segunda-feira, 19 de setembro de 2011

SIMONE

SIMONE

Ouvindo mansamente o quanto trazes
Em brilhos sem igual, cara Simone,
O tanto que deveras já se adone
Do mundo em mais diversas, várias fases,

E sei do quanto somos tão capazes,
E quando a cada passo amor abone
O todo que desejo e, mesmo insone,
Procuro por tais braços, contumazes,

Não sei se poderia além do todo
Viver esta expressão com tal denodo
Ousando ter nos olhos o infinito

E sinto o quanto queira a cada passo,
E assim neste momento o que ora traço
Expressa o raro amor que necessito.

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