Quando te vi
Quando te vi, senti no teu molejo
A doce sensação de estar perdido.
A cada novo dia te desejo,
Buscando meu destino, decidido...
Teus passos conduzindo ao paraíso,
Balanço destas ondas na calçada;
O sofrimento besta eu exorciso,
Saudade vai pr’um canto assim, jogada...
O cheiro de teu rastro me domina,
Vertendo meus anseios, quero mais...
No balançado manso me alucina,
Na força que me doma, assim, demais!
Molejo desconcerta e desconcentra...
Paixão feito loucura; vem, adentra...
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