Devorando ao renascer
As imagens mais sutis,
Quanto tempo se desdiz
E produz em desprazer
O que outrora pude ver
E se um dia fui feliz,
Hoje volto, um aprendiz,
Tanta coisa por saber,
Mas no fundo a mocidade
Que esta ruga já degrade
Não se vê sequer se espera,
Neste outono em frio e neve
Coração moleque atreve
Ver surgida a primavera?
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