Fragilizado sonho
Fragilizado sonho dita o nada
Que tanto desejei e não soubera
Vagando sem sentir a primavera
Envolta na esperança desenhada,
No quanto a sorte aos poucos já se evada
E reste a sensação do quanto espera
Vencido o caminheiro, reina a fera,
E a luta noutro tom desenfreada,
A morte sem sentido e sem defesa
O todo se expressando em tal surpresa
Que a presa se exprimisse em tom sutil,
O preço a se pagar já não me anseia
E a vaga segue envolta em luz alheia
Deixando para trás, se resumiu...
Loures
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