terça-feira, 9 de março de 2010

00710

O amor, meu derradeiro e mais sincero
Jogada pelas ruas, abandono,
E quando me percebo em tom profano,
Nos braços de outro alguém me desespero.

Vencer os meus anseios e poder
Seguir tranquilamente a minha vida.
Depois de uma esperança já perdida,
Não posso e nem pretendo mais saber

Do amor que dominando me escraviza
E tanto me seduz, mas me maltrata,
Não faço do meu verso uma bravata,
Tampouco necessito desta brisa,

Apenas quero ser feliz um dia,
Bem mais do que a verdade propicia...

Nenhum comentário: