between COSIT otras más.
Gas Station this steakhouse is a good pattern and associating it with ravenous hunger, was inviting.
When I get up, I noticed a huge banner stretched from one side to another of the Tour with the following words: "EARTH STATION WHITE, 25 YEARS SERVING THE PEOPLE."
Meanwhile I see Carlos Alberto talking to an old man, these small, half fat, wearing a beret unfailing.
As I approached I could hear the tenor of the conversation: When I asked my friend what was happening, it responded promptly to the nice Mr:
I know-not young, I think we're inaugurating the Post.
At that, the amiable old man promptly replied:
-Only if it is another, why this is here for ages!
The curtain falls!
I have a great friend in Espera Feliz, named Carlos Alberto, almost a brother.
Owner of a middle unstable temperament, but a pure soul, Carlos Alberto has accomplished many memorable episodes that have accumulated in my long period of waiting ... happy
In one, remember that we went to Belo Horizonte, take him to his beloved wife to the doctor and I to make of these "courses" of one day, if I remember correctly on prosthetics and orthotics in order to power the city of credentials receive, via the SUS material for treating their orthopedic patients.
Well, the trip was extremely tiring and we had to go back and forth within the same day as the city does not provide anything other than the driver and car, and how I should be on duty at night Guaçu, Espirito Santo, back was kind of urgent.
The "course" was very fast, but its end at two o'clock in the afternoon, made the planning more immediate return were dashed.
Sometime at night, we stopped for dinner, since the day was very tiring and the arrival Espera Feliz should be given after 22 hours.
I communicated with Guaçu and got a colleague to give me cover up my back.
That done, we stopped at a gas station in Rio Casca, Minas Gerais, if I mistake not put the White Earth. I was having a party with the right band, raffle car between COSIT otras más.
Gas Station this steakhouse is a good pattern and associating it with ravenous hunger, was inviting.
When I get up, I noticed a huge banner stretched from one side to another of the Tour with the following words: "EARTH STATION WHITE, 25 YEARS SERVING THE PEOPLE."
Meanwhile I see Carlos Alberto talking to an old man, these small, half fat, wearing a beret unfailing.
As I approached I could hear the tenor of the conversation: When I asked my friend what was happening, it responded promptly to the nice Mr:
I know-not young, I think we're inaugurating the Post.
At that, the amiable old man promptly replied:
-Only if it is another, why this is here for ages!
The curtain falls!
La "apertura de la gasolinera
La "apertura de la gasolinera
Tengo un gran amigo en Espera Feliz, de nombre Carlos Alberto, casi un hermano.
Dueño de un temperamento inestable medio, pero un alma pura, Carlos Alberto ha llevado a cabo muchos episodios memorables que se han acumulado en mi largo período de espera ... feliz
En una, recuerda que fue a Belo Horizonte, llevarlo a su amada esposa con el médico y yo para hacer de estos "cursos" de un día, si mal no recuerdo en prótesis y órtesis para el poder de la ciudad de credenciales recibir, a través del material de SUS para el tratamiento de sus pacientes de ortopedia.
Bueno, el viaje fue muy agotador y que teníamos que ir y volver en el mismo día que la ciudad no ofrece nada que no sea el conductor y el coche, y cómo debería estar en servicio durante la noche Guaçu, Espirito Santo, atrás era una especie de urgencia.
El "curso" fue muy rápido, pero al final, a las dos de la tarde, hizo el cambio de planificación más inmediata se desvanecieron.
En algún momento durante la noche, nos detuvimos a cenar, ya que el día estaba muy cansado y con la llegada Espera Feliz se debe dar después de 22 horas.
Me comuniqué con Guaçu y tiene a un colega que me dan cubrir la espalda.
Una vez hecho esto, nos detuvimos en una gasolinera en Río Casca, Minas Gerais, si no me equivoco puesto de la Tierra Blanca. Yo estaba en una fiesta con el coche rifa banda derecha, entre COSIT Más Otras.
Gasolinera este restaurante especializado en carnes es un buen patrón y su asociación con hambre voraz, era acogedor.
Cuando me levanto, me di cuenta de una enorme pancarta se extendía de un lado a otro de la gira con las siguientes palabras: ". ESTACIONES TERRENAS BLANCO, DE 25 AÑOS AL SERVICIO DE LA GENTE"
Mientras tanto, veo Carlos Alberto hablar con un hombre viejo, estas grasas pequeña, media, usando una boina infalible.
Cuando me acerqué pude escuchar el tono de la conversación: Cuando le pregunté a mi amigo lo que estaba sucediendo, que respondió con prontitud a la agradable señor:
Sé que no-jóvenes, creo que estamos inaugurando el Post.
En ese momento, el anciano amable respondió rápidamente:
-Sólo si es otro, ¿por qué esto está aquí desde siempre!
Cae el telón!
Tengo un gran amigo en Espera Feliz, de nombre Carlos Alberto, casi un hermano.
Dueño de un temperamento inestable medio, pero un alma pura, Carlos Alberto ha llevado a cabo muchos episodios memorables que se han acumulado en mi largo período de espera ... feliz
En una, recuerda que fue a Belo Horizonte, llevarlo a su amada esposa con el médico y yo para hacer de estos "cursos" de un día, si mal no recuerdo en prótesis y órtesis para el poder de la ciudad de credenciales recibir, a través del material de SUS para el tratamiento de sus pacientes de ortopedia.
Bueno, el viaje fue muy agotador y que teníamos que ir y volver en el mismo día que la ciudad no ofrece nada que no sea el conductor y el coche, y cómo debería estar en servicio durante la noche Guaçu, Espirito Santo, atrás era una especie de urgencia.
El "curso" fue muy rápido, pero al final, a las dos de la tarde, hizo el cambio de planificación más inmediata se desvanecieron.
En algún momento durante la noche, nos detuvimos a cenar, ya que el día estaba muy cansado y con la llegada Espera Feliz se debe dar después de 22 horas.
Me comuniqué con Guaçu y tiene a un colega que me dan cubrir la espalda.
Una vez hecho esto, nos detuvimos en una gasolinera en Río Casca, Minas Gerais, si no me equivoco puesto de la Tierra Blanca. Yo estaba en una fiesta con el coche rifa banda derecha, entre COSIT Más Otras.
Gasolinera este restaurante especializado en carnes es un buen patrón y su asociación con hambre voraz, era acogedor.
Cuando me levanto, me di cuenta de una enorme pancarta se extendía de un lado a otro de la gira con las siguientes palabras: ". ESTACIONES TERRENAS BLANCO, DE 25 AÑOS AL SERVICIO DE LA GENTE"
Mientras tanto, veo Carlos Alberto hablar con un hombre viejo, estas grasas pequeña, media, usando una boina infalible.
Cuando me acerqué pude escuchar el tono de la conversación: Cuando le pregunté a mi amigo lo que estaba sucediendo, que respondió con prontitud a la agradable señor:
Sé que no-jóvenes, creo que estamos inaugurando el Post.
En ese momento, el anciano amable respondió rápidamente:
-Sólo si es otro, ¿por qué esto está aquí desde siempre!
Cae el telón!
A "INAUGURAÇÃO DO POSTO DE GASOLINA
A "INAUGURAÇÃO DO POSTO DE GASOLINA
Tenho um grande amigo em Espera Feliz, chamado Carlos Alberto, quase que um irmão.
Dono de um temperamento meio instável, mas puro de alma, Carlos Alberto protagonizou vários episódios inesquecíveis que acumulei nesse meu longo período de esperas felizes...
Num deles, me recordo que fomos juntos até Belo Horizonte, ele para levar sua querida esposa ao médico e eu para fazer um desses “cursos” de um dia só, se não me engano sobre próteses e órteses, a fim de credenciar Espera Feliz para poder receber, via SUS, material para tratamento de seus pacientes ortopédicos.
Pois bem, a viagem era extremamente cansativa e tínhamos que ir e voltar dentro do mesmo dia, já que a prefeitura não disponibilizara nada além do motorista e do carro e, como eu deveria estar de plantão à noite em Guaçui, no Espírito Santo, a volta era meio que urgente.
O “curso” foi muito rápido, mas seu término às duas horas da tarde, fez com que o planejamento do retorno mais imediato fosse por água abaixo.
Lá pelas tantas, resolvemos parar para jantar, já que o dia tinha sido muito cansativo e a chegada a Espera Feliz deveria se dar depois das 22 horas.
Comuniquei-me com Guaçui e arranjei um colega para me dar cobertura até a minha volta.
Feito isso, paramos num posto de Gasolina em Rio Casca, MG; se não me engano posto Terra Branca. Estava havendo uma festa com direito a banda de música, sorteio de automóvel entre otras cositas más.
Nesse Posto de Gasolina há uma churrascaria de bom padrão e associando-se com a fome voraz, estava convidativa.
Ao me levantar, percebi uma faixa enorme estendida de um lado ao outro do Posto com os seguintes dizeres: “POSTO TERRA BRANCA, 25 ANOS SERVINDO AO POVO”.
Nesse ínterim percebo Carlos Alberto conversando com um velho senhor, desses pequenos, meio gordinhos, portando uma indefectível boina.
Ao me aproximar pude ouvir o teor da conversa: Ao perguntar ao meu amigo o que estava ocorrendo, esse respondeu de pronto ao simpático senhor:
-Sei não moço, eu acho que estão inaugurando o Posto.
Ao que, prontamente o amável velhote respondeu:
-Só se for outro, por que este está aqui faz um tempão!
CAI O PANO!
Tenho um grande amigo em Espera Feliz, chamado Carlos Alberto, quase que um irmão.
Dono de um temperamento meio instável, mas puro de alma, Carlos Alberto protagonizou vários episódios inesquecíveis que acumulei nesse meu longo período de esperas felizes...
