POUCO IMPORTA
Meu nome? Pouco importa em portos e cidades
Ainda quando muito eu sei quando degrades
Os tempos entre os tais envoltos no passado
Do rum e da cerveja em vodca embriagado,
Cenário mais diverso imerso em liberdades
Saqueio e sou corsário em ritos, claridades,
Esqueço cada passo e vejo o quanto evado
Cerzindo o meu anseio e deixo além de lado,
O braço que se amputa a luta não termina
E sei do meu anseio e nada mais domina
A fina sensação de bailes e quadrilhas,
Enquanto sigo o mar as ânsias também trilhas
Esbarro noutro engano e vejo sem proveito
A sorte que procuro ou morte onde me deito.
MARCOS LOURES
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