segunda-feira, 8 de março de 2010

00687

Tu tanto me matando, desvaira
E quando me seduz em plenitude,
Não tendo mais sequer outra atitude
Meu corpo sobre o teu em luz se atira.

E sabes desenhar com claridade
Ternuras entre beijos mais vorazes,
Se edênicos caminhos tu me trazes
Prazer ilimitado cedo brade,

Luxuriosamente sou mulher
Que tanto te deseja e não descansa
Mantendo sempre acesa uma esperança
De um dia poder tudo o que quiser.

E assim navegaremos infinitos
Unidos com firmeza dos granitos...

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