Num deles, me recordo que fomos juntos até Belo Horizonte, ele para levar sua querida esposa ao médico e eu para fazer um desses “cursos” de um dia só, se não me engano sobre próteses e órteses, a fim de credenciar Espera Feliz para poder receber, via SUS, material para tratamento de seus pacientes ortopédicos.
Pois bem, a viagem era extremamente cansativa e tínhamos que ir e voltar dentro do mesmo dia, já que a prefeitura não disponibilizara nada além do motorista e do carro e, como eu deveria estar de plantão à noite em Guaçui, no Espírito Santo, a volta era meio que urgente.
O “curso” foi muito rápido, mas seu término às duas horas da tarde, fez com que o planejamento do retorno mais imediato fosse por água abaixo.
Lá pelas tantas, resolvemos parar para jantar, já que o dia tinha sido muito cansativo e a chegada a Espera Feliz deveria se dar depois das 22 horas.
Comuniquei-me com Guaçui e arranjei um colega para me dar cobertura até a minha volta.
Feito isso, paramos num posto de Gasolina em Rio Casca, MG; se não me engano posto Terra Branca. Estava havendo uma festa com direito a banda de música, sorteio de automóvel entre otras cositas más.
Nesse Posto de Gasolina há uma churrascaria de bom padrão e associando-se com a fome voraz, estava convidativa.
Ao me levantar, percebi uma faixa enorme estendida de um lado ao outro do Posto com os seguintes dizeres: “POSTO TERRA BRANCA, 25 ANOS SERVINDO AO POVO”.
Nesse ínterim percebo Carlos Alberto conversando com um velho senhor, desses pequenos, meio gordinhos, portando uma indefectível boina.
Ao me aproximar pude ouvir o teor da conversa: Ao perguntar ao meu amigo o que estava ocorrendo, esse respondeu de pronto ao simpático senhor:
-Sei não moço, eu acho que estão inaugurando o Posto.
Ao que, prontamente o amável velhote respondeu:
-Só se for outro, por que este está aqui faz um tempão!
CAI O PANO!
MIOPÍA
En estos mis viajes por el interior de Minas Gerais, conoció a un caballero muy simplista y tan terco como simple.
Recuerdo que tratamos todas las formas de hacerlo con tanto necesita gafas, pero sin éxito.
La miopía intensa que sufrió fue la causa de una de las situaciones más inusuales que he visto y lo transmita a usted con mucho gusto.
Estábamos en Carangola, interior de Minas, y que iba a hacer algunas compras, cuando de repente me encuentro muy nervioso con el caballero en la exasperación, frente a una ventana en una de la galería pocos o tal vez sólo en la ciudad.
En este caso, para mi sorpresa me di cuenta de la razón de esta revuelta.
Nuestra miope e ingenuo que estaban discutiendo en voz alta con un maniquí que estaba expuesto en frente de la tienda.
De gritar, "yo respeto, tiene la educación, entre otros insultos no imprimibles me acerca a la escena le pregunté por qué tanto enojo, como yo, respondió de inmediato":
Doctor, gracias a Dios que estás aquí porque sabes que este hijo de ... Este tipo me está haciendo caso omiso porque soy viejo y no estoy vestido, creo que sólo le preguntó cuánto le costó a los pantalones y él, y no me contestó, ni miró a la cara!
Casi no podía convencer a mi amigo que el "duende" no era una persona era un traje de muñeca.
Más o menos satisfecho con la respuesta, aún así salió tipo de despotricar contra todo pronóstico, ante las risas de los contenidos asistió a la escena.
Convencerlo de que era sólo un señuelo, que todavía era posible, sino en la necesidad de usar gafas, es harina de otro costal.
De hecho, el pantalón que quería comprar, cuestan mucho menos que eso ...
Recuerdo que tratamos todas las formas de hacerlo con tanto necesita gafas, pero sin éxito.
La miopía intensa que sufrió fue la causa de una de las situaciones más inusuales que he visto y lo transmita a usted con mucho gusto.
Estábamos en Carangola, interior de Minas, y que iba a hacer algunas compras, cuando de repente me encuentro muy nervioso con el caballero en la exasperación, frente a una ventana en una de la galería pocos o tal vez sólo en la ciudad.
En este caso, para mi sorpresa me di cuenta de la razón de esta revuelta.
Nuestra miope e ingenuo que estaban discutiendo en voz alta con un maniquí que estaba expuesto en frente de la tienda.
De gritar, "yo respeto, tiene la educación, entre otros insultos no imprimibles me acerca a la escena le pregunté por qué tanto enojo, como yo, respondió de inmediato":
Doctor, gracias a Dios que estás aquí porque sabes que este hijo de ... Este tipo me está haciendo caso omiso porque soy viejo y no estoy vestido, creo que sólo le preguntó cuánto le costó a los pantalones y él, y no me contestó, ni miró a la cara!
