TENTÁCULOS
O quanto nos ensina o que perece
Nas tramas mais diversas e vorazes
Trazendo o que talvez sejam audazes
Cenários onde a sorte dita a messe,
O corpo que deveras já padece,
O todo quando em novas fases trazes
Expressa as emoções quando mordazes
Ou mesmo a redenção de cada prece.
Não mesmo sendo assim o sortilégio
Do passo sem destino, ou fardo régio,
Erijo dentro da alma um tabernáculo
Que expresse este vazio quando herdei
Do nada novo engodo ou velha lei,
A morte se anuncia em vão tentáculo...
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