No cansaço da lida sem ter tréguas,
Sentimentos sutis, fazendo ninho,
Percorrendo o sertão, cobrindo léguas,
Não tenho mais desvios no caminho
Montado nos corcéis, cavalos, éguas.
Poeira das estradas faz carinho.
Minhas antigas dores vão perpétuas,
Meus olhos marejados, vou sozinho...
Não temo e muito menos quero mágoas.
Na vida, me protege minha Santa.
Da lua tão distante e suas fráguas;
Cruéis temeridades, ela espanta.
Fui batizado e prossegui, nas águas,
Daquele ribeirão que, ao longe, canta!
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