Casi no podía convencer a mi amigo que el "duende" no era una persona era un traje de muñeca.
Más o menos satisfecho con la respuesta, aún así salió tipo de despotricar contra todo pronóstico, ante las risas de los contenidos asistió a la escena.
Convencerlo de que era sólo un señuelo, que todavía era posible, sino en la necesidad de usar gafas, es harina de otro costal.
De hecho, el pantalón que quería comprar, cuestan mucho menos que eso ...
OS OUTROS QUINHENTOS...
OS OUTROS QUINHENTOS...
Nessas minhas andanças pelo interior mineiro conheci um senhor extremamente simplório e tão teimoso quanto simples.
Recordo-me que tentamos de todas as formas faze-lo usar os tão necessários óculos, mas sem sucesso.
A miopia intensa que o mesmo padecia foi a causa de uma das mais insólitas situações que presenciei e repasso para vocês com muito prazer.
Estávamos em Carangola, interior de Minas, e eu estava indo fazer umas compras quando, de repente deparo-me com aquele senhor extremamente nervoso, exasperado mesmo, na frente de uma vitrine numa das poucas ou talvez única galeria da cidade.
Eis que, para minha surpresa percebi o motivo de tal revolta.
O nosso míope e ingênuo senhor estava aos berros discutindo com o MANEQUIM que estava exposto na frente da loja.
Aos berros de: “Me respeite, tenha educação, entre outros impropérios impublicáveis me aproximar de tal cena perguntei por que tanta revolta, no que fui prontamente respondido”:
-Doutor Marcos, ainda bem que o senhor está aqui, pois saiba o senhor que esse filho da... Desse camarada está me desprezando só porque eu sou velho e não estou bem vestido, imagina o senhor que eu somente perguntei quanto custava essa calça e ele, além de não me responder, nem olhou para a minha cara!
Com muito custo consegui convencer ao meu amigo de que o “dito cujo” não era uma pessoa, não passava de um boneco fantasiado.
Mais ou menos satisfeito com a resposta, saiu ainda meio que vociferando contra tudo e todos, para risos contidos dos que assistiram à cena.
Convence-lo de que não passara de um engodo; ainda foi possível, mas quanto à necessidade do uso de óculos, isso são outros quinhentos.
Aliás, a calça que o mesmo queria comprar, custava bem menos que isso...
Nessas minhas andanças pelo interior mineiro conheci um senhor extremamente simplório e tão teimoso quanto simples.
Recordo-me que tentamos de todas as formas faze-lo usar os tão necessários óculos, mas sem sucesso.
A miopia intensa que o mesmo padecia foi a causa de uma das mais insólitas situações que presenciei e repasso para vocês com muito prazer.
Estávamos em Carangola, interior de Minas, e eu estava indo fazer umas compras quando, de repente deparo-me com aquele senhor extremamente nervoso, exasperado mesmo, na frente de uma vitrine numa das poucas ou talvez única galeria da cidade.
Eis que, para minha surpresa percebi o motivo de tal revolta.
O nosso míope e ingênuo senhor estava aos berros discutindo com o MANEQUIM que estava exposto na frente da loja.
Aos berros de: “Me respeite, tenha educação, entre outros impropérios impublicáveis me aproximar de tal cena perguntei por que tanta revolta, no que fui prontamente respondido”:
-Doutor Marcos, ainda bem que o senhor está aqui, pois saiba o senhor que esse filho da... Desse camarada está me desprezando só porque eu sou velho e não estou bem vestido, imagina o senhor que eu somente perguntei quanto custava essa calça e ele, além de não me responder, nem olhou para a minha cara!
Com muito custo consegui convencer ao meu amigo de que o “dito cujo” não era uma pessoa, não passava de um boneco fantasiado.
Mais ou menos satisfeito com a resposta, saiu ainda meio que vociferando contra tudo e todos, para risos contidos dos que assistiram à cena.
Convence-lo de que não passara de um engodo; ainda foi possível, mas quanto à necessidade do uso de óculos, isso são outros quinhentos.
Aliás, a calça que o mesmo queria comprar, custava bem menos que isso...
IOGURTE COM SABOR DE SANGUE
IOGURTE COM SABOR DE SANGUE
Temos visto diariamente a que ponto a antiga, até certo ponto charmosa, propaganda inserida nos programas de TV, chegaram.
No começo, a tentativa de apresentar um produto subliminarmente colocado em uma cena isolada de uma novela ou minissérie ou mesmo em um filme, criando assim, um certo ar de “casualidade” no fato, gerando um aspecto “romântico” da propaganda evolui para uma coisa desastrosa.
Hoje somos obrigados a conviver com cenas cada vez mais ridículas e, muitas vezes até ultrapassando todos os limites do bom senso.
As propagandas inseridas nos programas de televisão, principalmente as apresentadas pelos “garotos propaganda” que interrompem raciocínios, interrompem matérias, inserindo dentro das atrações dos programas, coisas que muitas das vezes irritam e geram um clima paradoxal.
