Jogando sem sentido ao próprio vento
Palavras que no fim serão libertas
E tanto que se tente noutro encanto
Resumos mais diversos e sensatos
Os olhos procurando velhos ermos
E os tempos anunciam cada fato.
O canto noutro engodo dita o fato
E sei desta expressão envolta em vento,
E o tempo se desenha nestes ermos
E quando as fantasias tu libertas
Os dias poderiam ser sensatos
E neles encontrasse algum encanto,
O todo ora anuncia e se me encanto
Apenas resumindo o ledo fato
Marcasse o que pudesse em tão sensatos
Momentos onde o tempo segue o vento
E nisto as fantasias mais libertas
Expressam os caminhos mesmo os ermos,
E singro revoltosos mares ermos
E toda esta expressão em raro encanto
Tocasse o quanto em paz ora libertas
Grassando a sensação de um rude fato
E nele o que pudera trame o vento
E sigo os dias rudes e sensatos,
Nas sortes entre enganos mais sensatos,
Os passos que deveras sigam ermos
No tanto que enfrentasse o próprio vento
E nisto se sentisse algum encanto
O verso desbravando cada fato,
Nas sortes que deveras tu libertas,
As horas entre tantas mais libertas
Os dias que buscassem ser sensatos
E o mundo sonegando um torpe fato
Enquanto se aproxima de tais ermos
No fundo sem saber de algum encanto
Espalha o pensamento ao livre vento,
E quando deste vento te libertas
E geras com encanto os mais sensatos
Momentos entre os ermos ditas fato.
MARCOS LOURES
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