segunda-feira, 8 de março de 2010

00682

São tantas as mentiras que um amor
Inventa pra poder sobreviver,
Depois de muito tempo em desprazer
Não quero perceber o desamor,

E quando o meu caminho te propor
Bem mais do que o espinho posso crer
Que tudo modifica e no meu ser
Ainda algum resquício de uma flor.

Nas áridas loucuras do passado,
O peso se mostrando acumulado
Jamais eu poderia acreditar

Que algo momento ainda a paz veria
Entregue totalmente à alegoria
Que espalhas feito prego em meu altar...

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