Nas penumbras noturnas noite afora
As minhas tempestades, são comuns
Fui crescido na marra, sem pergunta,
Uma alma se liberta nas calçadas
A sorte se traduz numa cilada
E as horas ditam rumos mais diversos,
Ainda quando pude em tons diversos
O mundo se desenha tempo afora
E sei do quanto possa uma cilada
Vestindo erros frequentes e comuns,
E nisto pelas ruas e calçadas
A vida se traduz e não pergunta,
O quanto se desenha e se pergunta
Gerasse no final os tons diversos
E neles espalhando nas calçadas
O todo que pudera mundo afora
Vestindo erros diversos e comuns,
A cada novo engano, outra cilada,
A vida se prepara em tal cilada
E sei do quanto pude em vã pergunta
Viver o que se trace em tons comuns,
E sei dos meus caminhos que diversos,
A vida desenhasse tempo afora
Apenas envolvidos nas calçadas,
As sortes invadindo tais calçadas
E o vento se desenha em tal cilada
E sei do quanto possa vida afora
Viver os erros frágeis e diversos
Mostrando os meus enganos mais comuns,
Os dias seguem rumos tão comuns
E nada mais pudera nas calçadas
Cadeiras entre tantos e diversos
Momentos onde vejo esta cilada,
Que tanto quanto possa e se pergunta
Eclode na ilusão, no tempo afora,
Penetro noite afora estes comuns
Anseios e a pergunta nas calçadas
Prepara esta cilada em tons diversos...
MARCOS LOURES
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