terça-feira, 9 de março de 2010

00728

E sei que talvez haja um novo alguém
Portanto não me canso de esperar
E bebo cada raio do luar
E nele uma alegria que convém

A quem se fez em sonho e em vã promessa,
A sorte desvendando o meu segredo,
E quando a tempestade vem não cedo
E a senda novamente recomeça

Usando da esperança, frágil arma
Lutando pela glória que não veio,
No olhar incontestável devaneio,
Porém realidade me desarma,

E quando nela faço pouso e ninho,
Já não conseguirei outro caminho.

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