domingo, 18 de março de 2012

Um sonho vem pousando devagar

Um sonho vem pousando devagar
E deita sobre um corpo que em ternura
Permite uma alegria imensa e pura,
Emoldurado em forma de um altar.

Minha alma solitária a soluçar
Pedindo que esta imagem de candura
Acabe bem depressa com tortura
Que fez o pensamento delirar.

Acaso, meu amor, inda resiste
À dor da solidão que me apavora,
Não deixe que eu persista assim tão triste

Vem logo, eu necessito amor agora,
Eu quero o teu carinho sonho meu,
Que a sorte em tua ausência se perdeu...

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