domingo, 26 de fevereiro de 2012

A MINHA MOCIDADE

A MINHA MOCIDADE

A minha mocidade tão distante
Rolando nas lembranças, sem parar
O tempo nunca pára, vai constante
Passando e transformando faz voar...

Quem dera ter o gosto do teu beijo
Na boca que murchou, pele enrugada...
Porém nunca morreu o meu desejo,
O de poder te ter, ó minha amada...

Passamos tanto tempo na procura
Do bem que alimentou a juventude
Amor que se banhava na ternura

Amei, vou ser sincero, mais que pude...
Das forças que já tive, quer renovem
A vontade de ser, p’ra sempre jovem..

LOURES

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