Caminhos entre estrelas e cometas
Vagando sem destino em tantas quedas
E sei que na vereda que me vedas
O todo quanto possa e assim prometas,
Não quero nem deveras me arremetas
Aos sonhos mais dispersos onde enredas
As tramas que de fato ora enveredas
E seguem sem sentido velhas metas,
A pútrida expressão em poesia
O todo que deveras me traria
O fim de cada nova sensação
Das arcas e dos barcos ares ouço
E sigo o que me leve ao calabouço
Tocado pela velha podridão.
Loures
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