ENTRE TEIMAS
Das orlas entre teimas e verdades
Nascendo os dias mortos e seria
O todo que deveras moldaria
Os sonhos quando aos poucos os degrades,
Rompendo do passado velhas grades
A senda se transforma em utopia
E o medo gera o quanto da agonia
Espalha pelas ruas tempestades,
Quimeras invadindo cada canto
E o todo que pudera desencanto
E mato sem saber do que se expressa
Na farsa sem sentido e sem proveito
Apenas no vazio me deleito
E a luta sem descanso recomeça...
Loures
Nenhum comentário:
Postar um comentário