Outro dia, ao assistir, não sei em qual programa, também não interessa muito de tão parecidos são entre si, uma entrevista sobre o derramamento absurdo de sangue em São Paulo, subitamente, a entrevistadora, deu uma reviravolta total e, pedindo um break na entrevista, se vira para uma senhora com voz irritante e convoca-a para fazer propaganda de um produto relacionado a Iogurte, me deixando com um misto de sangue e iogurte na boca.
Outras tantas vezes, somos interrompidos por dois “simpáticos” senhores vendendo uma máquina digital que: ó milagre dos céus, filma, grava som, fotografa e serve de web cam, como se as outras não fizessem o mesmo, pela metade do preço e sem aquele velho apelo: os duzentos primeiros que ligarem... Levando-me a crer que, como já faz mais de um ano que a ladainha se repete, a venda de tal “maravilha” não tem sido muito grande, ou senão isso é caso de propaganda ENGANOSA.
Mas voltando ao mérito da questão, acredito que esse tipo de propaganda, além de extremamente chato, demonstra a que estágio nossa televisão aberta chegou: Aos tempos da Neide Aparecida, tipo década de 60, por aí.
Além de tudo, esse tipo de inserção brusca e sem sentido na programação, demonstra quão fragilizada nossa mídia televisiva está.
Essa sujeição da mesma a um tipo de propaganda agressiva e, muitas das vezes, enganosa ou pelo menos de produtos com utilidade e/ou eficácia discutível, transmite a mim, pelo menos, uma sensação de estar sendo ROUBADO, na concessão que nós, contribuintes brasileiros, demos para um grupo econômico fazer isso.
Outra coisa que me assusta é a venda de horário, numa verdadeira sublocação dessa mesma concessão para programas de diversos naipes, desde venda de produtos eróticos à propaganda religiosa. A situação chega a tal ponto que “a responsabilidade” sobre a apresentação de tais programas é transferida da emissora beneficiária de nossa concessão para o sublocador.
Creio que esse iogurte com gosto de sangue ainda seja, apesar de primário e de mau gosto, ético; mas a sublocação de concessão pública não me parece muito não. Seria um bom foco de discussão sobre até que ponto podem-se transferir essas benesses do poder público para outrem, sob qualquer justificativa, mesmo financeira.
Agora me dê licença que eu vou ali vender uns cogumelos,
Depois do “merchan” a gente volta a conversar...
Temos visto diariamente a que ponto a antiga, até certo ponto charmosa, propaganda inserida nos programas de TV, chegaram.
No começo, a tentativa de apresentar um produto subliminarmente colocado em uma cena isolada de uma novela ou minissérie ou mesmo em um filme, criando assim, um certo ar de “casualidade” no fato, gerando um aspecto “romântico” da propaganda evolui para uma coisa desastrosa.
Hoje somos obrigados a conviver com cenas cada vez mais ridículas e, muitas vezes até ultrapassando todos os limites do bom senso.
As propagandas inseridas nos programas de televisão, principalmente as apresentadas pelos “garotos propaganda” que interrompem raciocínios, interrompem matérias, inserindo dentro das atrações dos programas, coisas que muitas das vezes irritam e geram um clima paradoxal.
Outro dia, ao assistir, não sei em qual programa, também não interessa muito de tão parecidos são entre si, uma entrevista sobre o derramamento absurdo de sangue em São Paulo, subitamente, a entrevistadora, deu uma reviravolta total e, pedindo um break na entrevista, se vira para uma senhora com voz irritante e convoca-a para fazer propaganda de um produto relacionado a Iogurte, me deixando com um misto de sangue e iogurte na boca.
Outras tantas vezes, somos interrompidos por dois “simpáticos” senhores vendendo uma máquina digital que: ó milagre dos céus, filma, grava som, fotografa e serve de web cam, como se as outras não fizessem o mesmo, pela metade do preço e sem aquele velho apelo: os duzentos primeiros que ligarem... Levando-me a crer que, como já faz mais de um ano que a ladainha se repete, a venda de tal “maravilha” não tem sido muito grande, ou senão isso é caso de propaganda ENGANOSA.
Mas voltando ao mérito da questão, acredito que esse tipo de propaganda, além de extremamente chato, demonstra a que estágio nossa televisão aberta chegou: Aos tempos da Neide Aparecida, tipo década de 60, por aí.
Além de tudo, esse tipo de inserção brusca e sem sentido na programação, demonstra quão fragilizada nossa mídia televisiva está.
Essa sujeição da mesma a um tipo de propaganda agressiva e, muitas das vezes, enganosa ou pelo menos de produtos com utilidade e/ou eficácia discutível, transmite a mim, pelo menos, uma sensação de estar sendo ROUBADO, na concessão que nós, contribuintes brasileiros, demos para um grupo econômico fazer isso.
