O sol poente mostra a minha face,
Enfrentarei a noite em solidão
Distante dos meus olhos o verão
Neblina que uma lua agora embace.
Por mais que novo rumo o sonho trace
Mergulho nesta mesma negação
Aonde se mostrara a direção
Tramando em sordidez o desenlace.
Um eco que se escuta ao longe trama
Este apagar cruel da intensa chama
Da jovem que pensara ser eterna.
No olhar já moribundo da esperança
Apenas a tristeza inda se lança
Estúpida e fugaz, fosca lanterna.
Nenhum comentário:
Postar um comentário