NATAL
Vestido de Natal quando te vi,
Amigo, numa infância já distante,
Não tinha nem noção de quem ali
Seria aquele aniversariante.
Neguei tua amizade depois disto,
Negando sem saber, o próprio amor;
Ao qual, sem perceber já não resisto,
E faço desta forma meu louvor.
Não vejo-te na cruz, te quero vivo,
Em cada novo dia, um novo amigo.
Não quero mais ser tolo, ser passivo,
Nem permissivo e frágil, nem altivo.
Te peço mil perdões, com humildade,
Em Ti descubro a força da amizade...
MARCOS LOURES
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