Outra coisa que me assusta é a venda de horário, numa verdadeira sublocação dessa mesma concessão para programas de diversos naipes, desde venda de produtos eróticos à propaganda religiosa. A situação chega a tal ponto que “a responsabilidade” sobre a apresentação de tais programas é transferida da emissora beneficiária de nossa concessão para o sublocador.
Creio que esse iogurte com gosto de sangue ainda seja, apesar de primário e de mau gosto, ético; mas a sublocação de concessão pública não me parece muito não. Seria um bom foco de discussão sobre até que ponto podem-se transferir essas benesses do poder público para outrem, sob qualquer justificativa, mesmo financeira.
Agora me dê licença que eu vou ali vender uns cogumelos,
Depois do “merchan” a gente volta a conversar...
Ter duas mulheres é fácil
TROVAS E CONTRATROVAS - MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Ter duas mulheres é fácil, o difícil é ter um sócio...
Trova
Faz do jeito que quiseres,
Mas depois que houve o divórcio,
Fácil é ter duas mulheres!
O difícil é ter um sócio...
Contra trova
Pior do que ter um sócio,
Não é bem isso o que queres.
Sociedade no negócio...
É melhor que nas mulheres!
Mote – Ter duas mulheres é fácil, o difícil é ter um sócio...
Trova
Faz do jeito que quiseres,
Mas depois que houve o divórcio,
Fácil é ter duas mulheres!
O difícil é ter um sócio...
Contra trova
Pior do que ter um sócio,
Não é bem isso o que queres.
Sociedade no negócio...
É melhor que nas mulheres!
Errar duas vezes
TROVAS E CONTRATROVAS - MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Errar duas vezes é bigamia...
Trova
Repito aqui – não me engano,
O que você já sabia:
Se um erro é coisa de humano,
Dois erros ... é bigamia!
Contra trova
Vou errando nessa vida,
Joana, Paula e Maria;
Renata e Aparecida,
Vou errando todo dia...
Mote – Errar duas vezes é bigamia...
Trova
Repito aqui – não me engano,
O que você já sabia:
Se um erro é coisa de humano,
Dois erros ... é bigamia!
Contra trova
Vou errando nessa vida,
Joana, Paula e Maria;
Renata e Aparecida,
Vou errando todo dia...
FUI MATAR A SAUDADE
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES
Mote – Fui matar a saudade e voltei morrendo...
Trova
Há coisas que, na verdade,
Eu juro que não entendo:
Eu fui matar a saudade
E, dela, voltei morrendo...
Contra trova
De saudades, vou morrendo,
Mas nelas, também, eu vivo;
Dos amores, vou correndo,
Para ver se sobrevivo...
Mote – Fui matar a saudade e voltei morrendo...
Trova
Há coisas que, na verdade,
Eu juro que não entendo:
Eu fui matar a saudade
E, dela, voltei morrendo...
Contra trova
De saudades, vou morrendo,
Mas nelas, também, eu vivo;
Dos amores, vou correndo,
Para ver se sobrevivo...
Se ruga fosse sinal de velhice
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Se ruga fosse sinal de velhice, meu saco era Matusalém...
Trova
Se ruga fosse sinal
De velhice, Ó Santo Meu!,
Este meu saco, afinal,
Estaria num museu...
Contra trova
Essa é uma grande verdade,
No museu, ele estaria,
Mas não há, na humanidade,
Nada com tanta valia...
(experimenta ter que andar segurando...)
Mote – Se ruga fosse sinal de velhice, meu saco era Matusalém...
Trova
Se ruga fosse sinal
De velhice, Ó Santo Meu!,
Este meu saco, afinal,
Estaria num museu...
Contra trova
Essa é uma grande verdade,
No museu, ele estaria,
Mas não há, na humanidade,
Nada com tanta valia...
(experimenta ter que andar segurando...)
AS CURVAS MAIS PERIGOSAS
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Mais perigosas que as curvas das estradas, são as das mulheres...
Trova
Eu toco, enquanto puder,
Por estradas sinuosas;
Mas são mesmo as da mulher,
As curvas mais perigosas!
Contra trova
Pois nas curvas de Teresa,
Eu perdi a direção,
Em meio a tanta beleza,
Capotei meu coração...
Mote – Mais perigosas que as curvas das estradas, são as das mulheres...
Trova
Eu toco, enquanto puder,
Por estradas sinuosas;
Mas são mesmo as da mulher,
As curvas mais perigosas!
Contra trova
Pois nas curvas de Teresa,
Eu perdi a direção,
Em meio a tanta beleza,
Capotei meu coração...
Namoro com mulher casada
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote- Namoro com mulher casada, tem gosto de 45...
Trova
Namoro muito, na estrada,
Mas, com casada, não brinco:
Namorar mulher casada,
Tem gosto de quarenta e cinco...
Contra trova
Não tenho medo de nada,
Essa verdade não cala,
Mesma que seja casada,
Atirando, chupo a bala...
Mote- Namoro com mulher casada, tem gosto de 45...
