Imagem funesta
Enquanto em noite escusa adormecida
A sorte mais atroz em tal sangria
Erguendo este vagar que soerguia
Matando desde sempre uma saída,
A luta noutra face destruída
Marcando o quanto fora em fantasia
O tempo se desenha em agonia
E a morte em mero ocaso construída,
Das velhas melodias do passado
O riso pelo tempo embolorado
E o nada revelando o quanto resta,
Do quanto se fizera em tom suave
Apenas o que possa e sempre agrave
Deixando imagem rude, vil, funesta...
Loures
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