DÊ TUAS MÃOS
Dê-me tuas mãos,; vamos procurar
Nos espaços celestes nossa cama.
Quem sabe bem por onde começar
Conhece dos amores, toda a chama...
Vamos noutras galáxias, no luar,
Procurar nos cometas toda trama
Que sem sentir passamos a vagar;
Nas florestas divinas tronco e rama
Vamos em busca do sonho perdido,
Onde nunca mais quero ver ocaso.
Meu mundo em tempestades, dividido.
Entre tantas certezas e o acaso,
Eu sou o alvo, flechado por Cupido,
Sem ter rumo, sem meta, sem ter prazo.
MARCOS LOURES
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