Trova
Namoro muito, na estrada,
Mas, com casada, não brinco:
Namorar mulher casada,
Tem gosto de quarenta e cinco...
Contra trova
Não tenho medo de nada,
Essa verdade não cala,
Mesma que seja casada,
Atirando, chupo a bala...
Mulher na direção?
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Mulher na direção? Salve-se quem puder!
Trova
Falam que sou machista
Mas pode ver, quem quiser:
Se a mulher é a motorista,
Salve-se, então, quem puder!
Contra trova
Não caio nessa lorota,
A verdade é bem bonita,
Pois eu perdi minha rota,
Quando conheci a Rita...
Mote – Mulher na direção? Salve-se quem puder!
Trova
Falam que sou machista
Mas pode ver, quem quiser:
Se a mulher é a motorista,
Salve-se, então, quem puder!
Contra trova
Não caio nessa lorota,
A verdade é bem bonita,
Pois eu perdi minha rota,
Quando conheci a Rita...
Boa de bico
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Boa de bico é a cegonha...
Trova
Você fala e não diz nada
E disso, não tem vergonha;
Já me disseram, na estrada:
Boa de bico é a cegonha...
Contra trova
É verdade, sim senhor,
Nesse caso eu não me engano,
Mas trem para causar dor,
É bicada de tucano...
Mote – Boa de bico é a cegonha...
Trova
Você fala e não diz nada
E disso, não tem vergonha;
Já me disseram, na estrada:
Boa de bico é a cegonha...
Contra trova
É verdade, sim senhor,
Nesse caso eu não me engano,
Mas trem para causar dor,
É bicada de tucano...
Paraíso
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Paraíso tem sabor de mel, de mãe e de mulher fiel
Trova
Se o Paraíso aqui fosse,
Teria sabor de mel,
Do amor de mãe – que é tão doce-
E o da mulher que é fiel...
Contra trova
Então, Paraíso sei.
Nem vou me preocupar
Nele então, eu vou ser rei,
De tanto saber amar...
Mote – Paraíso tem sabor de mel, de mãe e de mulher fiel
Trova
Se o Paraíso aqui fosse,
Teria sabor de mel,
Do amor de mãe – que é tão doce-
E o da mulher que é fiel...
Contra trova
Então, Paraíso sei.
Nem vou me preocupar
Nele então, eu vou ser rei,
De tanto saber amar...
Os conselhos que me dás
TROVAS E CONTRATROVAS - MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Trovas e contra trovas
Mote – Os conselhos que me dás , deverias ser o primeiro a segui-los...
Trova
Chega de blá blá blá
E não me ponha mais grilos:
Os conselhos que me dá,
Você devia segui-los!
Contra trova
No balcão da solidão
Conselho já tem assento,
Pois então não ouça não,
Obedeça ao pensamento...
Trovas e contra trovas
Mote – Os conselhos que me dás , deverias ser o primeiro a segui-los...
Trova
Chega de blá blá blá
E não me ponha mais grilos:
Os conselhos que me dá,
Você devia segui-los!
Contra trova
No balcão da solidão
Conselho já tem assento,
Pois então não ouça não,
Obedeça ao pensamento...
Marido velho
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Marido velho é como gato de armazém: Só dorme no saco...
Trova
Marido velho, meu bem,
Só sabe “jogar buraco”;
Como o gato de armazém,
Só dorme em cima do saco...
Contra trova
Pra total desilusão
Da pobre dona Maria,
O “gatão” que era João,
Hoje é essa porcaria...
Mote – Marido velho é como gato de armazém: Só dorme no saco...
Trova
Marido velho, meu bem,
Só sabe “jogar buraco”;
Como o gato de armazém,
Só dorme em cima do saco...
Contra trova
Pra total desilusão
Da pobre dona Maria,
O “gatão” que era João,
Hoje é essa porcaria...
mulher feia
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – mulher feia é que nem chuchu, come-se mas não tem gosto de nada
Trova
A mulher feia tem nome:
“Chuchu à beira da estrada”,
Às vezes a gente come,
Mas não tem gosto de nada...
Contra trova
Mulher feia é bem melhor,
O bom cabrito não berra,
Tem bonita que dá dó,
E mais que chuchu na serra...
Mote – mulher feia é que nem chuchu, come-se mas não tem gosto de nada
Trova
A mulher feia tem nome:
“Chuchu à beira da estrada”,
Às vezes a gente come,
Mas não tem gosto de nada...
Contra trova
Mulher feia é bem melhor,
O bom cabrito não berra,
Tem bonita que dá dó,
E mais que chuchu na serra...
Nas curvas do seu sorriso
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Nas curvas do seu sorriso, capotei meu coração.
Trova
Veja só que prejuízo
Eu tive, na direção:
-Nas curvas do seu sorriso,
Capotei meu coração...
Contra trova
Capotar é prejuízo,
O coração “amarela”,
Vou fugindo do sorriso,
Botando só na banguela...
Mote – Nas curvas do seu sorriso, capotei meu coração.
