Repartidos sonhos? Nunca mais...
O amor se transformando em vã rotina
Matando o que restara da menina
Decepções nestes dias tão iguais,
Onde quis outrora magistrais
Momentos em que a vida se alucina,
Presença tão feliz, diamantina
Agora somos como vegetais
E neste não prazer e sem procura
Num antidepressivo vejo a cura
E a escuridão da noite em pesadelo.
Queria muito além deste jardim,
Um parceiro; demônio e querubim
Porém junto de ti, não posso vê-lo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário