O amor, meu derradeiro e mais sincero
Jogada pelas ruas, abandono,
E quando me percebo em tom profano,
Nos braços de outro alguém me desespero.
Vencer os meus anseios e poder
Seguir tranquilamente a minha vida.
Depois de uma esperança já perdida,
Não posso e nem pretendo mais saber
Do amor que dominando me escraviza
E tanto me seduz, mas me maltrata,
Não faço do meu verso uma bravata,
Tampouco necessito desta brisa,
Apenas quero ser feliz um dia,
Bem mais do que a verdade propicia...
Nenhum comentário:
Postar um comentário