Em plena madrugada flóreas ramas
Expostas em vestais pressentimentos.
As torres que tivemos, pensamentos,
Nas horas mais silentes tecem tramas.
Se penas e por isso pensas, amas,
Que saiba que não sabes dos tormentos.
Vivendo desfraldados sentimentos,
Refazem nos teus olhos fogo e chamas.
Nos pavilhões das dores que proclamas,
O rumo se transtorna por momentos.
Mergulho meus sentidos tantas lamas.
E salvo sem saber os mansos ventos.
Nas ramas que sentindo não proclamas,
Aguardo esses dilúvios, sofrimentos...
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