segunda-feira, 8 de março de 2010

00684

Encontro em ti razão para viver
E desta maravilha desvendada
Percebo tão fantástica alvorada
E nela todo um raro amanhecer

O amor ao se esculpir em tal prazer
Não deixa para trás mais quase nada,
E sabe quando uma alma enamorada
Não tem sequer mais como defender

E assim a fortaleza se faz frágil
Carinho sendo firme, mas tão ágil
Encharca-me em loucuras e vontades,

Só peço é que não deixes nunca mais
Depois de tantos dias sempre iguais,
Morrer as fabulosas claridades.

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