domingo, 4 de março de 2012

Vieste em tempestade sem ter calma...

Vieste em tempestade sem ter calma...
Trazendo tanta luz e tanta neve...
O frio da partida dentro da alma
No fundo, vou voando bem mais leve...

No movimento brusco que sumiste
Assustadiça sempre, de tocaia...
De tanto que te amei, sincero e triste,
Te peço que não voltes, que vá, saia...

Amor não se maltrata, nem desdém,
A brisa que te trouxe também leva...
Ter sempre sobressaltos... Ah Meu bem,

Prefiro ao lusco e fusco a plena treva...
Não digo-te, entretanto: sou feliz,
A vida sem amor, perde o matiz...

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