Das múltiplas e rudes consistências
Encontro enlanguescente noite em vão
E o tempo desdenhado desde então
Marcasse com terror tais penitências
As horas entre tais incoerências
Matando o quanto resta em negação
Ousando acreditar no mesmo não
Que dita as sobras torpes, vis ciências,
Não quero o que se faça em farsa em falsa
Imagem sem a qual nada seria
O tempo mais audaz em ironia
A luta se anuncia e me descalça
Restando o que pudera em vaga senda
O todo num momento aquém desvenda...
Loures
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