O meu tempo de viver já se esgotando
O meu canto perdendo qualquer luz
E se possa a verdade que conduz
Moldaria este sonho mais infando.
Nada tenho de meu e desde quando
O caminho se perde em contraluz
O tanto quanto quero e não me opus
Transforma este cenário outrora brando.
Redundando no vago em tom sutil,
O manto que deveras nos cobriu
Agora desfiado noutra parte
A vida não presume a liberdade
E quando conceber felicidade
É cena que depois, mais cedo aparte.
Nenhum comentário:
Postar um comentário