Engodos
Estrelas que desenham espirais
E tomam constelares maravilhas
Leitosas e divinas belas trilhas
Por onde os meus anseios demonstrais,
As sortes entremeiam sem jamais
Viverem o que possam quando brilhas
Viceja esta esperança e destas ilhas
Os olhos bebem fontes sem iguais,
Os rumos entrelaçam cada passo
E sigo no que possa e quando traço
No espaço o que se faça além do todo,
Não mais que mera mente mergulhasse
Vencendo na verdade algum impasse
Deixasse no passado o velho engodo.
Loures
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