terça-feira, 9 de março de 2010

00713

Quem tanto espera, eu sei, nunca descanse,
Mas teima e tenta ver a claridade,
E mesmo quando a treva adentra e invade
Do Amor pretendo ter algum relance.

E nada se apresenta e me atormento,
A insânia vai tomando minha mente,
O amor que tanto quis forte e envolvente
Já não me abandonando o pensamento

Domina cada fato, a cada dia
E não me deixa mais pensar em nada,
Viver eternamente apaixonada?
Procuro alguma carta de alforria

E nela a liberdade que desejo,
Porém tanto procuro e nada vejo...

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