Trova
Veja só que prejuízo
Eu tive, na direção:
-Nas curvas do seu sorriso,
Capotei meu coração...
Contra trova
Capotar é prejuízo,
O coração “amarela”,
Vou fugindo do sorriso,
Botando só na banguela...
Pobre e prego
Trovas e contra trovas MARCOS C LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Pobre e prego, só levam na cabeça.
Trova
Ser pobre é duro, não nego
E não há quem não padeça;
O coitado é como o prego:
Sempre leva na cabeça...
Contra trova
Inda bem que, com certeza,
Meu Deus não errou em nada,
De tanto estar na dureza,
Agüenta essa martelada...
Mote – Pobre e prego, só levam na cabeça.
Trova
Ser pobre é duro, não nego
E não há quem não padeça;
O coitado é como o prego:
Sempre leva na cabeça...
Contra trova
Inda bem que, com certeza,
Meu Deus não errou em nada,
De tanto estar na dureza,
Agüenta essa martelada...
Preciso de uma sogra
Trovas e contra trovas MARCOS C. LOURES E MARCOS LOURES
Mote – Preciso de uma sogra
Trova
Minha vida de solteiro,
Está ficando uma droga!
Por isso, meu companheiro,
Eu preciso de uma sogra...
Contra trova
Solteiro vive na noite,
Cultivando tanto vício,
A sogra; amigo, esse açoite,
Nos leva todos pro Hospício...
Mote – Preciso de uma sogra
Trova
Minha vida de solteiro,
Está ficando uma droga!
Por isso, meu companheiro,
Eu preciso de uma sogra...
Contra trova
Solteiro vive na noite,
Cultivando tanto vício,
A sogra; amigo, esse açoite,
Nos leva todos pro Hospício...
A boca que muitas vezes beijei
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – A boca que muitas vezes beijei, hoje me nega um bom dia.
Trova
Minha vida – agora eu sei-,
É repleta de ironia:
A boca que eu mais beijei,
Hoje me nega um bom dia...
Contra trova
Ela anda tão serelepe,
Desfilando o namorado,
Mas não quero que se estrepe,
Tenho pena do coitado...
Mote – A boca que muitas vezes beijei, hoje me nega um bom dia.
Trova
Minha vida – agora eu sei-,
É repleta de ironia:
A boca que eu mais beijei,
Hoje me nega um bom dia...
Contra trova
Ela anda tão serelepe,
Desfilando o namorado,
Mas não quero que se estrepe,
Tenho pena do coitado...
A boca que muitas vezes beijei
Trovas e contra trovas MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Mote – A boca que muitas vezes beijei, hoje me nega um bom dia.
Trova
Minha vida – agora eu sei-,
É repleta de ironia:
A boca que eu mais beijei,
Hoje me nega um bom dia...
Contra trova
Ela anda tão serelepe,
Desfilando o namorado,
Mas não quero que se estrepe,
Tenho pena do coitado...
Mote – A boca que muitas vezes beijei, hoje me nega um bom dia.
Trova
Minha vida – agora eu sei-,
É repleta de ironia:
A boca que eu mais beijei,
Hoje me nega um bom dia...
Contra trova
Ela anda tão serelepe,
Desfilando o namorado,
Mas não quero que se estrepe,
Tenho pena do coitado...
Barbado, só coco-da-bahia
Trovas e contra trovas
Mote – Barbado, só coco-da-bahia
Trova
Quer carona? Eu já te digo:
Fosse mulher, eu daria!
Pois barbado, meu amigo,
É só coco da bahia.
Contra trova
Homem nenhum, nesse mundo,
Entra nessa condução,
O bicho fede e é imundo,
Com barba? Só camarão...
Mote – Barbado, só coco-da-bahia
Trova
Quer carona? Eu já te digo:
Fosse mulher, eu daria!
Pois barbado, meu amigo,
É só coco da bahia.
Contra trova
Homem nenhum, nesse mundo,
Entra nessa condução,
O bicho fede e é imundo,
Com barba? Só camarão...
por amar a rosa, temos que suportar os espinhos.
TROVAS E CONTRATROVAS - MARCOS COUTINHO LOURES E MARCOS LOURES
Trovas e contra trovas
Mote – por amar a rosa, temos que suportar os espinhos.
Trova
Pode ser feia, dengosa,
Mas são teus os meus carinhos:
É por amar essa rosa,
Que eu suporto os seus espinhos.
Contra trova
Suporto dor e fracasso,
Suporto choro e inhaca,
Suporto até o cansaço,
Até sogra-jararaca...
Trovas e contra trovas
Mote – por amar a rosa, temos que suportar os espinhos.
Trova
Pode ser feia, dengosa,
Mas são teus os meus carinhos:
É por amar essa rosa,
Que eu suporto os seus espinhos.
Contra trova
Suporto dor e fracasso,
Suporto choro e inhaca,
Suporto até o cansaço,
Até sogra-jararaca...
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